1.6.24

QUAL A DIFERENÇA ENTRE GRIPE E RESFRIADO?

Está espirrando? É gripe ou resfriado? Entenda de uma vez por todas qual a diferença destas doenças que derrubam qualquer um

Nariz escorrendo, olho lacrimejando, espirros constantes. Quando o inverno chega, ele vem acompanhado de doenças típicas da estação. Mas como saber a diferença entre gripe e resfriado?

Como os sintomas são bem parecidos, distinguir entre um e outro é um pouco complicado. Mas é importante saber porque cada um desses problemas tem sintomas diferentes.

O assunto da gripe é tão sério que esse ano, até agora, 813 pessoas foram internadas e 29 morreram de gripe só na cidade do Rio. Então, vamos lá entender qual a diferença entre gripe e resfriado.

Entenda a diferença entre gripe e resfriado

A gripe e o resfriado são problemas bem diferentes, causados por tipos distintos de vírus. A gripe é causada pelo vírus influenza, enquanto o resfriado é desencadeado por inúmeros vírus. Outra grande diferença é que a gripe pode matar e o resfriado, no máximo, vai te "derrubar" por alguns dias.

Um dos testes práticos para saber se é gripe ou resfriado é: se você estiver espirrando, com dor no corpo, nariz escorrendo e, mesmo assim, consegue sair da cama para trabalhar, então você tem um resfriado!

Isso porque a gripe é uma doença que coloca a pessoa de cama, sem condições de levantar e realizar atividades do dia a dia. Por isso, não confunda um espirro com gripe! Gripe é uma doença série que requer cuidados e atenção!

Então, vamos entender bem qual a diferença entre gripe e resfriado!

Gripe

A gripe é uma infecção aguda do sistema respiratório, provocado pelo vírus influenza. O sintomas são: febre alta (mais de 38 ºC), mialgia (dor muscular), odinofagia (dor de garganta), cefaleia (dor de cabeça), coriza e tosse seca. A febre requer maior atenção, porque pode durar em torno de três dias.

Já os sintomas respiratórios como a tosse, aumentam com a progressão da doença. A gripe sem complicações pode durar até 5 dias, a partir do início dos sintomas. Mas em caso de complicação, a gripe pode ser mais perigosa, com evolução para pneumonia ou acometimento dos músculos.

O vírus da influenza pode ser transmitido por meio das secreções das vias respiratórias de uma pessoa contaminada: ao espirrar, tossir ou falar. Pode também ser transmitido por meio das mãos que tiveram contato com superfícies contaminadas, carregando o vírus para boca, nariz e olhos.

Resfriado

O resfriado também é uma doença respiratória, que é causado por vários vírus diferentes. É verdade que os sintomas do resfriado são bem parecidos com o da gripe, mas a diferença é que são mais leves.

Os sintomas do resfriado são coriza, congestão nasal e tosse. A febre no resfriado não é comum, mas se aparecer, será baixa. O bom é que o resfriado é de rápida recuperação: em torno de 4 a 5 dias os sintomas vão embora.

As formas de transmissão do resfriado são iguais as da gripe. Por isso o cuidado em lavar as mãos regularmente é uma excelente dica para quem não quer ficar doente.

Dicas importantes

Para fortalecer o sistema imunológico e assim, prevenir a gripe e o resfriado faça exercícios físicos, beba água suficiente (até a urina ficar clarinha), evite alimentos açucarados e gorduras saturadas.

Além disso, evite o cansaço excessivo, tenha regularidade no descanso (hora de dormir e acordar) e mantenha os pés, mãos, pescoço e orelhas aquecidos durante o dia e a noite.

Quando expostas, a circulação sanguínea transporta menos mecanismos de defesa para essas regiões do corpo.

Fora isso, quando alguém próximo estiver gripado ou resfriado, mantenha contato essencial. Não compartilhe objetos de uso pessoal que podem conter secreções. Assim você evita ficar doente e também ajuda a não compartilhar o vírus.

Falando nisso…

Se estiver gripado ou resfriado, evite contato com outras pessoas para evitar a transmissão. Cubra o nariz e a boca ao tossir ou espirrar. Lave suas mãos frequentemente com água e sabão.

Se não tiver, use álcool em gel. Ah, e mantenha os ambientes bem arejados, com portas e janelas abertas. Isso evitará que o vírus se espalhe e outras pessoas fiquem doentes também.
😉

Como tratar a gripe e o resfriado?

Nada substitui a visita ao médico e os tratamentos recomendados pelo especialista, mas você também pode fazer algumas coisas que vão ajudar na recuperação da doença.

Coma frutas, verduras e legumes crus em abundância, especialmente agrião, cebola, rabanete, repolho, berinjela, brócolis, cenoura, espinafre, couve-flor, cebolinha, alho, abacaxi e manga. Faça uso de cereais integrais como: castanhas e feijões (ervilha, lentilha, soja, etc.).

Tão importante quanto o que comer, é também o que não comer: cereais refinados, embutidos, doces, alimentos industrializados, queijos, carnes, frituras e gorduras.

E aqui vão duas receitinhas que também ajudam na recuperação da gripe ou do resfriado:

BEBIDA POTENTE
1 limão médio
1 copo de água filtrada
1 dente de alho pequeno
2 colheres (sopa) cebola picada
7 gotas de própolis
Mel a gosto

Preparo

Descasque o limão, retire as sementes e parta em pedaços. Bata tudo no liquidificador com os outros ingredientes. Coe. Adicione mel e própolis. Beba em seguida.

PENINCILINA RUSSA
50g de gengibre
4 dentes de alho
1 colher de chá de mel
1 cebola cortada em quatro
1 limão
3 a 4 xícaras de água

Preparo

Em uma chaleira, coloque a água, a cebola, o gengibre e o alho (esmague um pouco com a faca para liberar a alicina) e deixe ferver. Assim que começar a fervura, desligue e coloque uma tampa em cima. Deixe descansar por 10 minutos. Após, coe o líquido, acrescente o mel e o limão espremido na hora. Misture e tome.

BENEFÍCIOS DA AVEIA

Fonte importante de nutrientes, incluindo fibras, proteínas, vitaminas e minerais, a aveia é excelente para a saúde e super versátil em receitas!

Se você olhava para a aveia e não dava nada por ela, sem dúvidas, você vai terminar este texto com outra ideia. Porque os benefícios da aveia para a saúde são muitos e, sem medo de errar, incluir este cereal na sua alimentação é importantíssimo!

Primeiro que a aveia é um cereal rico em nutrientes, excelente fonte de fibras, proteínas e minerais, além de conter antioxidantes e fitonutrientes que ajudam a prevenir doenças.

Consequentemente, devido seu super valor nutricional, uma das principais vantagens da aveia é sua capacidade de controlar os níveis de colesterol no sangue.

Isso porque as fibras solúveis presentes na aveia formam uma espécie de gel no estômago, o que ajuda a absorver o colesterol e eliminá-lo do corpo.

Além disso, a aveia também é rica em beta-glucanas, uma fibra especial que ajuda a reduzir o colesterol LDL (conhecido como “colesterol ruim”).

E os benefícios da aveia vão além!

Outra vantagem da aveia é que ela é uma boa fonte de energia. Ela é rica em carboidratos complexos que liberam energia de forma gradual, ajudando a manter os níveis de açúcar no sangue estáveis.

Sem dúvida, isso é especialmente útil para pessoas que sofrem de diabetes ou que desejam perder peso.

A aveia também é uma excelente fonte de proteínas, especialmente para vegetarianos e veganos. Ela contém todos os aminoácidos essenciais que o corpo precisa para funcionar corretamente.

Ainda, a aveia contém antioxidantes e fitonutrientes que ajudam a prevenir doenças. Esses antioxidantes ajudam a proteger as células do corpo contra os danos causados pelos radicais livres e os fitonutrientes, como as lignanas, ajudam a prevenir o câncer e outras doenças crônicas.

Como deve ser o consumo da aveia?

Para aproveitar ao máximo os benefícios da aveia, é recomendado consumi-la de forma natural e sem adição de açúcar. Ela pode ser consumida como cereal matinal, adicionada em receitas ou até mesmo misturada a saladas.

Assim, ela pode ser consumida na forma de farelo, flocos, farinha ou na granola, podendo ser adicionada nas frutas ou no preparo de biscoitos, sopas, caldos, tortas, bolos, pães e massas.

Outra ideia é usar a aveia como base para um mingau ou como ingrediente para formar a massa de alimentos como bolinhos, almôndegas e tortas.

Algumas das principais dúvidas sobre o consumo da aveia incluem:

A aveia é segura para pessoas com doença celíaca ou intolerância à glúten?

A aveia natural é segura para pessoas com doença celíaca ou intolerância à glúten, desde que seja certificada como livre de glúten. No entanto, algumas pessoas podem ter sensibilidade ao glúten presente em aveia cultivada em conjunto com trigo, cevada ou centeio. Por isso, quem é celíaco ou tem intolerância deve procurar essa informação na embalagem da aveia!

A aveia é boa para perder peso?

A aveia é rica em fibras e carboidratos complexos, o que pode ajudar a promover a sensação de saciedade e, portanto, pode ser uma boa opção para incluir em uma alimentação para perda de peso. No entanto, é importante lembrar de controlar as porções e evitar adição de açúcares.

A aveia é segura para pessoas com diabetes?

A aveia é uma boa opção para pessoas com diabetes devido aos seus carboidratos complexos que ajudam a manter os níveis de açúcar no sangue estáveis. 

A aveia ajuda no funcionamento do intestino?

Sim! Por ser uma fonte rica de fibra, especialmente de beta-glucana, uma fibra solúvel que melhora a saúde intestinal. Essas fibras ajudam a aumentar o volume das fezes e com isso, o movimento intestinal, prevenindo a constipação.

Além disso, é importante beber muita água ao comer aveia para evitar o edema (inchaço) e desconforto gastrointestinal.

Em resumo, a aveia é um alimento rico em nutrientes e oferece muitos benefícios para a saúde, como controlar os níveis de colesterol, fornecer energia de forma gradual, ser uma boa fonte de proteínas e conter antioxidantes e fitonutrientes que ajudam a prevenir doenças.

Então, se você ainda não incluiu a aveia em sua alimentação, já é hora. Seja em forma de mingau, granola ou simplesmente como parte de um smoothie, a aveia é uma escolha saudável e deliciosa que trará benefícios incríveis para o seu corpo e mente.

E se você quiser conhecer mais receitas que usam aveia e outros ingredientes excelentes para a saúde, é só acessar esse perfil no Instagram: @querovidaesaude.

ALIMENTAÇÃO SEM GLÚTEN SERVE PRA QUEM?

A alimentação sem glúten ganhou fama nos últimos tempos. Mas será que a dieta sem glúten serve para todas as pessoas ou não?

Uma alimentação sem glúten é a indicação para o tratamento da doença celíaca, que é uma inflamação do organismo provocada pelo glúten (proteína presente no trigo, cevada e centeio). Esta condição de saúde afeta em torno de 70 milhões de pessoas no mundo.

A doença celíaca afeta principalmente a mucosa do intestino delgado, acompanhada de sintomas gastrointestinais e sinais de má absorção, pois, acabam levando a alterações estruturais no intestino.

Os sintomas da doença celíaca são diarreia, prisão de ventre, perda de peso, anemia, cólica e desconforto abdominal.

Para fechar o diagnóstico é necessário realizar alguns exames de sangue e outros procedimentos que vão constatar as alterações no intestino.

Infelizmente, a doença celíaca não tem cura. Mas o tratamento para o problema é retirar da dieta os alimentos que contém glúten, porque este componente é quem desencadeia a inflamação.

É possível viver sem glúten

Parece difícil imaginar uma vida sem glúten, pois ele está presente em diversos alimentos de consumo diário: pão, bolo, bolacha, tortas, temperos, etc.

Mas é possível ter uma alimentação sem glúten. Porém a atenção deve ser redobrada. Então, ler os rótulos dos alimentos é essencial, pois sempre há uma descrição: contém glúten / não contém glúten.

mulher no mercado lendo rótulo de produto
Alimentação sem glúten requer mudanças e substituições na dieta

Para eliminar o glúten da dieta é necessário fazer substituições. Por exemplo, como o glúten é encontrado em diversos tipos grãos, para ter uma alimentação sem glúten é preciso consumir outros grãos que não contenham glúten.

Neste grupo estão o arroz, linhaça, painço, amaranto, trigo sarraceno, quinoa ou aveia.

Sobre a aveia, vale uma ressalva: essencialmente ela é um alimento sem glúten. Porém, pode apresentar glúten se houver contato com outros ingredientes no momento da produção.

Por isso, ao buscar uma alimentação sem glúten, procure por aveias que sejam certificadas sem glúten, ok!

Além disso, a maioria dos pães tradicionais, assados, massas alimentícias e cereais matinais são à base de trigo. Por isso devem ser substituídos por quem necessita ter uma alimentação sem glúten.

Atualmente existe uma grande variedade de cereais sem glúten especialmente fabricados, incluindo pães, massas e cereais matinais disponíveis.

No entanto, algumas questões devem ser levantadas: a qualidade nutricional desses alimentos e a adequação nutricional no planejamento alimentar sem glúten.

Os produtos alimentícios sem glúten geralmente não são enriquecidos e frequentemente são feitos com farinha refinada e/ou amido.

Como resultado, eles podem não fornecer o mesmo valor nutricional que os alimentos à base de trigo, especialmente se os alimentos à base de trigo forem integrais ou enriquecidos.

Alimentos que NÃO contém glúten

Ao mesmo tempo que muito alimentos contém glúten, também existe uma lista ampla de alimento SEM glúten. E aqui estão algumas opções:

  • Frutas (em seu estado natural)
  • Legumes e verduras
  • Farinha de arroz, mandioca, amêndoa, feijão, ervilha, soja, inhame
  • Alfarroba
  • Tapioca
  • Azeite

A dieta sem glúten não é para todos

Para você que não apresenta alterações clínicas ao consumo de alimentos fonte de glúten, não há necessidade de excluir o glúten da sua alimentação.

Porém diversifique o seu cardápio, aposte em receitas com outros tipos de farinhas e outras preparações ao longo da semana. Isso irá trazer muitos benefícios para a sua saúde! 

Pensando nisso, trouxe uma receita especial de Cuca de Banana 
😋

Receita de Cuca sem glúten

Receita de Cuca de Banana sem glúten

Ingredientes para massa

  • 3/4 xícara de óleo de girassol
  • 2 xícaras de farinha de arroz branco ou de aveia
  • 3/4 xícara de chá de açúcar de de coco
  • Canela à gosto
  • 1/2 xícara de chá de bebida vegetal (amêndoa, coco, aveia ou arroz)
  • 1 colher de sopa de fermento químico em pó
  • 7 unidades de banana média

Ingredientes para farofa

  • 1 xícara de chá de farinha de arroz ou aveia
  • 1 xícara de chá de açúcar de coco
  • 100 ml de óleo de girassol
  • Canela à gosto

Modo de fazer

Massa: Bata os ingredientes em um liquidificador, começando por 3 bananas, açúcar e óleo.

Depois coloque a farinha, a bebida vegetal, canela e fermento. Cuidado, misture devagar! Coloque essa mistura em uma forma untada e por cima coloque as 4 bananas picadas, salpicando canela.

Farofa: Misture os ingredientes com as mãos. Finalize a base da cuca já “montada” com a farofa pronta.

Com o forno pré-aquecido a 180 graus, asse por aproximadamente 30 a 40 minutos ou até fica dourado.

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COMO ENTENDER OS RÓTULOS DOS ALIMENTOS?

Os rótulos dos alimentos são difíceis de compreender. Mas aqui vamos trazer dicas importantes que vão te ajudar a fazer escolhas melhores!

Você já teve curiosidade de ler os rótulos dos alimentos que você consome? Talvez sim. Mas o problema é que eles são difíceis de entender, não é mesmo?

Antes de tudo, é preciso dizer que os rótulos são um instrumento de saúde pública. Além de serem um componente obrigatório para alimentos embalados, eles servem para comunicar ao consumidor informações nutricionais do produto.

Além disso, disponibilizam a data da produção do produto, até quando ele deve ser consumido, como deve ser mantido para preservar a qualidade após aberto, entre outras informações.

Ao mesmo tempo, os rótulos dos alimentos são uma ferramenta importante para nortear a escolha dos produtos. Consequentemente, essa escolha terá um impacto sobre a saúde do consumidor.

Porém, o problema é que nem todo consumidor está disposto a usar essa ferramenta. Quer um exemplo prático? Reflita nas seguintes perguntas:

  • Você costuma ler a lista de ingredientes dos alimentos antes de comprá-lo?
  • Ou sabe o que significa a porção da informação nutricional?
  • E identificar – pela informação nutricional – se o alimento tem grande quantidade de carboidratos, gorduras e sódio, você consegue?

Caso tenha respondido “sim” para as perguntas acima, seu entendimento sobre os rótulos dos alimentos e a importância deles é suficiente para escolhas alimentares conscientes e mais saudáveis.

Por outro lado, se você respondeu não, esse post vai ser muito útil para você!

mulher no supermercado lendo rótulo do leite
Pesquisa do Instituto Datafolha mostrou que 48% dos brasileiros não têm costume de ler os rótulos dos produtos que compram.

A saber, no Brasil, o rótulo dos alimentos deve se enquadrar em uma série de exigências estabelecidas por legislações específicas.

Mas duas informações no rótulo dos alimentos farão toda a diferença para boas escolhas alimentares:

Rótulos dos alimentos: regra dos ingredientes

Com a finalidade de entender o que você está levando pra casa, é bem importante saber que existe uma “regra” para a descrição dos ingredientes nos produtos.

E compreender isso vai te ajudar bastante na hora de escolher o que comprar.

Esta regra estabelece que os ingredientes devem ser listados em ordem decrescente da sua proporção na composição do produto.

Ou seja, o ingrediente que tem maior quantidade naquele produto vai aparecer em primeiro lugar na lista e assim por diante.

Saber disso é importante porque ao olhar para a lista de ingredientes do produto, fica claro se o mesmo é saudável ou não, dependendo do que vem primeiro na lista.

Por exemplo, se o primeiro ou segundo ingrediente de um suco é açúcar, quer dizer que existe pouca porção de fruta naquela bebida.

Ou se um alimento que se diz integral apresenta uma sequência de farinhas refinadas não integral, fica a dúvida se a quantidade de fibras desse produto é relevante em comparação a outro não “integral”.

E aqui vai um grande alerta: fuja dos produtos onde os primeiros ingredientes são açúcar e gordura/óleo! Estes são alimentos com alto valor calórico e, nesse caso, deve haver um controle da quantidade ingerida.

Informação nutricional nos rótulos

Primeiramente, o que você deve analisar na tabela nutricional é a porção, pois todas as informações descritas ali serão referentes àquela quantidade de porção informada.

Entenda que os itens obrigatórios a serem informados são:

  • Valor energético
  • Carboidratos
  • Proteínas
  • Gorduras totais, saturadas e trans
  • Fibra alimentar
  • Sódio

A tabela apresentará para cada um dos nutrientes a quantidade em gramas (g) ou miligramas (mg).

Na tabela nutricional também consta o percentual do valor diário (VD%), que representa a proporção de cada componente em relação ao valor recomendado para que um adulto saudável mantenha uma dieta de 2000 kcal.

Quadro explicativo sobre os rótulos dos alimentos
Como entender os rótulos dos alimentos? / Design: Ellen Cristina de Lima

Como saber disso ajuda a escolher o melhor produto?

Vamos analisar: em um biscoito doce, a porção de 30g é referente a três biscoitos e o valor diário (VD%) de gorduras totais é de 10% em determinada marca.

Mas se a mesma categoria de produto, em outra marca, com a mesma porção apresenta 5% de gorduras totais do valor diário (VD%), essa é a melhor opção pois apresenta menor quantidade de gorduras totais.

Para boas escolhas, fique atento ao tipo de produto e aos seus nutrientes!

Selecione como melhor opção o produto que apresentar menores quantidades de açúcares, gorduras e sódio.

Observe também a quantidade de calorias de um produto, pois quando comemos mais calorias do que necessitamos o resultado é ganho de peso.

Porém, a quantidade de calorias não deve ser o único fator para a escolha dos alimentos, já que a composição dos nutrientes também afeta a sua qualidade.

Pensa aí… o que você acha mais saudável: um pastel de queijo de 150kcal ou uma torta de legumes de 150 kcal? 
🤔

Em resumo, antes da escolher um alimento embalado, analise as informações contidas na lista de ingredientes e na tabela nutricional: o valor calórico, a quantidade de cada nutriente e sua proporção em relação às recomendações diárias. Tudo isso você encontra nos rótulos dos alimentos!

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10 ERROS NA COZINHA QUE AFETAM A SAÚDE

Descubra como evitar os erros na cozinha que favorecem a proliferação de bactérias e garanta refeições mais seguras para sua família

A imagem mostra uma pessoa usando luvas amarelas e segurando um frasco de detergente e uma esponja laranja acima de uma pia de cozinha de inox. A pia está vazia e a torneira está aberta, com água correndo diretamente na esponja, sugerindo que a pessoa está prestes a iniciar a limpeza. Ao fundo, percebe-se um balcão de cozinha preto com um escorredor contendo mais esponjas e panos de limpeza. O ambiente transmite a ideia de organização e limpeza.

Erros na cozinha de casa podem criar o ambiente perfeito para o crescimento de germes. Por isso que quando o assunto é evitar a proliferação de bactérias, todo cuidado é pouco.

Sabemos que corrigir velhos hábitos pode ser muito mais difícil do que adquirir novos. No entanto, se você deseja manter sua casa livre de bactérias prejudiciais à saúde, você deve evitar estes 10 erros na cozinha.

Certamente, alguém pode pensar que alguns cuidados para evitar erros na cozinha são exagerados. Mas pode acreditar, definitivamente não são!

Neste post, vamos mergulhar nas dicas de como manter as bactérias bem longe da sua cozinha.

1. Colocar detergente direto na esponja

Sabe aquele comercial de TV onde o detergente desliza suavemente pela esponja? Pois é, acredite ou não, esse acaba sendo o primeiro erro na cozinha que vamos destacar neste post.

Não coloque o detergente direto na esponja! Isso pode parecer prático, mas na verdade, essa ação leva ao uso excessivo do produto, mais do que o necessário.

Esse erro na cozinha não apenas gera desperdício, mas também deixa a esponja excessivamente saturada, dificultando seu correto enxágue.

Como resultado, a esponja não seca adequadamente, criando o ambiente ideal para a proliferação de bactérias indesejadas.

Além disso, essa prática pode diminuir a eficiência da limpeza, já que a distribuição desigual do detergente impede que a esponja seja utilizada em seu máximo potencial.

Assim, para evitar esse erro, em um litro de água coloque apenas oito gotas de detergente e uma colher de sopa de vinagre branco. Faça a lavagens da louça com essa solução.

Nesse sentido, aprimore a higiene da cozinha adotando novas práticas para impedir a proliferação de bactérias.

2. Usar tábua de madeira é um dos erros na cozinha

Vamos falar sobre algo super importante, mas que muitas vezes passa batido: a tábua de corte. Da mesma forma que ela é um utensílio muito útil no dia a dia, ela pode ser um dos maiores pontos de contaminação na cozinha, mesmo depois de limpa, não importa o material.

Por quê? Os sulcos que a faca deixa e a umidade fazem da madeira um verdadeiro lar doce lar para os germes.

Até por isso, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recomenda que tábuas de corte e colheres de pau sejam encaminhadas para a aposentadoria. 
😲

Afinal, esses utensílios de madeira têm um jeitinho todo especial de acumular diferentes tipos de bactérias nas ranhuras feitas pelos cortes, mesmo depois de lavados.

Desse modo, a recomendação é que sejam utilizadas tábuas de polietileno, um tipo específico de plástico, ou de vidro.

Ainda assim, mesmo escolhendo a tábua de plástico, tem um detalhe bem importante: a hora que ela começar a mostrar marcas de cortes e pegar uma cor mais diferente, já é sinal que ela precisa ser substituída.

Evite erros na cozinha: Saiba como higienizar a tábua de corte

Toda vez que usar a tábua, lave bem o utensílio e depois deixa ele de molho numa solução com um litro de água e uma colher de sopa de água sanitária.

Logo depois, dê um bom enxágue e passe vinagre pra tirar qualquer resíduo de água sanitária. Mas não guarde a tábua ainda úmida, tá? Isso é convite para bactérias se multiplicarem. Na hora de guardar, o segredo é pendurar num lugar arejado, longe de qualquer umidade.

Além disso, se quiser potencializar os cuidados, use uma tábua diferente para cada tipo de alimento. Isso ajuda muito a evitar contaminação.

Por exemplo: tábua verde para verduras, legumes e frutas e tábua branca para queijos e laticínios. No mínimo, tente separar uma para carnes e derivados animais e outra para frutas e vegetais, beleza?

A imagem mostra um momento de preparo de alimentos em uma cozinha iluminada. Uma pessoa, visível apenas pelas mãos e parte do tronco vestido com uma blusa de listras, está manuseando ervas frescas sobre uma tábua de corte. Na bancada, há uma variedade de vegetais frescos e coloridos, como abobrinha, pimentão vermelho, ervas, e uma melancia parcialmente cortada ao fundo. Potes de condimentos e panelas também são visíveis, criando uma cena vibrante que sugere uma refeição saudável e nutritiva sendo preparada.
Evite erros na cozinha: use tábua de polietileno ou vidro

3. Esperar a comida esfriar para guardar na geladeira

Um dos grandes mitos da cozinha: não se deve guardar comida quente na geladeira. Vamos acabar com essa história agora: isso não é verdade.

Ao contrário, colocar comida ainda quente na geladeira ajuda a dar um chega pra lá nos microrganismos que adoram um prato feito.

Claro, isso pode fazer a geladeira trabalhar um pouquinho mais, aumentando o consumo de energia. Mas nada que vá fazer que ela pare de funcionar.

Então, se a ideia é evitar aqueles erros na cozinha que podem colocar a saúde em risco, não pense duas vezes: pode guardar os alimentos ainda mornos na geladeira. O que não pode é:

4. Guardar comida quente na geladeira em recipiente fechado

Para minimizar os riscos na cozinha e proteger sua saúde, comece a armazenar a comida ainda quente na geladeira, deixando o recipiente destampado por uma ou duas horas.

O motivo? Deixar a vasilha tampada enquanto a comida está quente impede que o ar frio circule adequadamente dentro do recipiente.

Isso retarda o processo de resfriamento do alimento, criando condições ideais para a proliferação de bactérias.

Portanto é recomendável deixar o alimento destampado inicialmente e, depois de algum tempo, fechar o recipiente.

Se precisar sair e não quiser deixar o recipiente aberto, uma opção é cobrir a vasilha com plástico filme e perfurá-lo para permitir a ventilação. Ao retornar, basta remover o plástico e fechar o recipiente como de costume.

5. Erros na cozinha: Guardar ovos na porta da geladeira

Embora muitas geladeiras venham equipadas de fábrica com um compartimento para ovos na porta, armazená-los ali pode ser um equívoco.

Todas as vezes que a porta da geladeira se abre, as variações de temperatura na área da porta podem acelerar a deterioração dos ovos.

Essas condições tornam o ambiente ideal para a proliferação de salmonelas, as bactérias que estão por trás de muitos casos de intoxicação alimentar.

Para armazená-los de maneira segura, lave e seque bem os ovos antes de guardá-los. Em seguida, coloque-os na primeira ou segunda prateleira da geladeira, dentro de um recipiente apropriado.

6. Guardar produtos em latas abertas

Outro erro frequente é guardar latas abertas na geladeira. Portanto, ao abrir alimentos conservados em latas, é importante transferir todo o conteúdo para outro recipiente com tampa antes de refrigerar.

Além disso, outro costume que é um grande erro na cozinha é armazenar cola na geladeira. Produtos químicos não devem ocupar espaço no refrigerador devido ao risco de contaminação.

7. Assoprar velinhas do bolo

Inegavelmente, a pandemia de covid-19 trouxe uma série de reflexões sobre o estilo de vida e hábitos, inclusive aquela velha tradição de soprar as velas em cima do bolo. Acontece que assoprar as velas pode espalhar bactérias da saliva pelo bolo.

Isso pode deixar todo mundo com intoxicação alimentar, tendo que lidar com vômito e mal-estar que dura um dia inteiro. Então, vale a pena buscar alternativas para apagar as velas!

Outra dica valiosa para manter a segurança na cozinha é evitar deixar o bolo fora da geladeira por períodos prolongados.

8. Ignorar as formigas

Certamente, um erro comum na cozinha é considerar as formigas como “limpinhas”. Na verdade, a realidade é bem diferente!

Formigas se destacam como transmissoras de bactérias, superando até as baratas em eficiência. Surpreendente, né?

Portanto, se formigas invadirem algum alimento, a única solução é descartá-lo. Essa decisão assegura a saúde e segurança da sua família.

9. Lavar alimentos dentro da pia da cozinha

Você tem o costume de lavar os alimentos na pia? Você até pode lavar os alimentos na pia, mas só se a ela estiver limpinha, higienizada com água, sabão e hipoclorito de sódio.

Se não for esse o caso, melhor nem arriscar!

Para prevenir a contaminação dos alimentos, opte por usar um escorredor, uma bacia ou um pote de vidro. Assim, você garante uma lavagem eficaz e segura.

Inclusive, a higienização dos alimentos também oferece uma ótima chance de envolver as crianças na cozinha. Incentivar os pequenos a participar do preparo dos alimentos se torna fundamental para estabelecer bons hábitos de saúde na família.

10. Usar lixeira de pia é um dos erros mais comuns

Por fim, ter um lixinho sobre a pia é algo bastante comum, mas lembre-se de que o lixo se torna um campo fértil para a proliferação de inúmeras bactérias.

Assim, tendo o lixo tão perto do local onde se manuseiam alimentos, o risco de contaminação dispara. Então, melhor evitar colocar um recipiente de lixo sobre a pia.

Aliás, sobre os alimentos que sobram nas embalagens depois de abertos, o ideal é transferi-los para potes ou embalagens a vácuo.

Esqueça os prendedores de roupa ou soluções parecidas para fechar embalagens; eles não selam completamente, aumentando o risco de deterioração e contaminação dos alimentos.

Erros na cozinha colocam a saúde em risco

Inicie mudanças em sua casa e oriente as crianças sobre esses hábitos saudáveis.

Certamente, essas mudanças trarão benefícios significativos para a saúde de toda a família.

Gostou das dicas? Então não esqueça de compartilhar!

PERDOAR É UM ATO DE FÉ E CURA

 Perdoar alivia cargas emocionais, promove saúde e bem-estar, reduz o risco de doenças cardíacas, baixa a pressão arterial e fortalece o sistema imunológico.

Com toda a certeza, perdoar alivia cargas emocionais, promove saúde e bem-estar, reduz o risco de doenças cardíacas, baixa a pressão arterial e fortalece o sistema imunológico.

Além disso, fortalece a saúde espiritual, aprofunda a conexão com o Divino e enriquece o bem-estar interior, sendo um ato de fé e cura.

Liberar o perdão a quem nos traiu é desafiador, mas vital para libertar-nos de sentimentos negativos que podem gerar amargura e impedir o progresso pessoal.

Perdoar é um ato de fé e cura que inicia um processo de cura emocional e paz de espírito, facilitando o desapego de ressentimentos passados.

Ao conceder perdão, melhoramos nossas relações interpessoais, cultivando empatia e compreensão mútua.

Superar o passado e seguir em frente demonstra força e maturidade, impulsionando o desenvolvimento pessoal e fortalecendo relacionamentos saudáveis e duradouros.

Por fim, perdoar melhora nossa saúde física, mental e espiritual, sendo essencial para uma vida plena e equilibrada.

Por fim, considere como o perdão pode transformar sua vida e saúde hoje.

ALIMENTAÇÃO BASEADA EM PLANTAS

Descubra como a dieta baseada em plantas pode transformar sua saúde. Aprenda sobre os benefícios de reduzir o risco de doenças crônicas ao adotar um estilo de vida mais saudável e feliz com frutas, verduras e grãos integrais.

Melhorar a saúde através da alimentação é um objetivo que pode ser alcançado com a adoção de uma alimentação baseada em plantas.

Essa prática não apenas reduz o risco de várias doenças crônicas, mas também promove um bem-estar geral significativo.

A saber, a alimentação baseada em plantas consiste em consumir alimentos como frutas, verduras e grãos integrais, ricos em nutrientes essenciais e pobres em gorduras saturadas e colesterol.

Conforme estudos, uma alimentação rica em alimentos vegetais está associada a uma menor incidência de diabete tipo 2, hipertensão arterial (pressão alta) e doenças cardíacas.

De fato, a fibra encontrada nesses alimentos é crucial para a saúde digestiva e ajuda a manter os níveis de açúcar no sangue estáveis, além de promover a saciedade e auxiliar na manutenção de um peso saudável.

Além disso, os antioxidantes e fitoquímicos presentes nas plantas possuem propriedades anti-inflamatórias que ajudam a proteger o corpo contra várias doenças.

Alimentação à base de plantas reduz risco de câncer

Aliás, um dos benefícios mais notáveis de uma alimentação baseada em plantas é a redução do risco de câncer.

Pesquisas indicam que a comida rica em alimentos vegetais pode diminuir a probabilidade de desenvolver certos tipos de câncer, como o de mama, próstata e cólon.

Os fitoquímicos presentes nesses alimentos atuam como antioxidantes, neutralizando os radicais livres que podem danificar as células e levar ao desenvolvimento de câncer.

Além disso, a alta ingestão de fibras promove um ambiente intestinal saudável, o que também está ligado a um menor risco de câncer colorretal.

Inclusive, estudos sugerem que pessoas que seguem uma alimentação rica em alimentos vegetais tendem a ter menores níveis de depressão e ansiedade.

Esse efeito pode estar relacionado à promoção de um microbioma intestinal saudável, que influencia positivamente o cérebro através do eixo intestino-cérebro.

Pequenas alterações, como incluir mais refeições sem carne na sua semana e explorar novas receitas à base de vegetais, podem facilitar essa mudança.

Dessa forma, descobrir alternativas vegetais para produtos lácteos e outras fontes de proteínas animais também é uma boa estratégia.

O importante é fazer mudanças sustentáveis que se adaptem ao seu estilo de vida e preferências pessoais.

Em resumo, a alimentação baseada em plantas oferece uma abordagem holística para melhorar a saúde, prevenir doenças e promover uma vida mais plena e feliz.

Ao incorporar mais frutas, verduras e grãos integrais na sua alimentação, você não apenas melhora sua saúde física, mas também contribui para um planeta mais sustentável e um mundo mais compassivo.

Por fim, esse estilo de vida pode ser um dos passos mais poderosos que você pode dar em direção a uma vida equilibrada e saudável.

COMO PARAR DE FUMAR? 4 ATITUDES URGENTES

 Existem estratégias eficazes sobre como parar de fumar e evitar os gatilhos do cigarro, que podem ajudá-lo a alcançar uma vida mais saudável e livre do vício.

Você já está cansado de ser dependente do tabaco e quer parar de fumar? Logo após o Dia Mundial Sem Tabaco, decidimos apresentar 4 atitudes que podem ajudar no processo de parar de fumar.

Antes de tudo, importante frisar que o tabagismo é a principal causa de morte evitável, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Além disso, o vício da nicotina é responsável por aproximadamente 50 doenças, incluindo o câncer.

O que deixa a história ainda mais triste é que, segundo a mesma organização, o tabagismo é considerado uma doença pediátrica, visto que 90% dos fumantes começaram antes dos 19 anos.

Não só isso, mas pesquisas indicam que a iniciação ao tabagismo geralmente ocorre durante a adolescência, por volta dos 15 anos.

Diversas formas de consumo do tabaco

A maioria das pessoas consome tabaco fumando cigarros, mas outras formas de consumo incluem charutos, cachimbos, narguilé (um tipo de cachimbo de água usado para fumar tabaco aromatizado) e, mais recentemente, cigarros eletrônicos.

cigarro eletrônico, também, conhecido como “vape”, atrai fortemente o público jovem, preocupando bastante os órgãos governamentais.

No Brasil, apesar de ser proibido a fabricação, a importação, a comercialização, a distribuição, o armazenamento, o transporte e a propaganda de dispositivos eletrônicos para fumar, não é difícil encontrá-lo à venda.

Se você ainda não se convenceu de que parar de fumar é essencial para a sua saúde, confira estas estatísticas brasileiras divulgadas pela Fundação do Câncer, que apontam o tabagismo como responsável por:

  • 200 mil mortes por ano (23 pessoas por hora);
  • 25% das mortes causadas por doença coronariana — angina e infarto do miocárdio;
  • 45% das mortes por infarto agudo do miocárdio na faixa etária abaixo de 65 anos;
  • 85% das mortes causadas por bronquite crônica e enfisema pulmonar (doença pulmonar obstrutiva crônica);
  • 90% dos casos de câncer no pulmão (entre os 10% restantes, 1/3 é de fumantes passivos);
  • 25% das doenças vasculares [entre elas, acidente vascular (derrame) cerebral];
  • 30% das mortes decorrentes de outros tipos de câncer (de boca, laringe, faringe, esôfago, estômago, pâncreas, fígado, rim, bexiga, colo de útero, leucemia).

É possível parar de fumar?

Com toda a certeza, milhões de pessoas querem saber como parar de fumar. Porém, a mudança não é tão simples, pois o tabaco causa dependência física, psicológica e comportamental semelhante àquela causada pelo uso de outras drogas.

Sistema Único de Saúde (SUS) oferece tratamentos gratuitos e completos para quem deseja parar de fumar.

Esses tratamentos incluem medicamentos como adesivos, pastilhas, além do acompanhamento médico necessário para cada caso.

Aliás, você também pode calcular o seu grau de dependência à nicotina por meio do teste Fagerström.

Deixar de fumar é um grande desafio, sabendo disso, aqui neste post, listamos 4 atitudes que podem ser o primeiro passo para a mudança.

Passo 1: Tome a decisão de parar de fumar

Você precisa realmente desejar parar de fumar. Não adianta que sua família ou amigos queiram isso por você; a decisão deve partir de você. É essencial que você se convença de que parar de fumar é o melhor para a sua vida.

Durante esse processo, é normal sentir-se dividido. Você pode pensar: “Uma parte de mim quer parar, mas outra parte quer continuar.” Quando isso acontecer, foque nos benefícios de abandonar o vício.

Em seguida, marque uma data específica para começar o processo de retirar a nicotina, mas evite escolher uma data muito distante. Decidiu parar? Então comece o quanto antes!

Lembre-se dessa data como um marco em sua vida, mas não a transforme em um memorial de boas recordações. A data que você escolher simbolizará a libertação de um vício e não o início de um sofrimento.

Passo 2: Fique longe dos gatilhos

Se você sabe que certas situações despertam a vontade de fumar, mantenha-se afastado delas! Preste atenção aos fatores que podem fazer você se desviar do seu objetivo principal: parar de fumar.

Por exemplo, o consumo de bebida alcoólica, muitas vezes, é um gatilho comum, pois o álcool acelera o metabolismo da nicotina, aumentando a vontade de fumar outro cigarro.

Certamente, cada fumante tem gatilhos diferentes. É essencial identificar quais são os seus e eliminá-los da sua rotina. Essa consciência é uma parte fundamental de como parar de fumar e alcançar uma vida mais saudável.

Se você quer parar de fumar, corra dos gatilhos

  • Se você está acostumado a dirigir fumando, remova o cigarro do carro imediatamente!
  • Se costuma fumar após as refeições, levante-se assim que terminar de comer e escove os dentes. Isso ajudará a diminuir a fissura pelo cigarro.
  • Chupar gelo e comer cubinhos de frutas geladas também são estratégias eficazes para reduzir a vontade de fumar.
  • Frequentar lugares onde é proibido fumar e evitar espaços com fumantes são práticas importantes para aprender como parar de fumar e manter-se livre do vício.

Passo 3: Mude sua alimentação

Se você quer parar de fumar, é essencial repensar sua alimentação. O fumo rouba, entre outras coisas, a vitamina C e a imunidade, então é hora de repor o que foi perdido e investir na sua saúde.

Além disso, quando aquela vontade quase incontrolável de fumar surgir, tenha sempre um kit de salvação por perto: bebidas não alcoólicas geladas, frutas picadas, picolés de baixa caloria ou cubos de gelo feitos com água de coco.

Bem como, você pode cortar em palitinhos uma cenoura crua, aipo ou rabanete. Assim que sentir vontade de fumar, coma uma dessas opções. Mastigar cravos ou pedacinhos de gengibre também é eficaz para cortar o desejo de fumar.

Na hora de fazer a substituição, escolha alimentos que você goste e que tragam prazer, para que o processo não seja um sacrifício.

O que não pode faltar é água! Beba muita água. Ela ajuda a limpar seu organismo e a eliminar mais rapidamente as toxinas do tabaco. Essas mudanças alimentares são parte fundamental de como parar de fumar de maneira saudável e eficaz.

O caminho da libertação do cigarro passa pelos hábitos de uma vida saudável.

Passo 4: Procure apoio!

Neste momento de mudança, contar com uma rede de apoio que fortaleça sua decisão é essencial. Parar de fumar exige muito esforço, mas a ajuda de outras pessoas pode tornar essa transição mais bem-sucedida.

Converse com pessoas que já passaram por essa experiência, que largaram o vício e continuam firmes em sua decisão. Troque experiências e busque dicas sobre como parar de fumar e trilhar esse caminho eficazmente.

Por exemplo, grupos de apoio e encontros semanais são ótimas opções para entender melhor esse processo de mudança a partir das experiências de outras pessoas.

Esses encontros são valiosos porque ajudam muito aqueles que querem parar de fumar. Um apoia o outro, e, no fim, todos se aproximam devido ao objetivo comum. Não tenha medo de se abrir e falar sobre suas dificuldades. Este é um momento em que você precisa de ajuda e apoio.

Busque também apoio na família, explique o momento pelo qual está passando e peça a compreensão de todos.

Assim, eles podem ajudar você a evitar gatilhos e até mudar algumas rotinas para que o processo de abstinência seja mais positivo.

Por fim, se por acaso, a família ou os amigos não entenderem sua decisão — e até mesmo debocharem da sua vontade de parar de fumar — não leve isso em consideração, pois esta é uma decisão pessoal. Peça que respeitem sua escolha e siga determinado em sua mudança.

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