25.10.13

COMO VAI A SAÚDE DE SEUS PÉS?

Os pés normalmente são negligenciados no trabalho corporal, mas, como qualquer parte do corpo, têm articulações, músculos, cápsulas e ligamentos, necessitando ser mobilizados, alongados e fortalecidos para se tornarem e se manterem saudáveis.
Pés mal tratados podem comprometer a saúde de todo o corpo, incluindo da coluna e de outras articulações. Pisar mal pode vir a ser a causa de cefaleias, dores nas costas, escolioses e lordoses, além de problemas nos ombros, nos membros inferiores, na pélvis ou em outras partes do corpo, principalmente quando combinamos isso com carregar peso excessivo.
Os pés são a base do corpo humano e têm a função de prover estabilidade, além de exercer funções importantes como a marcha. Qualquer lesão ou machucado pode acarretar assimetria e problemas de toda ordem neuro-musculoesquelética. O pé é a extremidade dos membros dos animais terrestres que assenta no solo. No homem e em outros bípedes, o termo se aplica apenas à parte final das extremidades inferiores.
Cada pé tem 26 ossos, cerca de 20 músculos, ligamentos, tendões, tecidos que atuam como amortecedores, absorvem e fazem a transdução do impacto de nossa pisada no chão para as articulações acima.
Os ossos dos pés formam uma plataforma mantendo a distribuição adequada para o equilíbrio dinâmico e, sendo uma unidade funcional, "os ossos do pé também transferem o peso do calcanhar para a parte anterior do pé, impulsionando a marcha".
Segundo o francês Eric Viel (2007) "a reverberação dos choques no calcanhar dissipa-se no esqueleto e nos músculos do membro inferior, passa pela pelve, para ser amortecida nos discos intervertebrais, e atinge a cabeça". Daí podemos perceber a importância de incluir os pés como parte fundamental dentro de um programa de exercícios.
"Uma rede de músculos, tendões e ligamentos move, suporta e mantém os ossos do pé na posição certa. Ajuda-nos a manter o equilíbrio sobre superfícies desiguais, proporcionando-nos a propulsão, elasticidade e flexibilidade necessárias para caminhar, saltar e correr."
Os músculos dos pés são divididos entre intrínsecos e extrínsecos. Suas funções incluem mover e estabilizar os dedos no chão, suportar o arco, levantar os dedos e controlar os movimentos do tornozelo etc. Os ligamentos fixam os tendões no lugar e estabilizam as articulações sendo a fáscia plantar, a estrutura mais longa do pé "que forma o arco entre o calcanhar e os dedos e permite manter o equilíbrio e caminhar".
Segundo Eric Viel, 2007, "O pé age, ao mesmo tempo, como uma mola de lâmina ao se deixar comprimir, e como amortecedor hidráulico dissipando uma parte das forças. Por essa razão, ele foi comparado a um amortecedor de choques e para cumprir eficazmente a sua função o pé deve ser flexível. O recebimento do peso do corpo determina, nas pequenas articulações, movimentos complexos de deslizamento e de rotação nos três planos no espaço. Rigidez é sinônimo de início das dores". O pé deve ser flexível e proporcionar uma sensação de leveza e flutuação.
Esse tema foi abordado durante a Conferência Internacional da PhysioPilates - Polestar, por Trent McEntire, conferencista internacional e presidente do conselho de administração da Pilates Method Alliance (PMA), uma Associação Internacional de profissionais de Pilates, fundada há 10 anos nos EUA, que vem definindo parâmetros para o Pilates. Trent chamou nossa atenção para a importância da saúde dos pés e alertou sobre a importância de estimular essas estruturas para uma melhor deambulação e postura.Ministrou exercícios específicos para desenvolver a inteligência, a força e a mobilidade dos pés incluindo o uso da banda elástica. Os participantes do workshop relataram uma sensação de flutuação e equilíbrio em todo o corpo após as práticas.
Os pés são divididos em três partes: Tarso - a parte superior, que se liga com os ossos da perna; metatarso - a parte mediana; e dedos que são as extremidades. Algumas partes dos pés são denominadas vulgarmente de "planta do pé" - a parte do pé que apoia no solo; é formada pelo calcanhar e pela face inferior dos ossos do metatarso e das falanges e é coberta por uma pele mais espessa do que no resto do corpo; "calcanhar" que é o osso calcâneo; "tornozelo", que é a articulação do pé com a perna.
Existem alguns tipos de pés. O pé plano ocorre pela queda do arco longitudinal do pé. Os ossos do tarso tendem a formar uma linha reta em vez de um arco, perdendo a função de amortecimento.Também temos o pé cavo, em que o arco longitudinal é muito acentuado, há excesso de pressão nas cabeças dos metatarsos que estão abaixadas, com formação de calosidades e fascite plantar. Também existem outros tipos de desalinhamentos:os pronados, quando o peso cai para dentro, os supinados, quando o peso está mais para a borda de fora do pé, entre outros. O apoio anormal leva também à formação de calosidades plantares e à metatarsalgia crônica. A persistência dessas alterações leva à artrose precoce, necessitando de exercícios de alinhamento, mobilização, propriocepção e força na sua trama de ossos, músculos, tendões, cápsulas etc.
Existem duas fases da marcha chamadas de apoio e oscilação, que são subdivididas em subgrupos nos quais o pé tem grande importância. Qualquer alteração numa dessas fases, seja por comprometimento no pé ou em qualquer outra área do corpo, pode causar lesões ou desequilíbrios afetando o corpo como um todo. Outras estruturas importantes do corpo fazem coordenação com a passada do pé: joelho, quadril, a posição do tronco e a cabeça, sendo importante manter essas áreas alinhadas para uma melhor harmonia.
Os ossos dos pés são projetados para se articularem e a mobilização deve ser estimulada e em conjunto com outras partes para oferecer uma melhor movimentação nas atividades de vida diária, de vida profissional ou de recreação. Mas quem é que cuida dos pés e das suas articulações?
Durante nossa evolução de vestuário foi necessário o uso de sapatos para cumprirmos com os nossos compromissos e, por questões estéticas, desenvolvemos modelos cada vez mais exóticos, que enchem os olhos de homens e mulheres. Mas, nem sempre esses sapatos são confortáveis para os pés e, com freqüência, torna-se um sacrifício para todo o corpo e para os próprios pés equilibrar-se sobre eles.
Para uma festa, escolhemos os sapatos mais bonitos, e não temos a urgência de nos preocupamos com o conforto, por ser uma situação extraordinária ou pontual. Mas imaginemos quem precisa utilizar um sapato de salto alto para trabalhar e necessita ficar de seis a oito horas por dia, todos os dias, com aquele calçado?
Já observaram a postura de pessoas que caminham de um lado para o outro com sapatos de salto alto ou apertados? Caminham em bloco, esquecendo-se de articularem esses ossos tão importantes, perdendo a sensação de flutuação que um pé bem trabalhado pode dar a todo o corpo. Esses indivíduos estarão mais sujeitos a terem lesões de todo tipo, ao longo de anos.
As mulheres, por exemplo, são candidatas a problemas em pés, tornozelos, joelhos e coluna, por conta do sapato alto. De acordo com Tatiana Abreu, sócia-fundadora da FisioRun Fisioterapia, "os saltos muito altos alteram a biomecânica da passada. Há, ainda, dificuldade na flexão da planta do pé, o que prejudica a circulação e potencializa a tendência ao aparecimento de varizes". Mas, os problemas não param por aí. A fisioterapeuta ressalta que, por conta da posição dos pés, "o salto 'encurta' a musculatura da panturrilha e, consequentemente, também o tendão de Aquiles. Dores no joelho, no arco anterior dos pés, joanetes, calos, tendinites, unhas encravadas e danos à coluna são outros problemas causados pelo salto alto". O salto alto muda a pisada normal, o apoio da carga desarrumando os ossos do pé, impedindo a sua mobilização, alterando o equilíbrio, o centro de gravidade e comprometendo a relação de alinhamento e sobreposição da cabeça, ombros, cintura pélvica e pés, sendo assim, potencializador de diversos problemas na coluna, quando utilizados em excesso.
É necessária uma mudança de hábitos como a de escolher cuidadosamente calçados mais adequados e avaliar sua marcha com regularidade.
Algumas patologias são chamadas de "síndromes" do pé e são percebidas quando surgem manifestações de: mialgia, tendinite, neurite, distensão, bursite de calcâneo,fascite plantar, metatarsalgia, calcâneo doloroso, dor no ante-pé, sesamordite, calosidade, fraturas,esporão e todas elas causam alterações na postura.
Essas síndromes devem ser investigadas e tratadas de imediato, para evitar lesões de maior impacto, porém o melhor caminho é a prevenção, com o trabalho diário de aquecimento, alongamento, fortalecimento muscular e consciência corporal.
É clara a importância da atenção e cuidados preventivos para evitar as alterações nessas estruturas de base, contribuindo, assim, para a diminuição da extensão dos desequilíbrios que desencadeiam nas estruturas superiores.

20.10.13

PRINCIPAL CAUSA DA CONFUSÃO MENTAL NO IDOSO


Sempre que dou aula de clínica médica a estudantes do quarto ano de Medicina, lanço a pergunta: 
- Quais as causas que mais fazem o vovô ou a vovó terem confusão mental? 
Alguns arriscam: *"Tumor na cabeça".
Eu digo: "Não". 
Outros apostam: "Mal de Alzheimer" 
Respondo, novamente: "Não".
A cada negativa a turma se espanta... E fica ainda mais boquiaberta quando enumero os três 
responsáveis mais comuns:
- diabetes descontrolado;
- infecção urinária; 
- a família passou um dia inteiro no shopping, enquanto os idosos ficaram em casa.

Parece brincadeira, mas não é. Constantemente vovô e vovó, sem sentir sede, deixam de tomar líquidos.
Quando falta gente em casa para lembrá-los, desidratam-se com rapidez.
A desidratação tende a ser grave e afeta todo o organismo. Pode causar confusão mental abrupta, queda de pressão arterial, aumento dos batimentos cardíacos ("batedeira"), angina (dor no peito), coma e até morte.
Insisto: não é brincadeira.
Na melhor idade, que começa aos 60 anos, temos pouco mais de 50% de água no corpo. Isso faz parte do processo natural de envelhecimento.
Portanto, os idosos têm menor reserva hídrica. 
Mas há outro complicador: mesmo desidratados, eles não sentem vontade de tomar água, pois os seus mecanismos de equilíbrio interno não funcionam muito bem.
Conclusão:
Idosos desidratam-se facilmente não apenas porque possuem reserva hídrica menor, mas também porque percebem menos a falta de água em seu corpo. Mesmo que o idoso seja saudável, fica prejudicado o desempenho das reações químicas e funções de todo o seu organismo.
Por isso, aqui vão dois alertas:
1 - O primeiro é para vovós e vovôs: tornem voluntário o hábito de beber líquidos. Por líquido entenda-se água, sucos, chás, água-de-coco, sopa e frutas ricas em água como: melão, melancia, abacaxi, laranja e tangerina também funcionam. O importante é, a cada duas horas, botar 
algum líquido para dentro. Lembrem-se disso!
2 - Meu segundo alerta é para os familiares: ofereçam constantemente líquidos aos idosos. Ao mesmo tempo, fiquem atentos. Ao perceberem que estão rejeitando líquidos e, de um dia para o outro, ficam confusos, irritadiços, fora do ar, atenção! É quase certo que sejam sintomas decorrentes de desidratação.
"Líquido neles e rápido para um serviço médico".

Arnaldo Lichtenstein, médico, é clínico-geral do Hospital das Clínicas e professor colaborador do Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP).

2.10.13

EXERCÍCIO E PREVENÇÃO DE DOENÇAS CARDIOVASCULARES

A inatividade é uma característica das sociedades modernas, em que o progresso e a tecnologia afastaram a necessidade da atividade física, antes fundamental para a sobrevivência do ser humano.
A associação entre o sedentarismo e a ocorrência de doenças cardiovasculares já foi estabelecida há quase 5 décadas, tendo sido demonstrada uma clara relação de dose e efeito entre a prática de atividades físicas e a ocorrência de eventos coronarianos fatais e não-fatais (p. ex.: infarto do miocárdio, angina do peito, morte súbita, etc.). O tipo de atividade física parece ter pouca relevância na obtenção desse efeito, importando mais o gasto calórico dispendido.
Á medida que aumenta o gasto calórico, diminui progressivamente o risco de um problema cardiovascular. Um gasto calórico superior a 2000 kcal por semana através de exercícios parece não adicionar nenhum benefício na prevenção de coronariopatias. A proteção do exercício se manifesta somente naqueles que estão se exercitando regularmente.
O fato do indivíduo ter sido um grande atleta no passado não confere proteção caso ele tenha voltado a ser sedentário. Ou seja, "exercício não é vacina", que é feita uma vez na vida e a proteção dura para sempre. A chave é manter-se sempre em atividade. As razões exatas para o efeito protetor do exercício regular não são ainda totalmente compreendidas, mas, com certeza, o efeito sobre alguns dos fatores de risco tradicionais é parte importante dessa proteção.
Fatores de Risco para Doença Cardiovascular
Os fatores de risco para doença cardiovascular são os principais responsáveis pelo desenvolvimento das placas de aterosclerose, que entopem as artérias. Dentre os fatores de risco tradicionais, o exercício regular é capaz de influenciar positivamente o perfil lipídico, a obesidade, a resistência à insulina e a hipertensão arterial.
Em relação ao perfil lipídico, ele promove o aumento das lipoproteínas de alta densidade, consideradas como sendo o "bom colesterol" (HDL - colesterol), que é capaz de retirar a gordura que deposita-se no interior das artérias, gerando as placas de aterosclerose. Ele diminui os níveis de triglicerídios e o efeito deletério das lipoproteínas de baixa densidade, também chamadas de "mau colesterol" (LDL - colesterol), responsáveis pelo depósito de gordura dentro das artérias.
Parte do efeito obtido pelo exercício passa pelo controle da obesidade. Os indivíduos que aderem a um programa de exercícios, além de gastarem mais calorias, eles demonstram maior capacidade em seguir uma dieta alimentar, facilitando a perda de peso. Nos adultos, o desenvolvimento de Diabete Melito ocorre pela resistência ao efeito da insulina e não pela falta dela. A insulina disponível, em quantidade suficiente, não consegue fazer com que a glicose (açúcar) penetre nas células e possa ser metabolizada.
O exercício diminui essa resistência à ação da insulina, facilitando a entrada da glicose na célula e retardando o aparecimento do quadro de Diabete Melito. Nos indivíduos que apresentam aumento sustentado da pressão arterial e começam a exercitar-se, observa-se discreta redução dos níveis pressóricos, que, em alguns casos, permite a redução, ou mesmo a suspensão da medicação anti-hipertensiva.
Arritmias Cardíacas
A ocorrência de descompassos no ritmo cardíaco, conhecidos como arritmias cardíacas, podem ser, tanto destituídos de qualquer significado clínico, como, em casos especiais, podem representar uma ameaça à vida. Um dos fatores responsáveis pela ocorrência dessas arritmias é a liberação de grandes quantidades de adrenalina durante momentos de grande tensão emocional ou durante exercício físico intenso e abrupto.
O treinamento físico diminui a quantidade de adrenalina que é liberada durante situações críticas, reduzindo o impacto sobre o coração. Um sedentário tem 100 vezes mais risco de ter uma parada cardíaca durante um exercício intenso e abrupto, ao qual ele não esteja habituado. Já um indivíduo bem condicionado fisicamente apresenta um risco apenas 2,5 vezes maior.
Risco de Trombose
O mecanismo principal de vários eventos cardiovasculares é a formação de um trombo dentro das artérias, provocando a oclusão do vaso e a interrupção do fornecimento de sangue. Como esse é um processo dinâmico, á medida que o trombo vai sendo formado, o organismo também vai desfazendo o trombo, através da fibrinólise. Através do exercício regular, é possível promover o aumento da fibrinólise, prevenindo a ocorrência de fenômenos trombóticos agudos, como o infarto do miocárdio.

26.9.13

DICAS PARA COMBATER O MAU HÁLITO

mau hálito‏



Se tem uma coisa que é bastante constrangedor e incômodo é o mau hálito. Esse problema que atinge mais pessoas do que se imagina, pode atrapalhar de verdade, a vida social de qualquer um, especialmente em situações como uma reunião de negócios, uma entrevista de emprego, ou mesmo um encontro casual com os amigos.
Esse tipo de problema acaba contribuindo que as pessoas ao redor se afastem do “portador do problema”. E o mais intrigante é que na maioria das vezes, a pessoa nem percebe que tem mau hálito (halitose). As causas podem ser variadas: falta de higiene bucal, determinados alimentos, problemas periodontais ou do trato digestivo.
O mau hálito não precisa ser uma condição permanente. Por mais difícil que seja encarar esse problema, é preciso ir em frente, pois na maioria dos casos, apenas algumas mudanças são necessárias para dar fim ao problema. O ideal é descobrir a origem causadora da halitose e assim trata-la da melhor maneira possível.


Veja 11 dicas que ajudam a combater o mau hálito

1. Escove os dentes com mais frequência
Ao fazer isso, você estará removendo bactérias ruins que possam estar causando esses odores. Os especialistas dizem que em 90% dos casos, a origem do problema está na boca. Portanto, cuidado redobrado na hora da higienização bucal, especialmente na língua pois nela se acumulam resíduos de alimentos e restos de células que descamam do epitélio lingual, causando fermentação e liberando substâncias ricas em enxofre, que por sua vez acaba causando o mau hálito.
Pra tornar a limpeza dos dentes, gengivas e língua ainda mais eficaz, além da escova dental convencional, utilize também fio dental ou escova interdental e raspador ou higienizador lingual para a higienização da língua. No caso da Halitose ter origem patológico é preciso recorrer a tratamentos especializados.
2. Enxague bem a boca após as refeições
Depois de comer, certifique-se de enxaguar bem a boca, retirando todas as partículas de alimento que eventualmente grudaram em sua boca. Além de ajudar na retirada de resíduos de alimentos presos nos dentes e gengiva, essa ação também ajuda a retirar o cheiro da comida que você acabou de comer. Use produtos de enxágue bucal ou antissépticos bucais que contenham dióxido de cloro.
3. Evite cremes dentais que contenham Lauril Sulfato de Sódio
Pastas de dente que tenham em sua composição o Lauril Sulfato de Sódio causam o aumento no ressecamento da mucosa bucal e descamação epitelial, duas das principais causas do mau hálito (Halitose). Portanto, procure comprar marcas que não contenham essa substância química.
4. Evite balas e gomas que contenham açúcar
Muitas pessoas recorrem às balas de hortelã ou menta para aliviar o problema, mas o ideal é evitar as que contem açúcar, pois como sabemos, as bactérias amam açúcar e ao consumir balas e chicletes açucarados você estará contribuindo para que elas se proliferem ainda mais. 
5. Consuma menos carne e coma mais vegetais e frutas
Comer menos carne e passar a introduzir mais fibras na alimentação, como legumes e frutas ajudam a combater a halitose de forma eficaz. Mastigar salsa, tomilho e alecrim ajudam a prevenir o odor bucal, pois contém clorofila, uma substância química encontrada em plantas que é considerado um aliado para combater o mau hálito.
6. Não faça jejum prolongado
Fazer jejum por um período prolongado pode causar mau hálito pois com o estômago vazio, o suco gástrico passa a ser sentido na boca. Com a correria do dia a dia, muitas pessoas dispensam o desjejum, o que é um grande erro. A dica vale também para os longos intervalos que muitos fazem entre uma refeição e outra.
7. Ingerir mais água ao longo do dia
A baixa ingestão de água também pode causa mau hálito pois contribui para a secura da boca. Se você toma certas medicações, então a hidratação deve ser redobrada pois algumas delas podem deixar a boca ainda mais seca. Certifique-se de beber no mínimo 8 copos de água por dia pois a água ajuda a manter a boca hidratada, ajudando na formação da saliva, que atua como um antibacteriano natural.
8. Evite certos alimentos
Alguns alimentos tendem a causar ou acentuar o problema da halitose, como o alho, cebola, refrigerante, suco de laranja, algumas especiarias e queijo. O alho contém compostos de enxofre que quando metabolizados, produzem sulfureto de metilo, que acaba sendo excretada pela boca, causando o mau cheiro bucal.
9. Deixe o tabagismo
Bom, não é novidade para ninguém, mas a nicotina é um dos vilões causadores do mau hálito. Aderir a este hábito não só vai prejudicar o seu hálito e saúde bucal como também vai expor seu corpo a muitos problemas de saúde a longo prazo. Portanto, o recomendável é abandonar esse péssimo hábito o mais rápido possível.
10. Visitas periódicas ao dentista
Visitas periódicas ao dentista é um requisito essencial para manter conservar a saúde oral em qualquer idade. O dentista é um dos melhores profissionais que podem ajudar a identificar a causa real do mau hálito e indicar as melhores soluções para o problema. Se ele perceber que o problema não está na boca e sim em outra parte do corpo, com certeza ele indicará o especialista ideal para averiguar a causa da halitose.
11. Procurar o especialista indicado
Muitas vezes, a causa do problema não está na boca e portanto é necessário uma investigação clínica para descobrir a origem do problema. Algumas doenças podem causar a halitose como diabetes, doença hepática, doença renal, sinusite, inflamação das amídalas e problemas estomacais como refluxo, neoplasia e prisão de ventre.
Descobrir as causas do mau hálito é o primeiro passo para se livrar deste problema desagradável de uma vez todas. Mau hálito não é uma condição permanente. Com tratamento é possível ter resultados satisfatórios e desta forma recuperar a autoestima perdida por esta condição tão incômoda para todos que dela sofrem.

14.9.13

FALTA DE EXERCÍCIO FÍSICO REDUZ EXPECTATIVA DE VIDA EM ATÉ 10 ANOS...


Quem pratica exercícios físicos regularmente reduz em até 50% a chance de
desenvolver doenças crônicas, como câncer, diabetes e problemas cardiovasculares.

A falta de atividade física pode reduzir em até 10 anos a expectativa de vida. Já quem se exercita reduz em até 50% a chance de desenvolver doenças crônicas, como câncer, diabetes e problemas cardiovasculares. Por isso, a atividade física foi considerada pelos especialistas do Simpósio sobre Balanço Energético da Série Científica Latino Americana a forma mais eficiente para combater a epidemia da obesidade
O encontro, que reuniu mais de 130 especialistas e pesquisadores em nutrição e saúde pública em todo o continente, contou com a participação de John Dupley, da Universidade de Rosário, na Colômbia, que apresentou provas científicas dos benefícios da atividade física em todas as áreas da saúde. Segundo ele, fazer uma hora de exercício moderado por dia ativa cerca de 800 genes que contribuem para a manutenção da boa saúde, bem como para reduzir em até 50% o desenvolvimento de doenças fatais, como câncer, diabetes e derrame.
“Cinco intervenções no estilo de vida podem reduzir o risco de desenvolver diabetes tipo dois em até 90%: não fumar, ter um consumo moderado de álcool, comer cinco porções de frutas e vegetais, fazer pelo menos 150 minutos de exercícios físicos por semana, equivalente a meia hora por dia, e ter um peso adequado”, explicou Dupley.
De acordo com os participantes do evento, o exercício e os cuidados com a alimentação são as melhores formas de combater os problemas associados ao ganho de peso. "O controle inadequado do balanço energético é provavelmente a principal causa de obesidade que afeta a América Latina", disse o Fernando Lavalle, presidente do Comitê Científico responsável pela organização do simpósio. Segundo o pesquisador da Universidade de Sonora, Mauro Valencia, o gasto energético total de um indivíduo está determinado pelo gasto do próprio metabolismo, o efeito termogênico dos alimentos e o gasto pela atividade física que é o mais variável.

“Um dos fatores determinantes no ganho de peso da população nos últimos anos é o aumento do consumo de ingestão de gordura, e não de carboidratos e açúcares, já que as gorduras têm um maior impacto no desequilíbrio de energia”, defendeu  Eric Ravussin, diretor do Centro Biomédico Pennington de Pesquisa em Nutrição sobre Obesidade da Universidade do Estado de Louisiana. Segundo o especialista, o metabolismo do corpo humano funciona de forma diferente para carboidratos e gorduras. Enquanto os primeiros vão para o fígado, e servem para proporcionar energia ao músculo esquelético, as gorduras praticamente servem para desenvolver o tecido adiposo levando ao aumento de peso e medidas.

7.9.13

ATIVIDADE FÍSICA X DOR DE CABEÇA

A lista de benefícios proporcionados pelos exercícios físicos parece não ter fim. Mas, acredite, os especialistas conseguiram descobrir mais um: eles amenizam as crises de dor de cabeça.
Não se espante caso um dia saia do consultório médico com a seguinte prescrição para as têmporas doloridas: sue a camisa, de preferência gastando a sola do tênis ou pedalando. É o que se conclui dos resultados obtidos pelo primeiro estudo epidemiológico sobre dor de cabeça realizado no Brasil. Assinado pelos neurologistas Luiz Paulo de Queiroz, da Universidade Federal de Santa Catarina, e Mario Peres, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), o trabalho ouviu 3 848 pessoas escolhidas aleatoriamente, de ambos os sexos, com idade entre 18 e 79 anos, em todo o país. 
O objetivo foi estimar a prevalência de enxaqueca e cefaleia — nome científico da dor de cabeça comum — entre os brasileiros. Além disso, procurou avaliar a relação entre esses tormentos e hábitos do dia a dia, como a prática regular de exercícios físicos. No final, os dados da pesquisa são um estímulo e tanto para todo mundo levantar da cadeira e se mexer — aliás, não só para quem vive com a sensação de que a testa está prestes a explodir. "Os sedentários apresentaram 43% mais enxaqueca e 100% mais cefaleia crônica, com crises diárias, do que os indivíduos que se exercitam", conta Queiroz. A explicação para esse elo entre menor incidência de dor de cabeça e malhação está nos nossos neurônios. "Os exercícios aumentam a produção de endorfinas, neurotransmissores que proporcionam bem-estar. Eles funcionam como uma morfina natural", compara o médico. 
O especialista em medicina do esporte Moisés Cohen, também da Unifesp, acrescenta: "Alguns artigos sugerem que outras substâncias liberadas durante a atividade física, como a epinefrina e os esteroides, podem estar por trás do alívio". A melhora na circulação sanguínea, que provoca um aumento da oxigenação cerebral, é mais um fator que colabora para o fim das dores. "Sem contar a diminuição do estresse", complementa a neurologista Norma Fleming, coordenadora responsável pelo Ambulatório de Cefaleia da Universidade do Estado do Rio de Janeiro e presidente da Associação de Dor do mesmo estado. Como as endorfinas estão diretamente ligadas a uma menor ocorrência de crises, os exercícios mais indicados para o combate da dor de cabeça são aqueles que mais estimulam a liberação dessas substâncias — os aeróbicos, como a caminhada, a natação e a corrida de baixo impacto. "Os exercícios de fortalecimento muscular também produzem algum efeito, porém em menor grau", nota o cardiologista José Kawazoe Lazzoli, presidente da Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte
"As atividades que envolvem relaxamento, como o alongamento e o Pilates, também podem ajudar a diminuir os sintomas, graças ao bem-estar que proporcionam", observa o neurologista e especialista em dor Eduardo Barreto, coordenador do Serviço de Neurocirurgia da Rede D’Or, que compreende hospitais e laboratório no Rio de Janeiro. Em relação a frequência, para que a melhora da dor seja flagrante, os especialistas recomendam suar a camisa três vezes por semana, entre 30 e 60 minutos. "Mas, no meu estudo, até mesmo aqueles que fizeram uma única sessão semanal de exercícios apresentaram uma diminuição nas crises", afirma Luiz Paulo de Queiroz. 
Além de privilegiar os esportes aeróbicos, a maneira como se pratica a atividade física conta muito. Se for feita de maneira incorreta, o feitiço se volta contra o feiticeiro — em vez de mitigar a dor, a malhação acaba por torná-la mais forte e, pior, pode aumentar o número de episódios de crise. "Os exercícios muito intensos ou realizados sem o devido aquecimento não são bem-vindos, especialmente para quem vive com dores de cabeça", alerta José Kawazoe Lazzoli.
Outra: para que o esporte só produza alívio, é fundamental alimentar-se bem antes e depois dos treinos. Respirar em um ritmo normal ao exercitar o corpo é igualmente recomendação importante. A tendência é prender a respiração quando a gente se esforça em demasia porque a glote, estrutura que se localiza na laringe e que impede a entrada dos alimentos nas vias respiratórias, se fecha. Mas daí a pressão arterial se eleva, o fluxo sanguíneo em direção à cabeça cai e, ui, não demora para aquela sensação ruim pintar na testa e adjacências. Além disso, só saia correndo por aí após se submeter a uma avaliação médica. "O aval de um especialista, assim como o acompanhamento de um fisioterapeuta ou fisiatra quando o indivíduo tiver problemas posturais, é imprescindível", lembra Barreto. Infelizmente, nem todo mundo encara a atividade física como aliada contra as dores que atormentam a cabeça. "Existem trabalhos que, ao contrário, afirmam que a enxaqueca, em alguns casos, pode ser desencadeada pelos exercícios", conta Moisés Cohen. "Nos pacientes em que a crise é provocada pelo esporte, o problema ocorre mesmo quando ele é praticado corretamente", lamenta Norma Fleming. Ainda bem que casos assim são mais raros. "Fazer um diário da dor ajuda a identificar se esse é um dos agentes que funcionam como gatilho para o desconforto — ou se é o oposto, quer dizer, uma maneira de alívio", dá a dica Barreto. E claro: ninguém deve fazer nenhum tipo de atividade física em plena crise de enxaqueca. "Nessa situação, sim, os exercícios podem exacerbar o problema", alerta Luiz Paulo de Queiroz. Para quem não se encaixa nesse perfil — o que vale para a maioria — , a suadeira pode ser o melhor remédio.
Numa crise, onde dói?O desconforto não se origina na massa cinzenta. Aliás, o cérebro, em si, não tem nervos e, portanto, é incapaz de sentir sua própria dor. Os músculos e os vasos sanguíneos da cabeça, estes sim, são bem vulneráveis, abrigando fibras nervosas que disparam mensagens dolorosas por qualquer bobagem. O couro cabeludo, os ossos da face e as meninges, membranas que envolvem o cérebro como uma capa protetora, também são capazes de levar uma pessoa a urrar de sofrimento.
Os benefícios do corre-corre
1.
 Durante a atividade física, o organismo libera as endorfinas, neurotransmissores que funcionam como um analgésico natural. "Elas agem bem nos centros reguladores da dor, que ficam no tronco cerebral, na base da massa cinzenta", descreve Luiz Paulo de Queiroz.
2. Ao movimentarmos o corpo, a circulação melhora e, de quebra, o aporte de oxigênio para a cabeça. Isso já traz um alívio. Para completar, o exercício contribui para evitar alterações no calibre dos vasos, fenômeno típico das enxaquecas.
3. Exercitar-se ajuda a emagrecer. E, entre os diversos benefícios da perda de peso, está a diminuição na quantidade e na intensidade dos episódios de crise. Isso porque o excedente de gordura corporal eleva o nível de substâncias inflamatórias, que também estão por trás da dor de cabeça.
4. Os exercícios diminuem o estresse e, por tabela, as famigeradas dores. Não à toa. Há uma queda nas taxas dos hormônios secretados em resposta às emoções negativas, que são um gatilho para o problema. Sem falar na diminuição da tensão muscular, outra que só atrapalha.
O jeito certo de se exercitarComece devagar, principalmente se você é um iniciante. Não se esqueça de alongar-se, antes e depois da malhação, e de fazer um aquecimento. Procure o tipo de exercício que mais lhe dá prazer para que ele não se transforme em mais uma fonte de estresse.
Nem pense em começar a se mexer antes de visitar um médico. Com esse zelo, males preexistentes, como eventuais problemas de coração, poderão ser detectados, impedindo ocorrências graves. E repita a avaliação periodicamente.
Três vezes por semana, por cerca de 30 minutos — essa é a recomendação básica para que o organismo desfrute dos benefícios da atividade. Conforme o tempo vai passando, é possível aumentar esse período.
Uma hora e meia antes do treino, coma uma fonte proteica, que ajuda a recuperar e preservar os músculos. Uma hora antes, ingira carboidratos como os dos pães integrais, que contribuem para a queima de açúcares e gordura durante o exercício. Depois da aula, faça um lanche com os dois nutrientes. Ah, hidrate-se o tempo todo.

Erros dolorososIr com muita sede ao pote logo no primeiro treino decididamente não é uma boa ideia. As chances de acordar quebrado no dia seguinte e só conseguir voltar à academia depois de, pelo menos, uma semana são grandes.
Malhar de estômago vazio, assim como passar muito tempo sem comer após a atividade, é uma roubada. Com glicose de menos no sangue, os vasos tendem a se contrair.
Por outro lado, exercitar-se apenas por alguns minutos e voltar a treinar só depois de muito tempo também não é legal. Para obter todas as benesses da atividade física, o certo é manter a frequência regular.
A pressa de começar a se exercitar é tão grande que perder tempo em uma consulta médica está fora de cogitação? Cuidado. Isso pode causar uma dor de cabeça ainda maior se você tiver algum problema mais grave enquanto se exercita.

31.8.13

JÁ OUVIU FALAR EM AMBLIOPIA?

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O QUE É AMBLIOPIA?

A Ambliopia ou “olho preguiçoso” é um déficit que acontece em uma parte do cérebro e acaba por afetar a visão de um dos olhos, justamente por esta razão, esse olho acaba não sendo exercitado o quanto precisa quando comparado ao outro olho saudável e com o passar do tempo este lado da visão acaba passando despercebido, podendo até causar cegueira total por não “aprender a ver”.
O ideal é que essa doença seja diagnosticada até os oito anos de idade, por isso é importante ficar atento à saúde ocular das crianças.
Exemplos do que pode causar a ambliopia são: Um erro refracional (grau), ou seja, quando há a necessidade da correção através de óculos ou lentes de contato, mas esse tratamento não ocorre ou não é feito adequadamente; A própria Ambliopia por privação que surge a partir de qualquer obstáculo à formação de imagem nítida na retina, como a catarata congênita, ptose palpebral, hemangiomas; E o estrabismo, quando a criança usa apenas o olho alinhado e trabalha seu cérebro para suprimir a imagem do outro olho para não ter visão dupla.
Contudo, existe tratamento, porém, alguns especialistas acreditam que este problema passa a ser irreversível quando não tratado antes dos dez anos de idade, já outros mais otimistas dizem que é possível melhorar essa acuidade visual em qualquer idade.
Para que o sucesso da reversão seja maior é importante cuidar, observar e fazer exames rotineiros em crianças a partir dos 3 ou 4 anos de idade.

25.8.13

MUSCULAÇÃO PODE GERAR PROBLEMAS DE COLUNA?




Este MITO é comumente encontrado nas academias quando se trata de alunos muito jovens (13 a 18 anos), que nunca treinaram. Normalmente pais e/ou médicos recomendam outras atividades sem pesos, como natação, desportos ou lutas, com a justificativa de que exercícios com pesos sobrecarregam a coluna vertebral.
Mas será que estes pais e médicos já pararam para pensar, que na maioria dos desportos, os praticantes e atletas podem desenvolver mais um lado do corpo do que o outro, já que dificilmente encontramos praticantes com a mesma habilidade em ambos os lados? Tenistas destros por exemplo, tem o braço direito visivelmente maior que o esquerdo e isso gera um desequilíbrio muscular que é o principal causador de ESCOLIOSES, porém, graças a MUSCULAÇÃO, esta característica pode ser amenizada. E assim serve para todos os esportes, ou seja, a MUSCULAÇÃO é a “salvadora” dos atletas, prevenindo e recuperando lesões, obviamente quando BEM ORIENTADA. 
Outro exemplo que podemos lembrar, é que antes mesmo de iniciarem nas academias, estes jovens passaram a infância carregando mochilas lotadas de cadernos e livros, sem a mínima orientação de como transportá-las ou o quanto de peso é ou não prejudicial, não só para a coluna vertebral, como também para as outras articulações. E com toda a certeza, se tivessem realizado fortalecimentos adequados desde esta época, minimizaria muito a ocorrência de desvios na coluna em muitas crianças. Além disso, quem não se lembra das aulas de educação física começando a todo vapor, sem um aquecimento prévio ou tênis adequados, até mesmo porque não se dava a mesma importância a estes fatores como nos dias de hoje? E na mesma aula, quem não se lembra daquele colega gordinho quase sem ar, por não conseguir correr 20 metros, já que o conteúdo das aulas sempre foi o mesmo para todos os alunos?
Seria então a musculação, orientada por um professor, com as fases de adaptação, progressão de cargas e movimentos, que iria causar danos na coluna vertebral?
Daí a importância da ANAMNESE para o professor saber o histórico de vida e saúde do aluno, e das avaliações física, funcional e postural, para que assim, se possa ou não detectar algum desvio na coluna, avaliar o grau de condicionamento físico, percentual de gordura, e assim, a elaboração do treino ser a mais adequada possível ao perfil do praticantes.

16.8.13

A QUEIMA DE GORDURA SÓ É INICIADA A PARTIR DE 20 MINUTOS DE EXERCÍCIO AERÓBIO?

Esta afirmação não procede (ainda bem!).
A gordura é um combustível utilizado como fonte de energia desde o início do exercício, seja aeróbio (corrida, caminhada, pedalada...) ou de resistência (musculação, aulas coletivas com pesos...), porém, é liberado pelo organismo de forma lenta (nos exercícios moderados e bem tolerados), enquanto os carboidratos são liberados de forma mais rápida (nos exercícios de alta intensidade).
A frequência cardíaca (FC), que é o número de batimentos cardíacos por minuto, é o melhor indicador para determinar a fonte de energia (combustível) utilizada durante o exercício. 
Para utilizar a gordura, o ideal é a FC estar entre 65 e 75% da FC máxima. FC máxima é o maior número de batimentos que o coração consegue efetuar em um minuto e é calculada da seguinte forma: 220-idade.
Por exemplo: uma pessoa de 30 anos, a FC máxima será 220 - 30 = 190 bpm (batimentos cardíacos por minuto). Portanto, a FC durante o exercício para a queima de gordura deverá estar entre 65 e 75% de 190 (190 x 0,65 e 190 x 0,75), ou seja, entre 124 e 143 bpm.
Acima de 75% da FC máxima, o combustível serão os carboidratos. Estes exercícios de alta intensidade são utilizados para melhorar o condicionamento físico e são tolerados por menos tempo. Eles também tem um gasto calórico maior devido ao maior esforço exigido.
Uma ótima opção é alternar os 2 tipos de exercícios durante a semana, de acordo com o objetivo e condicionamento físico de cada um. Um dia na semana deverá ser de descanso para preservar as articulações e o organismo se recompor dos esforços submetidos.
Na musculação, o programa de exercícios poderá ser elaborado para qualquer objetivo. Por exemplo, para a queima de gordura, poderá ser feito 3 vezes por semana, um circuito que trabalhe membros superiores e inferiores alternadamente, com intervalos pequenos a cada 3 exercícios consecutivos. Após a musculação, para melhorar o condicionamento físico e aumentar o gasto calórico, sugiro um exercício aeróbio intervalado (alternando as intensidades) que pode ser feito após a musculação, por 20 a 30 minutos.
Nos outros dias da semana (2 dias), a musculação poderá ter a ênfase em algum grupo muscular. No caso das mulheres, nos membros inferiores e dos homens, membros superiores. E mais 1 dia na semana poderá ser complementado com exercício aeróbio moderado contínuo, por mais tempo, por ser bem tolerado, de 40 a 60 minutos. E um dia na semana deverá ser totalmente off (descanso).
Isso foi apenas uma sugestão, dentre os diversos métodos de treinamento, que podemos adequar a cada caso.
Além disso, os hábitos alimentares deverão estar em harmonia com o objetivo a ser alcançado e assim, os resultados serão notados mais rapidamente.

11.8.13

QUANTO MAIS SUOR, MAIOR SERÁ A PERDA DE GORDURA?


Mais um mito comumente encontrado nas academias, já que muitos alunos acreditam que suar significa perder gordura e sendo assim, muitos se vestem inadequadamente com roupas térmicas (com efeito de sauna), casacos e calças para treinar, inclusive nos dias de calor, o que pode acarretar desidratação, pressão baixa e desmaios!!!
Logicamente, quem transpira mais, imediatamente após o exercício, terá perdido mais alguns gramas na balança do que quem transpirou menos, porém, esta diferença ocorre devido a perda de líquido, não de gordura.
Alguns atletas, como lutadores por exemplo, DEPENDEM da perda de peso (não importando se a perda foi de líquidos, músculos ou gordura), e por isso, fazem o uso de roupas térmicas, diuréticos, etc... para atingirem este objetivo, que muitas vezes prejudicam a saúde do atleta.  Que fique bem claro esta diferença!!!
A perda de gordura durante o exercício deverá ser monitorada através da frequência cardíaca que deverá estar em torno de 50 a 70% da FC (frequência cardíaca) máxima e o professor deverá orientar o aluno qual a frequência deverá ser mantida durante o treino. Isto varia conforme a idade e o grau de condicionamento físico. Por isso é importante para este objetivo, utilizar um frequencímetro.  
Para ocorrer a perda de gordura tão desejada, não há milagres como muitos gostariam, mas sim muita disciplina e dedicação através de treinos e dietas adequadas. O gasto calórico deverá ser maior que a ingestão, não existe outro método!!! E um nutricionista deverá ser consultado para a elaboração de uma dieta adequada às necessidades e objetivos do aluno.
Quanto aos treinos, a ênfase deverá ser nos exercícios aeróbicos, 5 a 7 vezes por semana, por 45 a 90 minutos, podendo ser divididos em 2 sessões diárias. O professor indicará qual o melhor método. Não esquecendo dos exercícios de musculação para não haver flacidez nem perda de massa muscular.

3.8.13

7 RECEITAS CASEIRAS PARA COMBATER A CELULITE

Você está pronta para descobrir algumas maneiras diferentes, porem eficazes para combater a celulite? Não importa a sua forma corporal, idade ou peso, a celulite pode aparecer. Então, se você está cansada de gastar dinheiro em cremes e tratamentos caros, experimente alguns dessas receitas caseiras simples que têm sido conhecidos por realmente funcionar! Veja as 7 receitinhas logo abaixo e prepare-se para usar shorts e roupas de banho!

1. SAL E AÇÚCAR EQUILIBRADOS

Uma das melhores maneiras de combater a celulite é prestar atenção ao que você come. Açúcar e sal, tanto faz celulite existente mais perceptível. O açúcar é armazenado em células de gordura e, na verdade, faz com que elas se expandam. Sal, como se sabe, leva-nos a reter líquidos, o que pode tornar com que a celulite pareça pior. Mantenha o seu açúcar diária e ingestão de sal em cheque para que a sua dieta não cause estragos na sua pele!

2. ROLO DE ESPUMA

Outro tratamento contra a celulite fácil que você pode tentar em casa é usar um rolo de espuma. Ele ajuda a manter o sangue fluindo e quebra o tecido adiposo. Pegue um rolo de espuma e mova / massageando as áreas afetadas por 20 minutos várias vezes por semana.

3. BORRAS DE CAFÉ

Para essa receita você ira usar restos de borras de café com um par de colheres de sopa de azeite de oliva e massageá-lo em seu corpo. Este tratamento simples ajudará a esfoliar e amaciar a pele, bem como ajudará a sua pele a aparecer menos covinhas. Muitos tratamentos anti-celulite contêm cafeína como ingrediente principal por isso aqui está uma versão baratinha do que você pode facilmente fazer em casa!

4. PINCEL SECO E ÓLEO DE COCO

Se você ainda não escolheu um pincel seco, no entanto, agora seria um grande momento! Além da suavização da pele e tonificação benefícios, a escovação seca pode ajudar a banir a celulite! Pegue um frasco de óleo de coco e esfregue um pouco sobre a área afetada. Em seguida, pegue um pincel seco e massageie suavemente a área onde você aplicou o óleo de coco. Você também pode usar uma escova para pentear cabelos de bebê.

5. ÓLEO DE ZIMBRO E AZEITONAS

Aqui está outra maneira de combater a celulite, que também irá suavizar e acalmar a pele. Tome quantidades iguais de óleo de zimbro e azeite e misture. Massageie os óleos nas áreas afetadas. Primeiro você irá notar que sua pele estará muito mais suave e nas próximas semanas você vai notar uma diferença na aparência da sua pele também!

6. COMER LINHAÇA

Parece que encontramos linhaça em muitos alimentos e produtos hoje em dia! Linhaça é um alimento excelente para combater a celulite, porque ela ajuda a aumentar o colágeno, que fortalece a pele e ajuda a reduzir a aparência da celulite. Desfrute de um par de colheres de sopa de linhaça, por dia, em iogurtes e saladas para ajudar a fortalecer e suavizar a pele de dentro para fora!

7. VINAGRE DE MAÇÃ

Vinagre de maçã é outra maneira de combater a celulite e até mesmo ajudar a reduzir o aparecimento de estrias. Existem duas maneiras de usar o vinagre de maçã: você pode esfregá-lo diretamente sobre a pele e massagear ou misture duas colheres de sopa em um copo de água e beba diariamente.

P.S: Tente cada tratamento por pelo menos 3-4 semanas antes de passar para outro. Tratamentos Naturais são eficazes, embora os resultados sejam mais demorados. Persista e não desista, vale muito a pena!

28.7.13

A ROTINA DOS PAIS INFLUENCIA NA ALIMENTAÇÃO DOS FILHOS

Filho de peixe, peixinho é
Garanto que você já ouviu essa expressão, pois é muito comum a usarmos quando achamos os filhos parecidos fisicamente com os pais. Mas as pesquisas comprovam que não é só na aparência, mas também no paladar que essa influência acontece.
Com a vida corrida dos pais e a opção pelo fastfood, as refeições têm levado os pequenos a dividirem o mal da obesidade e doenças de adultos com os pais. Já estamos observando graves problemas de saúde pública em relação à obesidade infantil.
Não é fácil e é necessário tempo, paciência e organização alimentar.

Algumas dicas 

• Mostre ao seu filhote que mudar de opção alimentar é legal: faça as mudanças aos poucos, inserindo frutas ao invés de uma sobremesa calórica, por exemplo. Comece trocando os alimentos que oferecerão menos resistência para as mudanças.
• Faça as refeições junto com o seu pequeno sempre que puder: perceber que a mudança na alimentação é familiar o ajudará a aceitar melhor as novas opções de alimentos em casa.
• Fuja dos alimentos industrializados: principalmente aqueles que parecem inofensivos para o lanche da escola. Evite bolachas, salgadinhos, chocolates e refrigerantes. Esses alimentos prejudicam a saúde e não alimentam nutricionalmente os pequenos.
• Programe um piquenique: faça passeios em parques, por exemplo. Garanto que será muito mais bacana ter um momento especial com o filhote longe da televisão que priva a comunicação familiar.
• Prepare os alimentos junto com o seu filho: faça de forma divertida e disponha-os da mesma forma no prato da criança, percebendo as preferências dos pequenos. Lembro-me de uma reportagem sobre a lancheira das crianças japonesas em que, além de serem super saudáveis, havia uma preocupação lúdica e de beleza na preparação da mesma. E se a mãe não preparasse tudo direitinho, de quebra levava bronca da professora. Bem que essa moda poderia pegar por aqui, né?

22.6.13

ALIMENTAÇÃO

Gerson comprou 1 carro 0 km. Durante anos, esse tinha sido seu sonho de consumo. Quando saiu da concessionária recebeu orientações sobre as revisões periódicas como troca de óleo, limpeza frequente do sistema de injeção, rodízio dos pneus etc... Explicaram a importância deles para o bom funcionamento e desempenho do carro. Mas quando saiu dali pensou consigo mesmo: "Imagine! Esse carro ficará novo por muito tempo. Eles querem é ganhar dinheiro nas minhas costas."
Para que servem os manuais que acompanham os produtos eletrônicos? Você costuma ler esses manuais antes de usar seus aparelhos? Quando lê, costuma seguir suas orientações? Cuida bem de seus equipamentos? Acha que os fabricantes são chatos quando pedem que os consumidores façam determinadas coisas?

Para Pensar:
Alimento pobre é igual:

  1. Energia imprópria
  2. Substâncias construtoras defeituosas que se opõem à vida, em lugar de dar-lhe suporte
Cada pessoa decide qual alimento fornece ao seu corpo para energizá-lo e repará-lo. Você está se alimentando com qualidade? Está pensando no seu bem-estar presente e futuro?

Que tipo de alimento você consome regularmente e suspeita não ser o melhor?
Lembre-se que enfrentar a realidade é melhor do que esconder o lixo debaixo do tapete. 
Uma vida melhor e mais saudável exige alimentos melhores e mais saudáveis. 

Fatos estranhos, mas verdadeiros sobre nutrição
Fato 1: Tanto uma criança africana com o ventre dilatado pela fome como um próspero indivíduo ocidental com a barriga estufada devido a errôneos hábitos alimentares, sofrem de má nutrição.
Fato 2: Se cortássemos 30 a 40% de nossa ingestão de calorias aumentaríamos nossa longevidade. 
Fato 3: Alerta aos professores e pais- Quando as crianças não fazem o desjejum são mais turbulentas durante as aulas, mais irritáveis e ansiosas e não têm bom aprendizado.
Fato 4: Homens que comem vegetais crus (repolho, brócolis, couve-flor e couve-de-bruxelas) têm 41% menos câncer de próstata.
Fato 5: As crianças americanas são expostas a 40.000 comerciais por ano, insistindo com elas para consumirem doces, cereais açucarados e lanches rápidos, conhecidos por prejudicar o organismo e produzir efeitos negativos sobre a saúde em longo prazo. 
Fato 6: Quase 2/3 dos adultos americanos estão com sobrepeso- uma condição que acelera o envelhecimento cerca de 9 anos. 
Para pensar:
Observe os animais em seu habitat natural. O que eles consomem? Quanto eles consomem? Quais são os animais obesos? E nós os chamamos de irracionais. 
Você não gosta do desjejum? Pense nesses fatos:
As pessoas que tomam um bom desjejum consomem menos calorias adicionais durante o dia. Isso significa menos ganho de peso.
Já as pessoas que omitem o desjejum:
  • Têm menos capacidade de concentrar-se e pensar claramente
  • São mais propensas a sofrer acidentes
  • Têm um tempo de reação mais lento
  • Registram altos níveis de colesterol
  • Têm níveis mais elevados de LDL (mau colesterol)
  • Sofrem mais ataques cardíacos
  • Têm mais tendência a contrair diabetes

As crianças que não tomam desjejum:
  • São mais desordeiras na sala de aula
  • São mais irritáveis e ansiosas
  • Têm dificuldades de aprendizado por causa da falta de glicose com a qual o cérebro trabalha
  • Estão mais cansadas na metade da manhã
Conclusão
Inicie um processo de reeducação alimentar. Comece devagar, mas firme em sua decisão. Coma um bom prato de salada diariamente- folhas verdes e legumes frescos com algumas nozes. Ingira ácidos graxos Ômega 3 e fibras. Elimine os refinados. Diminua o sal e radicalmente o açúcar. Abandone os alimentos cafeinados. 
O corpo humano é como uma máquina maravilhosa. Para funcionar devidamente exige o combustível certo, o alimento certo e os fluidos certos. Verdadeiramente: NOSSO DESTINO ESTÁ NO PRATO.  

8.6.13

ESTUDOS MOSTRAM LIGAÇÃO ENTRE INGESTÃO DE LATICÍNIOS E MAL DE PARKINSON


leite

Estudo publicado no American Journal of Epidemiology, diz que o consumo diário de laticínios, especialmente o leite, aumenta o risco do homem de desenvolver o mal de Parkinson.
Um estudo feito com 73.175 mulheres e 57.689 homens, entre 1992 e 2001, mostrou que homens que ingeriram mais produtos à base de leite, tinham 60% mais de chances de desenvolver a doença. O queijo e o iogurte mostraram-se menos perigosos que o leite em si, nesses casos.
Estudos anteriores já haviam indicado a ligação do Mal de Parkinson ao consumo de laticínios, porém o motivo desse fato ainda é desconhecido, o que se sabe é que o cálcio, a vitamina D e a gordura não são os causadores.
O risco de desenvolver a doença, em homens, aumentou proporcionalmente à quantidade de ingestão de leite, já nas mulheres, a ingestão de leite não tem ligação com a incidência da doença.
O Mal de Parkinson é disseminado e tende a afetar mais os idosos. Aproximadamente 60.000 novos casos aparecem por ano. A doença é mais comum em homens que em mulheres.

1.6.13

COMPOSTO DOS BRÓCOLIS AJUDA A PROTEGER CONTRA ASMA E OUTRAS DOENÇAS RESPIRATÓRIAS

Na edição de março de 2009 do Clinical Immunology, pesquisadores da Escola de Medicina David Geffen, da Universidade da Califórnia e a Environmental Protection Agency dos Estados Unidos, emitiram relatório dizendo que o sulforano, composto de hortaliças, como brócolis, ajuda a proteger contra a inflamação e as doenças respiratórias, incluindo asma, doença pulmonar obstrutiva crônica e rinite alérgica. 

Durante o estudo, que envolveu 65 homens e mulheres, por três dias, a equipe forneceu doses de 25 a 200 gramas de brócolis, que contêm grandes quantidades de sulforano ou brotos de alfafa, que não contêm quantidades significativas do composto.
Foi observado aumento das enzimas antioxidantes nos participantes que receberam 100 gramas ou mais de brócolis, enquanto não foi observada a mesma reação entre os que receberam alfafa. Não foram observados efeitos colaterais significativos.
Este é um dos primeiros estudos que mostram que os brócolis – fonte alimentar prontamente disponível – oferece potentes efeitos biológicos para estimular uma resposta antioxidante em seres humanos.
Uma grande vantagem do sulforano é que ele parece aumentar amplamente a gama de enzimas antioxidantes, compostos que podem ajudar a sua eficácia em bloquear os efeitos nocivos da poluição do ar.
Os pesquisadores encontraram até três vezes mais enzimas antioxidantes nas células da via aérea nasal dos participantes que tinha comido brócolis. Essa estratégia pode oferecer proteção contra processos inflamatórios e conduzir a potenciais tratamentos para uma variedade de condições respiratórias.
Fonte: Instituto Life Extension