A salada vem se fazendo cada vez mais presente na mesa dos brasileiros e é indispensável na rotina dos veganos e dos vegetarianos. Apesar de muita gente achar que ela serve apenas de acompanhamento e não enche a barriga, esse prato pode ser uma refeição completa, saborosa e muito nutritiva. Entretanto, muitas pessoas ainda têm dificuldades na hora de montar e saborear uma salada com bastante variedade de ingredientes, capazes de torná-la mais diversificada, colorida e gostosa. Foi por isso que desenvolvemos este post para você, com dicas de como montar uma salada completa, nutritiva e muito atraente. Confira! Comece pelas folhasA base de uma boa salada são as folhas. Elas são ricas em fibras, ajudam na sensação de saciedade e ainda protegem as paredes do estômago. Pelo fato de serem ricas em fibras, ajudam a controlar o colesterol, a glicemia e os triglicerídeos, prevenindo doenças como a diabetes e a pressão alta. Além disso, melhoram o trânsito intestinal. Para deixar sua salada mais rica, aposte em uma mistura de tipos diferentes de folhas. Algumas sugestões são a alface, o espinafre, a rúcula, a couve e a acelga. Adicione os legumesApesar das folhas serem muito importantes numa salada e fornecerem uma série de nutrientes, um prato completo e realmente nutritivo precisa de mais ingredientes, como os legumes. Na hora de adicionar esses itens à sua salada, a regra é deixá-la o mais colorida possível. Divirta-se com as diferentes cores e sabores dos alimentos. Colorir a refeição é importante porque alguns artigos são ricos em determinados nutrientes que são responsáveis por dar cor a eles. Os alimentos de cor avermelhada, por exemplo, são fontes de vitamina C e licopeno. Já os alaranjados são ricos em vitamina E e betacaroteno. Os produtos roxos são ricos em antocianinas e resveratrol — antioxidantes muito potentes. Algumas sugestões de legumes para tornar sua salada mais completa e nutritiva são o brócolis, a beterraba, o pepino, o tomate, os rabanetes, o chuchu, os pimentões e a cenoura, alimentos de cores bem diversas e ricos nos mais diferentes nutrientes! Acrescente alguns carboidratosQuem pensa que a salada não pode ser uma boa fonte de carboidratos está muito enganado: basta escolher os ingredientes certos. Até porque, uma refeição realmente completa deve conter nutrientes dos mais diversos grupos e não somente vitaminas e minerais. Os carboidratos, por exemplo, são essenciais em nossa alimentação, pois eles são a principal fonte de energia para o organismo. Por isso, acrescente em sua salada alguns cereais integrais, como a cevada e a quinoa, ou então alguns tubérculos, como a batata-doce, a batata-inglesa e a mandioca. Vale também preparar algumas torradinhas integrais para acompanhar a refeição e reforçar os carboidratos. Experimente a mistura de frutas e legumes cozidosCaso você goste de experimentar sabores diferentes, pode acrescentar algumas frutas — elas podem servir também como fonte de carboidratos. Além disso, trazem mais sabor e refrescância para a salada, sendo uma excelente sugestão, principalmente nos dias quentes de verão. Porém, as frutas devem acompanhar os legumes cozidos, nunca as verduras. Isso porque o consumo de frutas e verduras na mesma refeição não é recomendado. Experimente adicionar alguma fruta de sua preferência a uma salada de legumes cozidos a vapor, por exemplo, e verá como o resultado pode ser surpreendente! Utilize temperos naturaisUma salada saborosa precisa, além de variedade, ser bem-temperada. Mas tome cuidado nessa hora para utilizar somente temperos naturais, sejam eles frescos ou desidratados. Fuja dos temperos industrializados, que não têm nenhum valor nutricional e contêm agentes que podem ser tóxicos para o organismo, como o glutamato monossódico. Tempere sua salada usando condimentos como salsinha, cebolinha, orégano, manjericão, tomilho, alho, coentro e outros. Para regar o prato, prefira o azeite extravirgem (ou azeitonas) e o suco do limão. A variedade em alimentos já torna sua salada mais completa e nutritiva, além de deixá-la bonita e vistosa. Porém, se você desejar caprichar mais no visual, pode organizar os ingredientes por cor, em uma espécie de arco-íris, ou apostar em cortes diferentes para os itens. Gostou das nossas dicas de como montar uma salada? Então, compartilhe as informações com seus amigos nas suas redes sociais! |
Saúde no novo milênio. Não devemos esquecer a saúde pessoal. Afinal, é preciso evitar erros antigos para viver bem, não importa quanto tempo isso seja possível. Cada vez mais especialistas relacionam a qualidade da saúde à prevenção. E esse princípio está presente em cada linha desse blog.
6.2.21
COMO MONTAR UMA SALADA COMPLETA E NUTRITIVA?
30.1.21
VOCÊ PRECISA DESTAS 8 DICAS SAUDÁVEIS PARA ENGANAR A FOME
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16.1.21
5 ALIMENTOS QUE TÊM MAIS AÇÚCAR DO QUE O PENSADO

Sabemos como o consumo de açúcar em excesso é prejudicial para a nossa saúde, podendo causar doenças graves, como o diabetes. O problema é que muitos alimentos contêm muito mais açúcar do que pensamos que possuem. Neste artigo você vai conhecer 5 alimentos que têm mais açúcar do que o pensado.
Parece saudável, mas não é
A preocupação com o próprio corpo e com a própria saúde têm estado em pauta nos últimos anos. Sabendo que vivemos em um mundo em que há cada vez mais opções de alimentos industrializados e prejudiciais à saúde, vários grupos de pessoas passaram a procurar por alimentos com menos calorias e açúcar.
Nessa realidade, surgiram os chamados alimentos light e diet, que prometem ser mais saudáveis mas nem sempre promovem isso. Faz-se necessário, portanto, olhar o rótulo de cada alimento para saber se a indústria alimentícia está te enganando.
Onde encontrar produtos realmente saudáveis?
Antes de entrar em exemplos de alimentos que têm mais açúcar do que o pensado, preste atenção nesta dica: no site da Superbom você encontra opções de alimentos sem açúcar, lactose e glúten, além de dezenas de outras opções saudáveis.
São produtos interessantes para quem quer começar a manter um estilo de vida saudável, sendo ou não vegano.
Diferentemente do que muita gente pensa, muitos alimentos tidos como saudáveis e até mesmo chamados de light, carregam uma quantidade absurda de açúcar. Para que você fique atento, confira 5 deles abaixo:
Barra de cereais
Quem desconfiaria que a barra de cereais, item sempre chamado de saudável e ideal para um lanche sem culpa, conteria grande quantidade de açúcar?
Há barras de cereais que se salvam, como as que têm mais de 2 g de fibras, contudo, as que têm menos que isso podem levar cerca de 38 g de açúcar em 100 g de barra de cereal, mais do que a dose diária recomendada.
Iogurte
O iogurte é conhecido por ter muitos nutrientes, mas muitas de suas versões apresentam uma grande quantidade de açúcares também — açúcares presentes não apenas nas versões tradicionais, mas também nas versões light e desnatadas.
Gelatina
Você já trocou um lanche por um pouco de gelatina para evitar o consumo de açúcar? Saiba, então, que 120 g de gelatina de morango podem conter 7,9 g de açúcar.
Segundo um estudo feito pela Associação Brasileira de Defesa do Consumidor, a gelatina é um alimento que contém muitos açúcares, adoçantes, corantes artificiais e conservantes.
Aveia
A aveia é considerado um alimento muito saudável e benéfico para o corpo, o que não é necessariamente mentira. Entretanto, algumas versões contêm grandes quantidades de açúcar e frutose. É recomendado olhar o rótulo antes de comprar, está bem?
Adoçantes
Mesmo que não seja o mesmo tipo de açúcar de mesa, eles também fazem mal. Há opções mais naturais, mas é importante saber que boa parte desses produtos industrializados é bem prejudicial.
9.1.21
COMO EQUILIBRAR A QUANTIDADE DE FIBRAS NA ALIMENTAÇÃO

Um cronograma alimentar equilibrado depende de vários fatores, que atuam juntos para garantir uma absorção de nutrientes adequada. Entre os aspectos principais dessa rotina, está a inserção de fibras na alimentação. Essas substâncias atuam diretamente na regulação da nossa digestão e a falta delas fragiliza a flora intestinal, situação que pode causar uma série de problemas.
O Ministério da Saúde recomenda a ingestão diária de 25 g de fibras alimentares para a manutenção de um plano balanceado. Pode até parecer pouco, mas, para atingir esse nível, é preciso variar nas fontes de alimentos e distribuir porções ao longo de todo o dia. E é justamente para você entender como equilibrar a quantidade de fibras no seu cardápio que preparamos este post. Na leitura a seguir, vamos explicar mais sobre o universo desses importantes nutrientes. Acompanhe!
As funções das fibras na alimentação
As fibras são carboidratos encontrados nos alimentos de origem vegetal — legumes, frutas, hortaliças, cereais e sementes — que têm como característica resistir à digestão. Elas atuam como reguladoras essenciais do trânsito digestivo e cumprem esse papel a partir de duas formas: ou são solúveis ou insolúveis.
Fibras solúveis
Esse tipo de fibra é aquele que, ao entrar em contato com a água, forma uma espécie de gel. Essa textura permite que os alimentos fiquem mais viscosos quando ainda estão no estômago. O resultado disso é uma sensação de saciedade maior, fator responsável por ajudar no controle do apetite durante as refeições.
Outros benefícios ligados às fibras solúveis são a manutenção do bom colesterol (LDL), a regulação do açúcar no sangue e a prevenção cardiovascular. Alguns exemplos de alimentos em que podemos encontrar esse tipo de fibras são:
- aveia;
- leguminosas (ervilha, lentilha, feijão);
- castanhas;
- maçã e pera;
- sementes de linhaça.
Ao longo do seu trânsito pelo nosso corpo, essas fibras agem na absorção de açúcares e gorduras — e é justamente por isso que são amigas do controle do colesterol e do índice glicêmico. Ao baixarem as taxas de insulina, devido à lentidão que trazem para a digestão, elas proporcionam menor acúmulo de gordura corporal e estimulam a sensação de saciedade, pontos que são essenciais para a manutenção do peso saudável.
Fibras insolúveis
Esta é a categoria das fibras que não reagem à água. Logo, elas não formam um gel, como as solúveis, passando intactas durante todo o processo de digestão. O principal trabalho delas é dar volume e estrutura ao bolo fecal, e isso mantêm o funcionamento do intestino em dia.
Ao diminuir a fermentação na região do cólon e permitir maior absorção de água, as fibras insolúveis tornam o processo de evacuação mais rápido e rotineiro, evitando problemas incômodos, como a prisão de ventre e também o contato com toxinas. Entre os alimentos que apresentam esse tipo de fibras, estão:
- arroz, pão e macarrão integrais;
- hortaliças verde-escuras, como a couve;
- cascas de frutas e tubérculos;
- farelo de trigo.
Ainda, o consumo regular desse tipo de fibras, mais que somente dar suporte à digestão e à absorção adequada de nutrientes, potencializa a manutenção das bactérias “boas”, essenciais para que o intestino funcione bem — é como uma bola de neve: um processo leva ao outro. E a ingestão regular das fibras insolúveis também é fundamental para combater bactérias nocivas que podem levar ao aparecimento da diverticulite, uma inflamação intestinal bastante comum, e até de doenças graves, como o câncer.
A quantidade correta de fibras no dia a dia
Como já vimos no começo deste artigo, o Ministério da Saúde recomenda que 25 g de fibras sejam ingeridas diariamente. Mas como fazer para garantir esse aporte? A resposta é: conhecer os alimentos. É apenas sabendo o que entra no nosso prato que podemos ter autonomia e autoconfiança sobre a nossa agenda alimentar.
Além de identificar as porcentagens e os tipos de fibras em alimentos in natura, como frutas e verduras, é bem importante conferir os rótulos de produtos que passaram por algum processamento industrial, como cereais, sementes e grãos.
Na tabela a seguir, conheça alguns alimentos bastante presentes à mesa e as quantidades de fibras que eles oferecem à alimentação:
| ALIMENTOS (porção de 100 g) | FIBRAS (g) |
|---|---|
| Sementes de linhaça | 27 g |
| Feijão preto | 16 g |
| Farelo de aveia | 15 g |
| Abacate | 4 g |
| Couve | 3,1 g |
| Batata doce | 3 g |
| Brócolis | 2,6 g |
| Maçã | 2,4 g |
Fonte das informações: Dica de Mulher
Além desses alimentos, muitos outros têm boas quantidades de fibras. E para garantir o estoque abastecido, o ideal é variar as fontes no cardápio semanal. Isso é importante, porque o consumo de diversos vegetais aumenta a quantidade de vitaminas e sais minerais no organismo, enriquecendo nutricionalmente a alimentação.
As fibras e o emagrecimento
A obesidade é uma situação de saúde que pode levar a diversas complicações e doenças. Logo, a manutenção do peso adequado, com uma rotina alimentar funcional, garante longevidade e bem-estar. Já com isso em mente, precisamos entender o quanto as fibras são essenciais para que o nosso corpo responda bem à busca de uma alimentação que permita o emagrecimento com muita saúde.
Devido a todos os aspectos de regulação que apresentamos anteriormente, as fibras permitem que a cadeia digestiva seja mais harmoniosa, com fluxos cíclicos de ingestão e excreção. Tal ajuste faz com que o corpo absorva menos toxinas e consiga valorizar mais os nutrientes de todos os alimentos consumidos, já que eles são, literalmente, “bem-tratados” pelas fibras. Com essa melhoria, o estômago e o intestino trabalham com mais saúde e o organismo aproveita somente aquilo que vai servir ao bom funcionamento, deixando de lado os acúmulos de açúcares e gorduras, por exemplo, que inflamam as células e geram aumento de peso.
Fora tudo isso tem a já bastante batida questão da saciedade. Ao ajudarem na manutenção do controle de apetite, as fibras funcionam também como reguladoras logo no início do processo, na hora da refeição. Ao ingerir alimentos em menor quantidade, consequentemente, reduzimos as calorias por prato.
Por fim, saiba que é essencial aliar o consumo de fibras a dois hábitos indispensáveis: hidratação e atividade física. É o trabalho dessas três frentes em parceria que estimula a musculatura intestinal.
MEL DE ABELHAS: UM ALIMENTO MILENAR

- Não deve ser feito diretamente no fogo ou microondas;
- Coloque em banho maria com temperatura controlada de no máximo (45ºC) com uma leve agitação no produto.
26.12.20
REALÇADOR DE SABOR E OS RISCOS PARA A SAÚDE
A mudança nos hábitos alimentares e o consumo exagerado de produtos industrializados levaram a uma série de estudos científicos que comprovaram o risco que as substâncias realçadoras de sabor oferecem para nossa saúde.
Entre os problemas mais graves, podemos citar o aumento na probabilidade de desenvolvimento de câncer, aparecimento de reações alérgicas e até mesmo a incidência ao déficit de atenção e à hiperatividade.
Alguns dos produtos mais consumidos pelos brasileiros são cheios de realçadores de sabor, como é o caso dos refrigerantes, biscoitos,
Pelo ponto de visto tecnológico, esses aditivos têm um papel importante na indústria alimentícia.
Glutamato monossódico
O glutamato monossódico, ou GMS, é uma substância classificada como intensificador de sabor, responsável pelo gosto “umami” — um dos cinco gostos básicos do paladar humano, que significa “gosto saboroso e agradável”. Por isso, a indústria de alimentos aproveitou a capacidade desse composto para tornar diversos produtos mais saborosos e, muitas vezes, mascarar a baixa qualidade deles. Hoje, o glutamato monossódico é comercializado até em forma concentrada para que possa ser adicionado às refeições.
Ao ingerir o GMS, ele é rapidamente absorvido pelo organismo, e o consumo em quantidades elevadas aumenta o nível cerebral e pode causar diversas reações, como hiperatividade, enxaquecas, vômitos etc.
O glutamato monossódico é facilmente encontrado em alimentos processados (molhos para salada, maionese, comida congelada, sopas de pacote, entre outros). Em caso de dúvida, fique sempre de olho no rótulo dos produtos ingeridos.
Como evitar os realçadores de sabor
Já sabemos que, para manter uma alimentação saudável, é preciso evitar alimentos industrializados e cheios de aditivos. Os produtos in natura ou orgânicos são livres dessas substâncias. Além disso, já é possível encontrar artigos feitos sem aditivos ou somente com opções naturais.
Prefira fazer suas refeições em casa e crie o hábito de ler o rótulo dos produtos — todos os itens que contêm algum realçador de sabor em sua composição devem ter essa informação na embalagem. Dessa forma, você terá mais controle e conhecimento sobre o que está ingerindo.
O realçador de sabor pode ter sido útil para a grande indústria alimentícia, mas para o nosso organismo está mais do que certo o quanto pode ser prejudicial. Agora que você conhece um pouco mais sobre o assunto, que tal pensar mais no seu corpo e tentar uma mudança nos seus hábitos alimentares?
19.12.20
VEGETARIANOS PODEM COMER LATICÍNIOS E OVOS?

Quando falamos sobre vegetarianismo é usual acontecerem confusões quanto ao conceito da palavra vegetariano. É comum pensar que os vegetarianos são pessoas com uma rotina livre de qualquer produto de origem animal (alimentos, roupas, cosméticos etc.), o que, na verdade, é a definição da ideologia vegana. De um modo geral, os vegetarianos são aqueles indivíduos que retiraram artigos à base de carne de sua alimentação.
Hoje, os vegetarianos se dividem em quatro principais grupos, que englobam mais de 15 milhões de brasileiros, cerca de 8% da população do país. Se você ainda tem dúvidas quanto aos hábitos alimentares dos vegetarianos e se confunde quanto à possibilidade de ingestão de certos alimentos, como os laticínios e ovos, continue lendo este post: vamos mostrar como funciona cada uma dessas classificações do vegetarianismo. Vamos lá?
Ovolactovegetarianos
As pessoas desse grupo não consomem nenhum tipo de carne (seja vermelha ou branca, como frango, peixe e frutos do mar), mas consomem laticínios e ovos. Quando alguém fala que é vegetariano, é provável que seja esse o tipo adotado, já que se trata da prática mais comum do vegetarianismo.
Para pessoas que têm uma dieta onívora, mas estão em busca de alterações no estilo de vida, é muito comum que o ovolactovegetarianismo seja o primeiro passo. Ele é, em muitos casos, uma transição até o veganismo.
Lactovegetarianos
Os lactovegetarianos, além de não consumirem nenhum tipo de carne, excluem também os ovos da alimentação — mas mantêm a ingestão de laticínios e derivados. Esse é, por exemplo, o tipo de vegetarianismo predominante em países como a Índia, por questões religiosas.
O impacto ambiental da produção animal para consumo humano, do qual a indústria de ovos faz parte, é extremamente violento, além de ser cruel no que diz respeito ao trato dos animais. As galinhas poedeiras (destinadas à indústria alimentícia) são mantidas em gaiolas minúsculas por toda a vida.
Hoje, já existem diversas opções de alimentos vegetais que são fontes de proteína. Portanto, é possível adotar esse estilo de vida e cortar os produtos derivados de animais da nossa alimentação, sem prejudicar o consumo dos nutrientes necessários para o nosso organismo.
Vegetarianos estritos
Os vegetarianos estritos são indivíduos que não consomem nenhum tipo de carne, laticínios e ovos. São separados dos veganos apenas por questões éticas, já que excluem os produtos de origem animal somente da alimentação, ao passo que, os veganos, estendem esse conceito para todos os setores da vida.
Anos atrás, as pessoas não imaginavam que o consumo de animais e seus derivados teriam qualquer relação com a preservação do meio ambiente ou mesmo da sua saúde. Os produtos lácteos, por exemplo, não são benéficos aos ossos como muitos acreditam. Na verdade, o homem é a única espécie que ainda consome leite depois de adulto. No Brasil, o impacto ambiental da criação de animais para consumo é o maior responsável pelo desmatamento, causando também a degradação do solo e a poluição das águas.
Veganos
O veganismo deve ser visto como uma ideologia e um estilo de vida, e não como uma dieta. Para os veganos, é importante lutar pelo ideal em que acreditam, cortando da rotina qualquer produto ou hábito que, de alguma forma, cause danos aos animais.
Portanto, produtos como gelatina, mel, corantes feitos à base de animais, assim como cosméticos e itens de higiene que são testados em animais, são totalmente excluídos da vida dos veganos.
Além disso, eles também não usam roupas feitas com produtos de origem animal (como couro, lã e seda) e não apoiam ou frequentam certos eventos, como rodeios e circos, que fazem apresentações com animais.
Essas são as diferenças que dividem os grupos vegetarianos. Respondendo à pergunta que dá título ao nosso post, podemos dizer que a resposta é: depende. Se a pessoa for ovolactovegetariano, pode consumir laticínios e ovos, mas se for um vegetariano estrito ou vegano, não há ingestão de qualquer alimento de origem animal.
Atualmente, é muito fácil manter uma alimentação balanceada sem o consumo de artigos de origem animal. Existem diversas opções de produtos que permitem que os vegetarianos e veganos mantenham um cardápio diferenciado, saboroso e nutritivo.
12.12.20
SERÁ QUE VOCÊ TEM USADO O MELHOR CALÇADO PARA TREINAR?
Seus pés recebem grande parte do impacto dos exercícios e, se não tiverem uma atenção especial, podem gerar lesões e muitas dores para o seu corpo, inclusive no quadril e nos joelhos. |
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5.12.20
COMO POSSO TER UMA ALIMENTAÇÃO MAIS SUSTENTÁVEL?

Sustentabilidade é um conjunto de medidas que visam diminuir os danos ambientais que o desenvolvimento — social, econômico e cultural — podem causar no futuro das próximas gerações. São ações que contribuem para a preservação do meio ambiente.
Ser uma pessoa sustentável é se preocupar com as consequências que suas atitudes podem trazer para o planeta. Isso inclui diversas áreas da vida, como o vestuário, o transporte, a utilização da água e a alimentação, por exemplo. Aliás, já parou para pensar no impacto que a nossa alimentação pode causar na natureza?
A produção de animais para consumo e a plantação de transgênicos são exemplos de produções pouco sustentáveis. Além disso, todo o processo de transporte, embalagem, armazenamento e até a forma como o consumidor compra e prepara esses alimentos, trazem consequências para o planeta.
Uma alimentação mais sustentável é viável mudando alguns hábitos no dia a dia e se conscientizar é o primeiro passo. Quer saber como isso é possível? Então, continue a leitura e veja as dicas que temos para você!
Compre consciente
As compras por impulsividade, no final das contas, podem acabar indo para o lixo. Saber exatamente o quanto você e sua família consomem de alimentos evita os excessos. Dessa forma, além de economizar dinheiro, também evita o desperdício. Portanto, antes de ir às compras, anote os itens que já tem em casa para não correr o risco de obter mais do que precisa.
Outra dica é observar as datas de vencimento dos produtos, dando preferência em comprar os que estão com maior prazo de validade. Assim, você terá mais tempo para utilizá-los e a probabilidade de ter que jogá-los fora, por terem estragado, é menor.
Além disso, compre de produtores locais. Quanto menos transporte utilizar para aquele alimento chegar à sua mesa, menos recursos são utilizados e menos poluição é lançada na atmosfera.
Consuma orgânicos
Os alimentos orgânicos são cada vez mais procurados por seus inúmeros benefícios à saúde. Além de serem mais saborosos, contêm mais nutrientes por terem o tempo de desenvolvimento natural respeitado. Isso só é possível porque nessa prática não são utilizados agrotóxicos e mutações genéticas (caso dos transgênicos) nas plantas, nem hormônios e antibióticos nos animais.
A agricultura e pecuária convencionais agridem diretamente o meio ambiente, contaminando o solo e as águas. Por isso, diminuir o consumo desses alimentos contribui para a sua saúde e para a preservação de todo um ecossistema.
É verdade que a alimentação orgânica ainda é mais cara e, em alguns lugares, difícil de encontrar. Mas tente optar pelas frutas e verduras da época, pois saem mais em conta. Além disso, as feiras costumam ter bancas com vegetais fora do padrão, mas em bom estado, que são mais baratos e você pode fazer sucos, molhos e outras preparações.
Mesmo que você não consiga que 100% da sua alimentação seja orgânica, tente transformá-la o máximo possível. Quanto mais pessoas consumirem esse tipo de alimento, mais fácil de ser encontrado e mais barato ele ficará.
Adote uma dieta vegetariana
Ter uma alimentação isenta de qualquer produto animal é a melhor opção quando se fala em sustentabilidade. Isso porque os animais, com a finalidade de consumo, requerem grande quantidade de recursos naturais e emitem um grande volume de gases de efeito estufa, como o metano.
Para você ter uma ideia, para cada quilo de carne bovina são necessários 16 mil litros de água e 5 kg de alimentos de origem vegetal, que poderiam alimentar muita gente. Sem falar no desmatamento para formação de pasto.
Precisamos de 0,9 gramas de proteína por quilograma de peso corporal por dia. Uma boa opção é calcular a quantidade a ser ingerida e não consumir mais do que o necessário. Além disso, existem fontes vegetais de proteína que podem ser introduzidas no cardápio, ajudando a diminuir ainda mais o consumo de produtos animais.
Há, ainda, uma campanha chamada Segunda Sem Carne, que tem como objetivo conscientizar a população dos impactos causados pelo consumo de produtos de origem animal. Ela consiste em não comer carne pelo menos um dia da semana, sendo escolhida a segunda-feira. Assim, eles querem mostrar que é possível ter uma alimentação gostosa, somente com vegetais. Essa também pode ser uma boa alternativa para quem quer reduzir a ingestão de proteína animal e aderir à dieta vegetariana.
Evite o desperdício
Segundo um levantamento feito pelo Programa da ONU para o Meio Ambiente (PNUMA), quase um terço dos alimentos produzidos para consumo humano são desperdiçados todos os anos. Mais da metade do lixo brasileiro é orgânico, ou seja, são restos de alimentos do prato ou que poderiam ter sido aproveitados. Já imaginou o quanto poderia diminuir a fome mundial, apenas evitando esses desperdícios?
Fique de olho nas datas de validade dos produtos na sua despensa e geladeira, dando prioridade aos que vencem primeiro na hora de preparar. Nada pior que jogar fora um alimento, que às vezes nem foi mexido, porque passou do prazo de validade.
A nossa cultura é de fartura à mesa e, com isso, os excessos vão para o lixo. Portanto, atente-se em preparar somente o que você e sua família vão comer, para evitar as sobras. Aliás, se por algum outro motivo tenha sobrado comida, faça receitas que possam reaproveitá-la.
Aproveite integralmente os alimentos
Os talos, as cascas, as folhas e as sementes dos vegetais geralmente são descartados ao serem preparados para uma refeição. Mas são nessas partes das plantas que se concentram a maior parte dos nutrientes. Aproveitar integralmente os alimentos é utilizar desses recursos para fazer pratos saborosos, saudáveis, econômicos e que evitam o desperdício.
Fazer um suco com a casca do abacaxi, doce da casca da banana, petiscos da semente de abóbora, bolinhos com talos e folhas de brócolis e uma infinidade de pratos que vão além do usual, deixam a culinária mais sustentável. Assim, não somente o sabor e os nutrientes são levados em consideração, mas também a importância de honrar o alimento como um todo.
Ter uma alimentação mais sustentável não é difícil, basta tomar alguns cuidados, que, como você pôde ver, são dicas que todos podemos colocar em prática. E se cada um fizer a sua parte, o futuro do planeta vai ser bem melhor!

