6.3.21

CONFIRA 5 BENEFÍCIOS DE INGERIR SUCO SEM AÇÚCAR

Evite os sucos de fruta | ContaCal: seu diário alimentar virtual!

O açúcar branco ou refinado é um dos principais itens que complicam a manutenção do bem-estar e da qualidade de vida. Pobre em vitaminas e sais minerais e cheio de calorias vazias, esse alimento é formado por glicose e frutose, duas substâncias que, quando não são ingeridas na medida certa, impedem a boa alimentação.

Porém, o consumo exagerado de açúcares, especialmente o ultraprocessado, potencializa a possibilidade de inflamações e o aparecimento de doenças — o consumo de grandes quantidades de açúcar refinado pode levar a complicações de saúde, como resistência à insulina, obesidade e diabetes.

No entanto, não é tão comum vermos as pessoas servindo e consumindo suco sem açúcar. Pelo contrário: o mais usual é o copo terminar e, no fundinho, vermos aquele resíduo branco, que entrega o excesso na hora. E o que talvez muita gente não saiba é que aproveitar a doçura natural das frutas, no máximo adicionando água ou gelo à receita, é a melhor forma de consumir sucos. 

O suco sem açúcar também tem frutose, mas em doses mais equilibradas e advinda de uma fonte não processada, o que não prejudica o metabolismo quando ingerida adequadamente. E, além disso, quando o assunto é gosto, tomar um suco só de fruta renova os sabores do dia a dia, já que estimulamos o nosso paladar a reconhecer e valorizar os alimentos in natura

E foi refletindo sobre tais questões que preparamos este artigo sobre suco sem açúcar. Veja agora mesmo 5 benefícios de fazer essa escolha:

1. Amplia o aporte de nutrientes

As frutas, os legumes e as verduras são fontes ricas de vitaminas e sais minerais, que são indispensáveis para aumentar as defesas do organismo e também potencializar as atividades metabólicas.

Por exemplo, um dos sucos mais populares entre os brasileiros, o de laranja, é uma opção excelente para turbinar o corpo com vitamina C, um poderoso antioxidante, além de conter magnésio e potássio, dois sais minerais que atuam no funcionamento cardíaco e no controle da pressão arterial.

E além da laranja, você pode (e deve) aproveitar a riqueza natural do Brasil para incorporar mais ingredientes naturais aos seus sucos. Para garantir uma boa absorção de nutrientes e, ao mesmo tempo, um paladar saboroso e intenso, a dica é conhecer as estações de cada alimento. Assim, não vai haver nem desculpa para usar açúcar!

2. Aumenta a hidratação

A hidratação é um dos princípios de um estilo de vida equilibrado, independentemente da época do ano. E, para isso, beber água é sempre a melhor opção. Mas há outras bebidas, como o suco sem açúcar, que podem melhorar o índice hídrico. 

Nos dias quentes, os sucos são dicas boas para fazer lanches refrescantes, ajudando a nutrir o corpo e, ao mesmo tempo, reduzir o excesso de calor. Já nos dias frios, eles fazem com que a hidratação não seja perdida, pois é bem normal que o consumo de água diminua, em vista de a temperatura corporal manter-se naturalmente mais baixa nas estações de frio. 

3. Combate o envelhecimento 

Os radicais livres são agentes que danificam as nossas células, sendo um dos principais fatores do envelhecimento. E isso não deve ser pensado apenas em termos da aparência, mas da saúde de modo geral. Portanto, abastecer o organismo com alimentos naturais e antioxidantes é bem importante.

E isso é possível quando optamos por ingerir suco sem açúcar. Afinal, como já falamos, esse tipo de bebida ajuda na nutrição e na hidratação e, ainda, por conter apenas a frutose natural e em medidas adequadas, não tende a gerar danos, como as inflamações.

Para potencializar esse benefício, procure ingerir sucos que tenham ingredientes que ofereçam vitaminas C e E e flavonoides. 

4. Melhora o consumo de fibras

Equilibrar a quantidade de fibras na alimentação faz parte de comer bem e com saúde. E a ingestão de suco sem açúcar, à base de frutas, verduras e legumes, é uma boa estratégia. 

As fibras melhoram o trânsito intestinal, aumentam a sensação de saciedade e mantêm os níveis de colesterol. E quando o consumo delas é mais natural, livre de açúcar refinado, o potencial de absorção é muito melhor. 

Inclusive, as fibras exercem um efeito que é exatamente o oposto do que o açúcar faz com o nosso corpo: enquanto elas regulam o apetite, aperfeiçoando o controle da alimentação, o açúcar bloqueia o aviso ao cérebro de que já estamos satisfeitos, causando uma necessidade de alimentação excessiva. Logo, o suco sem açúcar, além de naturalmente saboroso, faz com que você aproveite mais as características positivas dos alimentos. 

5. Renova a sua relação com a cozinha

A mudança de hábitos alimentares, com a valorização de refeições mais naturais, que oferecem um equilíbrio entre carboidratos, fibras, vitaminas, proteínas e sais mineiras, faz também com que a gente passe a levar mais variedade para a cozinha.

Com a adição do suco sem açúcar nessa rotina, a relação tende a ser ainda melhor. Afinal, ao desenvolver o hábito de preparar esse tipo de bebida, a tendência é que você comece a procurar novas receitas e, assim, criar misturas tanto nutritivas quanto saborosas. 

Para você ter uma ideia de como isso pode funcionar, vamos mostrar o passo a passo de dois sucos feitos só com frutas: o amarelo e o vermelho.

No primeiro, a laranja (1 unidade) vem acompanhada de três outros alimentos, o abacaxi (1 rodela), o mamão (1 papaya inteiro) e a banana (1 unidade). É só bater tudo no liquidificador e adicionar gelo, se preferir. Como as três frutas são bem doces, você nem sentirá falta do açúcar.

Já no segundo caso, o suco vermelho mistura acerola (1 polpa), cubos de melancia (1 xícara de chá), morango (1 xícara de chá) e meio copo de água. Assim como na receita anterior, é só bater tudo. E, mais uma vez, com a mistura de sabores adocicados, o açúcar nem fará falta. 

Bem fácil, não é? E você pode aproveitar ainda outros ingredientes e usar a criatividade para fazer diversos testes no dia a dia.

27.2.21

VEGETARIANISMO ESTRITO E A PRÁTICA DE ESPORTE: COMO BALANCEAR?

Conheça os principais mitos sobre o veganismo para atletas | Sport Life

Muitos acreditam​ que a alimentação vegetariana estrita pode atrapalhar no desempenho de quem pratica esportes, mas isso não é verdade. O que existe, na realidade, é muito preconceito e falta de informação. O número de vegetarianos estritos tem crescido muito nos últimos tempos e hoje já podemos encontrar atletas de destaque nas mais diversas áreas.

A palavra-chave para um vegetariano estrito que quer praticar esporte com saúde é: equilíbrio! É preciso manter uma alimentação adequada em que as proteínas, os carboidratos e as gorduras estejam devidamente balanceados e em conjunto com a ingestão de outros nutrientes e vitaminas.

Neste post, você vai encontrar informações sobre como a prática de esportes pode ser realizada por vegetarianos estritos sem comprometimento do desempenho ou prejuízos à saúde. Confira!

Conheça a alimentação vegana

Há inúmeras pesquisas que comprovam que a alimentação vegana é nutricionalmente saudável e capaz de prevenir várias doenças. Basicamente podemos encontrar tudo o que o precisamos para o bom funcionamento do corpo em vegetais, nos grãos, nas frutas e nas folhas, ou seja, sem a necessidade de consumir nada de origem animal.

Em primeiro lugar é importante buscar informação, conhecer mais sobre os nutrientes, suas diversas fontes e, principalmente, saber fazer as melhores combinações entre os grupos alimentares. Dessa forma, não se corre o risco de ingerir em excesso alguma vitamina ou aminoácidos, e nem ficar com deficiência de outros, por exemplo.

No cenário esportivo, muitos atletas se tornaram vegetarianos estritos e conseguiram manter a alimentação vegetariana estrita durante suas competições, alcançando ótimos resultados. Alguns deles são: a maratonista Fiona Oakes, o corredor olímpico Carl Lewis, a tenista Venus Williams, o fisioculturista brasileiro Paulo Victor Paru, entre outros. Eles provaram que a alimentação vegetariana estrita balanceada, além de ser saudável, não prejudica o bom desempenho de quem quer praticar esportes.

Entenda a importância da proteína

Ao contrário do que muita gente pensa, a proteína de origem vegetal contém todos os aminoácidos essenciais para o bom funcionamento do corpo. Ela é responsável por manter várias funções metabólicas importantes no nosso organismo, e uma delas é auxiliar no ganho e na manutenção do volume muscular.

Existe um grande mito de que não é possível desenvolver músculos sem consumir proteína animal. Hoje, já podemos ver vários atletas com bom desenvolvimento muscular, inclusive praticantes de fisioculturismo, como é o caso do Paru, que citamos acima. As leguminosas (feijão, grão-de-bico, lentilha, ervilha) são um ótimo exemplo de proteínas vegetais.

Mantenha o consumo de carboidratos e de gorduras

Ao realizar atividades físicas, gasta-se muita energia e, se não tiver uma adequada ingestão de carboidratos, o aporte energético necessário para uma prática de esportes saudável não existirá. Os carboidratos contribuem também para o equilíbrio da glicose no sangue e do glicogênio nos músculos. A quantidade necessária a ser consumida depende da modalidade praticada, da sua intensidade, entre outros fatores.

As gorduras também são fontes de energia para o corpo e seu consumo ajuda na recuperação muscular após a prática esportiva. Mas aqui estamos nos referindo às opções boas, como as encontradas nas nozes, castanhas, amêndoas, na azeitona, abacate etc. Esse tipo é diferente das gorduras trans, por exemplo, que devem ser evitadas.

Equilibre a ingestão de ferro

O consumo de ferro é fundamental, pois, além de prevenir doenças cardiovasculares, também atua no transporte do oxigênio para as células do corpo, possibilitando um melhor desempenho nas atividades.

Além disso, é comprovado que o ferro ajuda na prevenção da fadiga e mantém o bom funcionamento do sistema imunológico. É possível encontrá-lo em cereais integrais, nas folhas de cor verde-escura, nas frutas secas etc.

Há um detalhe importante quando falamos sobre os benefícios do consumo desse nutriente: existem alguns alimentos que podem facilitar a sua absorção. Aqueles que contém vitamina C, como a laranja e o limão, potencializam o poder de absorção do ferro quando ingeridos juntos.

Sendo assim, com uma alimentação adequada e equilibrada, é possível manter uma rotina saudável e praticar esportes sendo vegetariano estrito. Nunca é demais ressaltar que buscar ajuda de um profissional capaz de orientar e planejar um cronograma alimentar é mais seguro e pode melhorar, e muito, o desempenho esportivo.

E aí, gostou das dicas sobre vegetarianismo estrito e a prática de esporte? Então, compartilhe este post nas suas redes sociais!

20.2.21

INTOLERÂNCIA AO AÇÚCAR: A ALIMENTAÇÃO E O DIA A DIA DE QUEM CONVIVE COM ELA

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A intolerância ao açúcar é um problema muito mais recorrente do que você imagina. Afinal, existem diversos tipos de açúcares presentes em alimentos comuns do dia a dia e o organismo muitas vezes pode ter dificuldade em processar alguns deles

A intolerância à lactose, por exemplo, é um tipo de intolerância ao açúcar, uma vez que a lactose é o açúcar presente no leite. Já a intolerância à glicose, é uma condição em que a insulina produzida pelo pâncreas não consegue controlar adequadamente os níveis de açúcar no sangue.

Nem sempre é fácil detectar o problema, pois seus sintomas estão, muitas vezes, presentes em outras doenças. Porém, é muito importante ter conhecimento da condição a fim de fazer uma adaptação na alimentação, evitando, assim, o desenvolvimento de outros males, como a hipoglicemia, por exemplo.

Continue a sua leitura e saiba como é a rotina de quem convive com a intolerância ao açúcar!

Como é a alimentação de uma pessoa com intolerância ao açúcar?

A alimentação de uma pessoa intolerante ao açúcar vai variar de acordo com a substância — ou substâncias — que o organismo não consegue processar.

O indivíduo intolerante à lactose, por exemplo, deve excluir da sua rotina o leite e seus derivados. Hoje em dia, a mudança já não precisa ser mais tão radical, pois existem diversos produtos livres de lactose — como os leites vegetais e os queijos veganos, por exemplo. Além disso, é possível ter uma alimentação praticamente normal com essa restrição, substituindo os produtos lácteos pelas versões zero lactose.

Já os intolerantes ao açúcar presente nas frutas (frutose), devem excluir de sua rotina todos os alimentos com adição de frutose e sacarose, como os doces, os pães, o mel e seus derivados, as carnes processadas, as frutas — exceto o limão e o abacate — e qualquer tipo de produto que contenha essas substâncias em sua composição, inclusive medicamentos. Pessoas com essa condição devem fazer a suplementação de vitaminas para não ter problemas no organismo.

Agora, se a intolerância é à glicose, a alimentação sofre ainda mais impacto. Isso porque diversas substâncias (como a sacarose, a frutose e a lactose) se transformam em glicose depois de serem processados pelas enzimas presentes em nosso organismo.

Nesse caso, é preciso retirar da alimentação todos os itens que contenham açúcar em sua fórmula. Mas, assim como ocorre com a intolerância à lactose, existem produtos voltados especialmente para pessoas com essa condição, principalmente na internet.

Para mostrar como uma pessoa intolerante ao açúcar pode se alimentar de forma praticamente normal, separamos uma deliciosa receita de bolo, não apenas sem açúcar, mas também sem lactose e sem glúten! Confira:

Bolo de banana sem açúcar, sem lactose e sem glúten

Essa é uma receita bem simples para fazer em casa, com ingredientes fáceis de serem encontrados e que, além de deliciosa, é leve e saudável.

Ingredientes:

  • 11 bananas-nanicas;

  • 1 colher de sopa rasa de óleo de girassol;

  • 2 xícaras de farinha de quinoa;

  • 1 colher de sopa de fermento em pó.

Modo de preparo:

  1. bata no liquidificador as bananas e o óleo;

  2. transfira a mistura para uma tigela e adicione o fermento e a farinha de quinoa aos poucos, mexendo devagar para a massa ficar uniforme;

  3. se quiser, ainda pode adicionar uvas-passas ou ameixas secas para dar um sabor a mais;

  4. despeje a massa em uma assadeira untada e leve ao forno aquecido em 180 graus, por 45 minutos.

A intolerância ao açúcar é uma condição que pode causar problemas maiores se não descoberta e tratada. Entretanto, com uma alimentação adequada e com a ajuda da enorme gama de produtos criados justamente para atender a esse público, é possível ter uma vida e uma rotina perfeitamente normais.

Gostou do nosso post? Quer mais dicas? Então, leia este artigo e descubra como lidar com restrições alimentares em restaurantes!

13.2.21

QUAIS SÃO AS DIFERENÇAS ENTRE PROTEÍNAS DE LEGUMINOSAS E CEREAIS?

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Quando o assunto é alimentação saudável, leguminosas e cereais estão sempre presentes na discussão. Esses dois grupos vegetais fornecem diversos nutrientes à saúde, inclusive proteínas.

Portanto, não é à toa que vegetarianos estritos podem conseguir manter uma alimentação balanceada sem comer carne, que é uma das principais fontes proteicas das refeições onívoras.

Mas você já parou para pensar nas diferenças que existem entre leguminosas e cereais quando o assunto é proteína? Se tem dúvidas e quer entender essa questão para se alimentar bem, acompanhe este post!

Conceito: o que são leguminosas e cereais?

Para começar a conversa, é preciso entender os dois tipos de alimentos. Vamos lá:

As leguminosas

Este é o grupo de sementes que crescem em vagens. Dentre as leguminosas, o feijão é uma das culturas mais consumidas pelos brasileiros. Outros exemplos bem conhecidos são o grão-de-bico, a lentilha e a ervilha.

Apesar das características específicas de cada uma, todas as leguminosas têm em comum a disponibilidade de carboidratos complexos, muitas vitaminas, especialmente as do complexo B, e sais minerais. E elas também são excelentes fontes de proteína. A soja, por exemplo, oferece 36 g de proteínas a cada 100 g de sementes, uma quantidade bem maior que as de várias carnes.

Ainda, as leguminosas oferecem a maioria dos aminoácidos essenciais, substâncias necessárias para a formação de cadeias proteicas. Como o nosso corpo não tem a capacidade de sintetizá-las por si só, precisamos, então, ingerir alimentos que as forneçam.

Os cereais

Originados em plantas cultivadas em praticamente todo o mundo, os cereais são sementes e grãos altamente nutritivos que fazem parte da base da pirâmide alimentar. O arroz está entre os mais famosos, mas o grupo conta com diversas outras opções, como linhaça, aveia, centeio e quinoa.

Os cereais têm bastante carboidrato (as versões integrais são as mais saudáveis!) e são algumas das principais fontes de calorias da nossa alimentação, ou seja, fornecem muita energia! Apresentam também fibras em boa quantidade e, como as leguminosas, oferecem vitaminas e sais minerais importantes. E, claro, são opções para ingerir proteína vegetal.

Os alimentos desse grupo também apresentam aminoácidos essenciais, porém, diferentemente das leguminosas, são deficientes em três deles: a lisina, a treonina e o triptofano.

Dúvida: qual grupo é a melhor fonte de proteínas?

Nem um, nem outro. Apesar de ambos os grupos serem ótimos para a manutenção da saúde, oferecendo proteínas livres de qualquer resíduo animal, optar por somente um tipo não é a escolha adequada.

Afinal, os alimentos apresentam composições nutricionais diferentes entre si. Por exemplo, como já vimos, as leguminosas trazem muitas vitaminas do complexo B, essenciais ao correto funcionamento do metabolismo. Por outro lado, os cereais são riquíssimos em amido, a substância responsável pela alta disponibilidade energética desses itens.

Além disso, vem a principal questão deste post: as proteínas. Com exceções, como as sementes de soja, a maioria de leguminosas e cereais não apresentam todos os aminoácidos essenciais. Por isso, é necessário encontrar um balanço entre esses dois tipos de alimentos.

Solução: como chegar ao equilíbrio?

Você já chegou até aqui e entendeu que os grupos são diferentes e que, sozinhos, não fornecem a quantidade adequada de aminoácidos ao organismo. Então, qual é a medida?

O segredo está na alimentação diária dos brasileiros: arroz com feijão. Essa combinação clássica não é só saborosa — ela também tem um alto valor biológico, ou seja, oferece proteínas completas.

Entenda como esse encontro funciona: no feijão, falta metionina, aminoácido presente em grande quantidade no arroz. Já no arroz, não tem lisina, que é muito forte no feijão. A mistura da semente com o grão, então, favorece à absorção completa de aminoácidos essenciais, enchendo um prato de fontes proteicas balanceadas.

Portanto, a verdade é que leguminosas e cereais funcionam melhor em conjunto quando a questão é proteína. No dia a dia, você pode testar outras combinações, como quinoa com lentilha. Assim, além de variar nas fontes de nutrientes, também enriquece o seu cardápio.

6.2.21

COMO MONTAR UMA SALADA COMPLETA E NUTRITIVA?

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A salada vem se fazendo cada vez mais presente na mesa dos brasileiros e é indispensável na rotina dos veganos e dos vegetarianos. Apesar de muita gente achar que ela serve apenas de acompanhamento e não enche a barriga, esse prato pode ser uma refeição completa, saborosa e muito nutritiva.

Entretanto, muitas pessoas ainda têm dificuldades na hora de montar e saborear uma salada com bastante variedade de ingredientes, capazes de torná-la mais diversificada, colorida e gostosa.

Foi por isso que desenvolvemos este post para você, com dicas de como montar uma salada completa, nutritiva e muito atraente. Confira!

Comece pelas folhas

A base de uma boa salada são as folhas. Elas são ricas em fibras, ajudam na sensação de saciedade e ainda protegem as paredes do estômago.

Pelo fato de serem ricas em fibras, ajudam a controlar o colesterol, a glicemia e os triglicerídeos, prevenindo doenças como a diabetes e a pressão alta. Além disso, melhoram o trânsito intestinal.

Para deixar sua salada mais rica, aposte em uma mistura de tipos diferentes de folhas. Algumas sugestões são a alface, o espinafre, a rúcula, a couve e a acelga.

Adicione os legumes

Apesar das folhas serem muito importantes numa salada e fornecerem uma série de nutrientes, um prato completo e realmente nutritivo precisa de mais ingredientes, como os legumes.

Na hora de adicionar esses itens à sua salada, a regra é deixá-la o mais colorida possível. Divirta-se com as diferentes cores e sabores dos alimentos. Colorir a refeição é importante porque alguns artigos são ricos em determinados nutrientes que são responsáveis por dar cor a eles.

Os alimentos de cor avermelhada, por exemplo, são fontes de vitamina C e licopeno. Já os alaranjados são ricos em vitamina E e betacaroteno. Os produtos roxos são ricos em antocianinas e resveratrol — antioxidantes muito potentes.

Algumas sugestões de legumes para tornar sua salada mais completa e nutritiva são o brócolis, a beterraba, o pepino, o tomate, os rabanetes, o chuchu, os pimentões e a cenoura, alimentos de cores bem diversas e ricos nos mais diferentes nutrientes!

Acrescente alguns carboidratos

Quem pensa que a salada não pode ser uma boa fonte de carboidratos está muito enganado: basta escolher os ingredientes certos.

Até porque, uma refeição realmente completa deve conter nutrientes dos mais diversos grupos e não somente vitaminas e minerais. Os carboidratos, por exemplo, são essenciais em nossa alimentação, pois eles são a principal fonte de energia para o organismo.

Por isso, acrescente em sua salada alguns cereais integrais, como a cevada e a quinoa, ou então alguns tubérculos, como a batata-doce, a batata-inglesa e a mandioca. Vale também preparar algumas torradinhas integrais para acompanhar a refeição e reforçar os carboidratos.

Experimente a mistura de frutas e legumes cozidos

Caso você goste de experimentar sabores diferentes, pode acrescentar algumas frutas — elas podem servir também como fonte de carboidratos. Além disso, trazem mais sabor e refrescância para a salada, sendo uma excelente sugestão, principalmente nos dias quentes de verão.

Porém, as frutas devem acompanhar os legumes cozidos, nunca as verduras. Isso porque o consumo de frutas e verduras na mesma refeição não é recomendado. Experimente adicionar alguma fruta de sua preferência a uma salada de legumes cozidos a vapor, por exemplo, e verá como o resultado pode ser surpreendente!

Utilize temperos naturais

Uma salada saborosa precisa, além de variedade, ser bem-temperada. Mas tome cuidado nessa hora para utilizar somente temperos naturais, sejam eles frescos ou desidratados. Fuja dos temperos industrializados, que não têm nenhum valor nutricional e contêm agentes que podem ser tóxicos para o organismo, como o glutamato monossódico.

Tempere sua salada usando condimentos como salsinha, cebolinha, orégano, manjericão, tomilho, alho, coentro e outros. Para regar o prato, prefira o azeite extravirgem (ou azeitonas) e o suco do limão.

A variedade em alimentos já torna sua salada mais completa e nutritiva, além de deixá-la bonita e vistosa. Porém, se você desejar caprichar mais no visual, pode organizar os ingredientes por cor, em uma espécie de arco-íris, ou apostar em cortes diferentes para os itens.

Gostou das nossas dicas de como montar uma salada? Então, compartilhe as informações com seus amigos nas suas redes sociais!

30.1.21

VOCÊ PRECISA DESTAS 8 DICAS SAUDÁVEIS PARA ENGANAR A FOME

4 dicas para você enganar a fome e comer menos

Quando precisamos perder alguns quilos extras, a primeira atitude a se tomar é reeducar a alimentação. Entretanto, nos primeiros dias de mudança é comum sentirmos fome, e é aí que mora o perigo, já que, muitas vezes, não conseguimos nos privar de certos alimentos e acabamos voltando aos antigos hábitos.

É nessa hora que ter truques na manga para enganar a fome nos livra de sabotar o processo de emagrecimento e ajuda a dar continuidade no propósito. Porém, é preciso ter cuidado com algumas estratégias que podem prejudicar a saúde.

Quer saber como enganar a fome de forma saudável? Então, continue a leitura e confira nossas 8 dicas!

1. Mantenha-se hidratado

A sede pode ser confundida com a fome por terem mecanismos parecidos no cérebro. Assim, se você não estiver bem hidratado, é comum que acabe comendo alguma coisa em vez de beber água. Com isso, a sensação de fome não passa, já que o seu organismo está precisando de líquidos e não de alimentos.

Portanto, beber, no mínimo, 2 litros de água ao longo do dia faz você se manter hidratado e não confundir as duas sensações, não ingerindo alimentos fora de hora.

2. Não coma apenas carboidratos

Os carboidratos são convertidos em glicose rapidamente após o consumo, principalmente os refinados, como doces, açúcares, pães, massas e arroz. Essa glicose em grande quantidade faz com que aconteça um pico de insulina — hormônio responsável por fazer a glicose entrar nas células para produção de energia.

Dessa forma, a glicose sanguínea cai drasticamente, gerando a fome novamente e, então, você come e o ciclo se repete. O problema disso é que a energia que fica em excesso nas células é armazenada no corpo em forma de gordura, ou seja, quanto mais picos de insulina no organismo, maiores são as chances de engordar.

No entanto, é possível reverter essa situação: basta consumir os carboidratos nas versões integrais e sempre acompanhados de uma proteína (leguminosas) ou gorduras boas (azeite de oliva extravirgem, nozes, castanhas e abacate).

As fibras dos alimentos integrais diminuem a absorção da glicose. Já as gorduras e as proteínas, por terem digestão mais demorada, fazem com que o carboidrato da refeição seja convertido lentamente em glicose, não causando o pico de insulina e saciando por mais tempo.

3. Consuma a salada antes dos pratos quentes

As fibras presentes nos vegetais são capazes de aumentar de volume no estômago, dando mais saciedade com poucas calorias. Sendo assim, você come menos e reduz as calorias ingeridas naquela refeição.

Além disso, o cérebro precisa de alguns minutos de mastigação para ativar o centro de saciedade. Por isso, se você começar pela salada, quando chegar no prato quente estará mais satisfeito.

4. Esteja bem nutrido

A carência de nutrientes, como vitaminas e minerais, faz com que o seu corpo peça por comida, já que ele não consegue pedir pela substância que sente falta, não é? Com isso, você sente fome e, se não tiver uma alimentação equilibrada em nutrientes, continuará sentindo, mesmo após comer.

Tendo isso em vista, é importante ter uma alimentação variada e rica, que supra todas as necessidades nutricionais do organismo. Dessa maneira, o corpo não manda os sinais de fome por carência de alguma coisa. Então, consuma todos os grupos de alimentos: carboidratos, proteínas, gorduras, frutas e legumes.

5. Pratique atividades físicas

As atividades físicas, além de todos os benefícios no emagrecimento e no sistema cardiovascular, liberam substâncias responsáveis pelas sensações de prazer e bem-estar, assim como alguns alimentos calóricos, como os doces e os ricos em gorduras.

Portanto, invista nos exercícios físicos para queimar calorias, eliminar gordura e evitar a vontade de comer alimentos que façam você alimentar-se antes da hora!

6. Aposte na chia

A chia é uma grande aliada para o emagrecimento e para enganar a fome. Isso acontece porque, ao entrar em contato com os líquidos, ela forma um tipo de gel, capaz de aumentar de volume em até 12 vezes. Assim, a semente dá mais saciedade e diminui a absorção de gorduras e açúcares das refeições.

Outra vantagem é a grande quantidade de ômega-3 presente na chia — esses ácidos graxos são anti-inflamatórios, ajudando na perda de peso e no bom funcionamento de todo o organismo.

7. Utilize truques para enganar a fome

Além de seguir as dicas anteriores, existem mais alguns truques que ajudam a enganar a fome. Confira:

  • opte por frutas para a sobremesa no lugar dos doces feitos com açúcar;
  • faça saladas bem coloridas, com muitos vegetais e temperos frescos;
  • monte pratos bonitos e valorize os alimentos, afinal, dizem que comemos primeiro com os olhos;
  • coma em pratos pequenos, assim você tem a impressão de comer um prato cheio;
  • não saia de casa com fome, pois fica mais fácil resistir às tentações das comidas na rua.

8. Não faça loucuras

Ficar horas sem comer, pular refeições ou fazer dietas que restringem algum nutriente, como os carboidratos, pode levar à compulsão alimentar — situação em que a pessoa perde o controle do que consome, exagerando na ingestão de alimentos. Além de não fazer bem à saúde, ainda faz com que você perca o foco da alimentação saudável.

Outra situação que é capaz de comprometer os seus resultados é comer muito rápido, sem ter tempo de mastigar bem os alimentos e apreciá-los. Isso pode causar má digestão, problemas gastrointestinais e fazer com que você coma além do necessário, pois a saciedade demora certo tempo para ser ativada, como falamos.

É possível enganar a fome de maneira saudável com algumas atitudes no dia a dia. Você verá que é apenas questão de adaptação, e que esses hábitos passarão a fazer parte da sua rotina alimentar. Então, coloque as nossas 8 dicas em prática e veja como é fácil driblar a fome, sem comprometer sua saúde!

16.1.21

5 ALIMENTOS QUE TÊM MAIS AÇÚCAR DO QUE O PENSADO

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Sabemos como o consumo de açúcar em excesso é prejudicial para a nossa saúde, podendo causar doenças graves, como o diabetes. O problema é que muitos alimentos contêm muito mais açúcar do que pensamos que possuem. Neste artigo você vai conhecer 5 alimentos que têm mais açúcar do que o pensado.

Parece saudável, mas não é

A preocupação com o próprio corpo e com a própria saúde têm estado em pauta nos últimos anos. Sabendo que vivemos em um mundo em que há cada vez mais opções de alimentos industrializados e prejudiciais à saúde, vários grupos de pessoas passaram a procurar por alimentos com menos calorias e açúcar.

Nessa realidade, surgiram os chamados alimentos light e diet, que prometem ser mais saudáveis mas nem sempre promovem isso. Faz-se necessário, portanto, olhar o rótulo de cada alimento para saber se a indústria alimentícia está te enganando.

Onde encontrar produtos realmente saudáveis?
Antes de entrar em exemplos de alimentos que têm mais açúcar do que o pensado, preste atenção nesta dica: no site da Superbom você encontra opções de alimentos  sem açúcar, lactose e glúten, além de dezenas de outras opções saudáveis.

São produtos interessantes para quem quer começar a manter um estilo de vida saudável, sendo ou não vegano.

Diferentemente do que muita gente pensa, muitos alimentos tidos como saudáveis e até mesmo chamados de light, carregam uma quantidade absurda de açúcar. Para que você fique atento, confira 5 deles abaixo:

Barra de cereais

Quem desconfiaria que a barra de cereais, item sempre chamado de saudável e ideal para um lanche sem culpa, conteria grande quantidade de açúcar?

Há barras de cereais que se salvam, como as que têm mais de 2 g de fibras, contudo, as que têm menos que isso podem levar cerca de 38 g de açúcar em 100 g de barra de cereal, mais do que a dose diária recomendada.

Iogurte

O iogurte é conhecido por ter muitos nutrientes, mas muitas de suas versões apresentam uma grande quantidade de açúcares também — açúcares presentes não apenas nas versões tradicionais, mas também nas versões light e desnatadas.

Gelatina

Você já trocou um lanche por um pouco de gelatina para evitar o consumo de açúcar? Saiba, então, que 120 g de gelatina de morango podem conter 7,9 g de açúcar.

Segundo um estudo feito pela Associação Brasileira de Defesa do Consumidor, a gelatina é um alimento que contém muitos açúcares, adoçantes, corantes artificiais e conservantes.

Aveia

A aveia é considerado um alimento muito saudável e benéfico para o corpo, o que não é necessariamente mentira. Entretanto, algumas versões contêm grandes quantidades de açúcar e frutose. É recomendado olhar o rótulo antes de comprar, está bem?

Adoçantes

Mesmo que não seja o mesmo tipo de açúcar de mesa, eles também fazem mal. Há opções mais naturais, mas é importante saber que boa parte desses produtos industrializados é bem prejudicial.

9.1.21

COMO EQUILIBRAR A QUANTIDADE DE FIBRAS NA ALIMENTAÇÃO

 Alimentos ricos em fibras e 6 principais benefícios para a saúde - Tua Saúde

Um cronograma alimentar equilibrado depende de vários fatores, que atuam juntos para garantir uma absorção de nutrientes adequada. Entre os aspectos principais dessa rotina, está a inserção de fibras na alimentação. Essas substâncias atuam diretamente na regulação da nossa digestão e a falta delas fragiliza a flora intestinal, situação que pode causar uma série de problemas. 

O Ministério da Saúde recomenda a ingestão diária de 25 g de fibras alimentares para a manutenção de um plano balanceado. Pode até parecer pouco, mas, para atingir esse nível, é preciso variar nas fontes de alimentos e distribuir porções ao longo de todo o dia. E é justamente para você entender como equilibrar a quantidade de fibras no seu cardápio que preparamos este post. Na leitura a seguir, vamos explicar mais sobre o universo desses importantes nutrientes. Acompanhe!

As funções das fibras na alimentação

As fibras são carboidratos encontrados nos alimentos de origem vegetal — legumes, frutas, hortaliças, cereais e sementes — que têm como característica resistir à digestão. Elas atuam como reguladoras essenciais do trânsito digestivo e cumprem esse papel a partir de duas formas: ou são solúveis ou insolúveis.

Fibras solúveis

Esse tipo de fibra é aquele que, ao entrar em contato com a água, forma uma espécie de gel. Essa textura permite que os alimentos fiquem mais viscosos quando ainda estão no estômago. O resultado disso é uma sensação de saciedade maior, fator responsável por ajudar no controle do apetite durante as refeições.

Outros benefícios ligados às fibras solúveis são a manutenção do bom colesterol (LDL), a regulação do açúcar no sangue e a prevenção cardiovascular. Alguns exemplos de alimentos em que podemos encontrar esse tipo de fibras são:

  • aveia;
  • leguminosas (ervilha, lentilha, feijão);
  • castanhas;
  • maçã e pera;
  • sementes de linhaça.

Ao longo do seu trânsito pelo nosso corpo, essas fibras agem na absorção de açúcares e gorduras — e é justamente por isso que são amigas do controle do colesterol e do índice glicêmico. Ao baixarem as taxas de insulina, devido à lentidão que trazem para a digestão, elas proporcionam menor acúmulo de gordura corporal e estimulam a sensação de saciedade, pontos que são essenciais para a manutenção do peso saudável.

Fibras insolúveis

Esta é a categoria das fibras que não reagem à água. Logo, elas não formam um gel, como as solúveis, passando intactas durante todo o processo de digestão. O principal trabalho delas é dar volume e estrutura ao bolo fecal, e isso mantêm o funcionamento do intestino em dia.

Ao diminuir a fermentação na região do cólon e permitir maior absorção de água, as fibras insolúveis tornam o processo de evacuação mais rápido e rotineiro, evitando problemas incômodos, como a prisão de ventre e também o contato com toxinas. Entre os alimentos que apresentam esse tipo de fibras, estão:

  • arroz, pão e macarrão integrais;
  • hortaliças verde-escuras, como a couve;
  • cascas de frutas e tubérculos;
  • farelo de trigo.

Ainda, o consumo regular desse tipo de fibras, mais que somente dar suporte à digestão e à absorção adequada de nutrientes, potencializa a manutenção das bactérias “boas”, essenciais para que o intestino funcione bem — é como uma bola de neve: um processo leva ao outro. E a ingestão regular das fibras insolúveis também é fundamental para combater bactérias nocivas que podem levar ao aparecimento da diverticulite, uma inflamação intestinal bastante comum, e até de doenças graves, como o câncer.

A quantidade correta de fibras no dia a dia

 

Como já vimos no começo deste artigo, o Ministério da Saúde recomenda que 25 g de fibras sejam ingeridas diariamente. Mas como fazer para garantir esse aporte? A resposta é: conhecer os alimentos. É apenas sabendo o que entra no nosso prato que podemos ter autonomia e autoconfiança sobre a nossa agenda alimentar. 

Além de identificar as porcentagens e os tipos de fibras em alimentos in natura, como frutas e verduras, é bem importante conferir os rótulos de produtos que passaram por algum processamento industrial, como cereais, sementes e grãos. 

Na tabela a seguir, conheça alguns alimentos bastante presentes à mesa e as quantidades de fibras que eles oferecem à alimentação:

ALIMENTOS (porção de 100 g)FIBRAS (g)
Sementes de linhaça27 g
Feijão preto16 g 
Farelo de aveia15 g
Abacate4 g
Couve3,1 g
Batata doce3 g
Brócolis2,6 g
Maçã2,4 g

Fonte das informações: Dica de Mulher

Além desses alimentos, muitos outros têm boas quantidades de fibras. E para garantir o estoque abastecido, o ideal é variar as fontes no cardápio semanal. Isso é importante, porque o consumo de diversos vegetais aumenta a quantidade de vitaminas e sais minerais no organismo, enriquecendo nutricionalmente a alimentação. 

As fibras e o emagrecimento

A obesidade é uma situação de saúde que pode levar a diversas complicações e doenças. Logo, a manutenção do peso adequado, com uma rotina alimentar funcional, garante longevidade e bem-estar. Já com isso em mente, precisamos entender o quanto as fibras são essenciais para que o nosso corpo responda bem à busca de uma alimentação que permita o emagrecimento com muita saúde. 

Devido a todos os aspectos de regulação que apresentamos anteriormente, as fibras permitem que a cadeia digestiva seja mais harmoniosa, com fluxos cíclicos de ingestão e excreção. Tal ajuste faz com que o corpo absorva menos toxinas e consiga valorizar mais os nutrientes de todos os alimentos consumidos, já que eles são, literalmente, “bem-tratados” pelas fibras. Com essa melhoria, o estômago e o intestino trabalham com mais saúde e o organismo aproveita somente aquilo que vai servir ao bom funcionamento, deixando de lado os acúmulos de açúcares e gorduras, por exemplo, que inflamam as células e geram aumento de peso. 

Fora tudo isso tem a já bastante batida questão da saciedade. Ao ajudarem na manutenção do controle de apetite, as fibras funcionam também como reguladoras logo no início do processo, na hora da refeição. Ao ingerir alimentos em menor quantidade, consequentemente, reduzimos as calorias por prato. 

Por fim, saiba que é essencial aliar o consumo de fibras a dois hábitos indispensáveis: hidratação e atividade física. É o trabalho dessas três frentes em parceria que estimula a musculatura intestinal.

MEL DE ABELHAS: UM ALIMENTO MILENAR

 Inclua mel em sua dieta | Veja Saúde
Um dos alimentos mais naturais que podemos encontrar na natureza é o puro mel de abelhas, que dispõe de inúmeros nutrientes, sendo um alimento rico em vitaminas e minerais. O consumo de mel no Brasil ainda é muito pequeno comparado a países do continente europeu onde o consumo per capita é no mínimo 5 vezes maior. O hábito de colocar na dieta porções desse alimento é muito benéfico devido as suas propriedades funcionais. O consumo diário contribui para uma melhor qualidade de vida, auxilia na prevenção de vários tipos de doenças, principalmente do sistema respiratório, e reforça o sistema imunológico. Separamos algumas informações que poderão ser úteis e tirar algumas de suas dúvidas sobre o mel. Confira! De onde vem o mel? A matéria-prima que as abelhas utilizam para a produção do mel é o néctar das flores, utilizado para o desenvolvimento inicial dos frutos, sendo fonte de energia para o seu crescimento e contém uma quantidade considerável de açúcares, sais minerais, vitaminas e água.
 
Suas principais características 
As características do mel como sabor, cor, aroma e viscosidade variam muito de acordo com sua origem botânica, ou seja, com a florada utilizada pelas abelhas para a coleta do néctar, as condições de clima, solo, umidade, altitude e até mesmo o tipo de cuidado na manipulação pelo apicultor podem alterar as características do mel. No Brasil, as variedades mais comuns são: silvestre, laranjeira, cipó-uva, angico e eucalipto. Ele é rico em componentes nutritivos e terapêuticos, possui dois principais açúcares naturais: glucose e frutose; além de importantes sais minerais. Os açúcares são absorvidos no sangue sem que seja necessária a digestão, fornecendo energia rapidamente. Uma dúvida muito comum entre os consumidores é: ele, na sua forma pura cristaliza? A resposta é sim. A cristalização é um processo natural que ocorre pela separação dos açúcares naturais do mel, uma relação direta entre a frutose e a glucose que pode ser acelerado por diversos fatores, principalmente a temperatura. Em regiões mais frias ele cristaliza muito rápido e facilmente do que em regiões mais quentes. Caso você queira descristalizar o mel é muito simples porém deve ser feito com a menor quantidade de vezes possível e com bastante atenção as dicas a seguir: 
  • Não deve ser feito diretamente no fogo ou microondas; 
  • Coloque em banho maria com temperatura controlada de no máximo (45ºC) com uma leve agitação no produto. 
 Dessa forma os açúcares retornam às suas características originais e o mel fica novamente com aspecto mais viscoso e denso. Importante: não deve ser super aquecido para evitar que degrade suas propriedades nutricionais e compostos bioativos do produto. O Mel é um produto muito sensível a altas temperaturas por período de tempo e exposição não controlados. O processo de aquecimento degrada os açúcares naturais do Mel, formando um composto fenólico chamado de Hidroximetilfurfural (HMF) no produto e esse composto pode ser muito danoso para a saúde, devido esse aumento acelerado de compostos fenólicos e a perda das propriedades bioativas do Mel. Por isso o Mel deve ser processado de forma adequada com tecnologia e controles apropriados para garantir ao Mel que mantenha suas propriedades nutricionais e funcionais perfeitas e com a segurança alimentar adequada para os consumidores. Devemos consumir o Mel de empresas idôneas e devidamente registradas no Serviço de Inspeção Federal (SIF), o que garante um controle na cadeia de manipulação das colmeias, processamento, produto final, transporte e distribuição. Aproveite o consumo de Mel 100% natural aproveitando todos os benefícios que o produto oferece para nossa saúde e contribui com nossa qualidade de vida. Experimente adicioná-lo em vários de tipos de bebidas e diversos pratos que podemos apreciar com esse alimento tão completo e natural.