18.7.20

COMO AS PLANTAS MEDICINAIS PODEM AJUDAR A COMBATER A PRISÃO DE VENTRE?


A prisão de ventre é um problema extremamente comum, especialmente nas mulheres. Nelas, esse problema pode causar cólicas bem fortes e um efeito conhecido como “barriga inchada”.

Mas, assim como nos homens, pode ter consequências bem graves como hemorroidas e fissuras anais, devido ao esforço que passa a ser necessário para evacuar.

Felizmente, a própria natureza traz algumas alternativas para tentar solucionar esse problema tão incômodo. Algumas plantas medicinais têm propriedades para combater a prisão de ventre, e ainda, ajudar a melhorar a saúde e a alimentação.

As soluções mais conhecidas 


Uma delas é o abacaxi. Essa fruta, além de altamente nutritiva e refrescante, tem ótimos valores medicinais e ela é usada há séculos para tratar diversos problemas de digestão, além de condições respiratórias e diversas outras.

Para a prisão de ventre, essa fruta ajuda muito pelas suas propriedades digestivas. Sendo assim, ela pode absorver melhor os nutrientes e facilitar a digestão pesada. Com isso, ela contribui para a movimentação do intestino, especialmente em casos de pós-cirurgia abdominal. Curiosamente, o abacaxi também ajuda a combater a diarreia.


Outra planta comum que ajuda a combater a prisão de ventre é a beterraba. Essa planta é um dos alimentos mais nutritivos conhecidos, as substâncias da sua composição combatem problemas que vão desde a depressão, até a diabetes.

Para a prisão de ventre, a beterraba é rica em açúcares lentos e fibras, dois componentes muito importantes para a movimentação ideal do intestino.


As plantas medicinais no combate a prisão de ventre


A Losna é outra planta que tem grandes propriedades contra a prisão de ventre.

Originada na Europa, e conhecida por ajudar na produção da bebida absinto, suas folhas ajudam também em todo o processo digestivo.

Seu uso aumenta a produção de saliva, dos sucos, gástricos, pancreáticos e biliares, além de ajudar a promover a movimentação do intestino. Com o funcionamento ótimo de todo o sistema digestivo, também ajuda a combater a prisão de ventre.

É importante citar que, em excesso, a losna pode atacar o fígado, causando até mesmo danos neurológicos, por isso é importante utilizar sempre nas dosagens recomendadas, usando uma colher de sobremesa da planta picada para uma xícara de água, tomando duas xícaras ao dia.


A Sene, é um excelente laxante e estimulante intestinal, usada a séculos por essas propriedades.

Estudos realizados com suas folhas mostram excelentes resultados no funcionamento do intestino.

Já a Erva Doce, ou Anis, é uma planta que vem do Oriente Médio. Seu cultivo e uso medicinal, data de mais 1000 anos, principalmente pelos egípcios. Desde essa época, foram observados seus benefícios para a saúde do organismo, como regulador menstrual, tônico estomacal e outros.

Para o combate a prisão de ventre, um tônico composto por erva-doce, funcho, sabugueiro e sene, foi testado em pacientes com esse problema e a solução reduziu o trânsito estomacal deles de 42 horas para apenas 17.

Apesar das propriedades, e dos resultados, bem positivos é preciso um pequeno cuidado com a erva-doce. Ela não é recomendada, por exemplo, para pessoas com déficit de atenção e que possam sofrer de epilepsia.

Outras plantas como a canafístula e a mandacaru, também são muito eficientes no combate a prisão de ventre.

Por isso, para qualquer planta medicinal, assim como qualquer medicamento, precisa ser tomado na dose certa e pela pessoa certa. Então, apesar das plantas descritas serem ótimas soluções para o problema da prisão de ventre, pesquise bem para garantir que ela irá apenas fazer bem a você.

27.6.20

SEMENTE DE ABÓBORA

Benefícios da semente de abóbora
As sementes são uma rica fonte de vitaminas e a semente de abóbora é uma excelente opção para você introduzir em sua alimentação.

A semente de abóbora
é rica em proteína, magnésio cobre, fósforo, zinco, ferro, vitamina C, E e K.Se não bastasse isso ela é um poderoso antioxidante e auxilia no retardo do envelhecimento.

A semente de abóbora também atua como um laxante leve e ajuda no controle do colesterol e do diabetes.

Você pode consumi-la de diversas formas, no lanche, na salada, na sopa, na granola.
SEMENTE DE ABÓBORA PARA DEPRESSÃO
Um estudo canadense, provou que o triptofano, um componente da semente de abóbora é importante no controle da ansiedade.
A semente de abóbora possui efeitos anti-inflamatórios e atua direto nas dores articulares, sendo excelente opção para quem tem artrite e artrose.
Rica em cálcio a semente de abóbora pode e deve ser incluída na alimentação da criançada e idosos, faixas etárias em que o consumo de cálcio deve ser maior.

ATIVIDADE FÍSICA

 Dia Mundial da Atividade Física | Saúde Naval
O corpo humano é uma máquina e precisa de manutenção e cuidados para manter-se saudável. Cada vez mais cercados de comodidade e de controles remotos, vamos, lentamente, deteriorando nosso complexo organismo, mas nossa fisiologia revela que fomos feitos para o movimento. Não crescemos para ficar esparramados no sofá, vendo televisão ou sentados diante de um computador.
O corpo precisa de movimento. A prática regular e bem orientada de atividade física pode trazer inúmeros benefícios ao organismo, como manter a pressão arterial em níveis normais, revigorar o coração, melhorar a postura corporal, fortificar os ossos, reforçar o sistema imunológico, controlar os níveis de açúcar, promover o equilíbrio hormonal, aliviar os sintomas da TPM (nas mulheres), proteger a próstata (nos homens) e favorecer o sono, o bom humor e a autoestima.
Uma hora de atividade física, corretamente praticada, pode render até duas horas a mais na vida de uma pessoa. Mas atividade física não é sair correndo, com o “coração na boca”, pois exercício em excesso é tão prejudicial quanto a ausência dele, podendo causar fadiga, dores de cabeça e muscular, arritmia cardíaca, hipertensão arterial, insônia, tensão facial, queda de cabelo, inchaço, entre outras.
É preciso buscar o equilíbrio, sempre. Para isso, esteja atento aos limites saudáveis, qualquer que seja a prática escolhida.
A atividade física pode fazer muito pela sua saúde física e mental, desde que bem orientada. Antes de iniciá-la, é preciso fazer uma série de exames para avaliar seu estado de saúde atual e saber qual é a prática adequada ao seu perfil e ou necessidade.
Hoje, existem muitas opções de atividade física. Se você está há muito tempo sem se exercitar, procure identificar alguma atividade que o agrade e dê o primeiro passo. Visite academias, faça aulas experimentais, converse com pessoas da sua faixa etária que pratiquem a modalidade escolhida e avalie se o acesso ao local é fácil para você.
Para deixar de ser sedentário, você não precisa ficar horas nos aparelhos de musculação nem correr dez quilômetros diariamente. Meia hora de atividade física por dia é o suficiente. Você pode começar com caminhadas no bairro em que você mora. Basta um tênis, uma roupa confortável e, se achar desagradável andar sozinho, é só arrumar um cãozinho e levá-lo para passear. Sua caminhada solitária se torna perfeitamente justificada, sem contar que ter um bichinho de estimação faz bem para o coração.
Práticas ao ar livre devem ser feitas bem cedo. De qualquer modo, proteja sua pele com um bom filtro solar, e use bonés, viseiras ou óculos escuros, desde que as lentes tenham filtro de proteção contra os raios UV, para proteger seus olhos.
Não adianta se matar de correr no parque uma vez por mês. Vá com calma e seja constante. E se não quiser gastar dinheiro nem tempo indo a uma academia, tenha hábitos inteligentes no dia a dia, como caminhar uma parte do trajeto até o seu local de trabalho ou usar escadas em vez de elevador, por exemplo. Se você se exercitar de modo controlado, obterá disso muito mais do que condicionamento físico. Obterá saúde física e mental, que lhe trará serenidade e lhe permitirá viver de modo muito mais harmonioso.

20.6.20

💦💦VAMOS BEBER ÁGUA!!!! 💦💦


Beber água pode te tornar mais produtivo, aponta pesquisa - Época ...
A sede é um sinal de alerta para a necessidade do corpo por água. Ela aparece quando a quantidade
de líquidos no organismo já se encontra abaixo do nível desejado. Por isso, não espere a sede chegar
e o seu corpo ficar com os níveis de água na reserva.
Recomenda-se como medida caseira a média de oito copos de água no mínimo por dia. Se fizer
atividade física essa quantidade pode dobrar.

💦💦CALCULE A QUANTIDADE IDEAL DE ÁGUA PARA VOCÊ💦💦

A quantidade de 💦💦água💦💦 que deve ser consumida no dia é individual. O cálculo feito é: 35ml de água multiplicado pelo peso corporal de cada um. Por exemplo: Uma pessoa de 45kg deve tomar 1,5 litro de água (7-8 copos/dia) e uma pessoa de 80kg deve tomar 2,8 litros de água (14 copos/dia).

💦💦Agora vamos falar sobre os benefícios de beber água:
☑ Regula a temperatura corporal – a água do organismo é liberada pela transpiração para regular a
temperatura e evitar que nosso organismo esquente demais ou sofra alterações térmicas bruscas.
☑ Desintoxica o corpo – Ela auxilia na prevenção e no tratamento de infecção urinária, pois o
líquido estimula as idas ao banheiro, o que ajuda a “limpar” o trato urinário. Em parceria com a ação
das fibras alimentares, a água ajuda a formar e hidratar o bolo fecal, evitando que ele fique ressecado
e, como consequência, cause constipação intestinal. Também elimina todas as toxinas estocadas em
nosso organismo favorecendo a limpeza orgânica.
☑Absorção e transporte de nutrientes – A água auxilia na absorção de nutrientes e glicose. Além
disso, o líquido ajuda no transporte dessas substâncias pela corrente sanguínea e na distribuição para
as diversas partes do organismo.
☑ Emagrecimento – Além de reduzir a retenção de líquidos, pois coloca os rins para trabalhar, a
água também traz sensação de saciedade. Assim, ingerir um copo 30 minutos antes da refeição ajuda a controlar o apetite. 
☑ Pele bonita – Promove a revitalização das células e mucosas. Na pele, isso resulta em uma
hidratação de dentro para fora. Portanto, ela constitui o método mais barato e eficaz para evitar o
ressecamento e a descamação.
☑ Uma dica é ter a mão sempre uma garrafinha de água e beber pelo menos 150 ml por hora,
quando menos perceber cria-se o hábito de beber água!!!

13.6.20

7 ALIMENTOS QUE SÃO FONTES DE CÁLCIO PARA QUEM NÃO CONSOME LEITE


Brócolis - Nutrientes e benefícios do Brócolis - InfoEscola
O cálcio é um dos principais nutrientes responsáveis pela regulação do organismo. Ele é um mineral abundante no nosso corpo, especialmente no esqueleto — 99% de sua concentração está em ossos e dentes. Logo, é um protagonista do processo de integridade óssea.
O cálcio também está presente em fluídos extracelulares e tecidos, integrando processos metabólicos essenciais, como a coagulação sanguínea, que impede perdas significativas de sangue em hemorragias. O mineral atua como um cofator da cascata de coagulação, participando de reações que permitem estancar o sangue e evitar novos sangramentos em um local ferido.
Sendo o cálcio parte de funções tão elementares, é indiscutível que mantê-lo em níveis satisfatórios, ao longo da vida, é um hábito aliado da boa saúde. Para pessoas adultas, as recomendações diárias variam entre 1000 mg (19-50 anos) e 1200 mg (acima de 50 anos). Na alimentação onívora, o leite e os seus derivados aparecem como as principais fontes de cálcio
Mas se você não consome produtos desse tipo, há como fazer uma reposição adequada? A resposta é simples: sim, é possível absorver o mineral a partir de diversos outros alimentos. A seguir, confira uma lista com 7 opções ricas no nutriente. Anote aí:

1. Couve


A couve é fácil de ser encontrada e oferece bom custo-benefício. É versátil, caindo bem em sucos, saladas e refogados. Além de fibras e vitaminas, é uma excelente fonte de minerais, a exemplo do cálcio: 100 g de folhas cozidas, o equivalente a uma porção, garantem entre 140 mg e 240 mg do nutriente. A couve também oferece uma concentração equilibrada de manganês, mineral importante para ajudar o cálcio nas funções de manutenção óssea.

2. Tahine


O tahine é uma pasta feita com sementes de gergelim torradas. É um ingrediente bastante consumido na cozinha de países do mediterrâneo, do norte africano e do oriente médio. Aqui no Brasil, já é também muito conhecido, especialmente por fazer parte das receitas de húmus e babaganoush.
Em uma colher de sopa de tahine, conseguimos cerca de 64 mg de cálcio. Assim como a couve, esse ingrediente também oferece boas porcentagens de manganês — 24% da necessidade diária é suprida com a ingestão de duas colheres de sopa.

3. Feijão-branco


As leguminosas, como os feijões, fazem parte da nossa base alimentar. Os mais comuns, na cozinha brasileira, são o preto e o carioca, mas há outras variedades que vêm sendo cada vez mais consumidas, como o feijão-branco.
Bastante comum para fazer saladas, mas também uma ótima base para caldos, como o clássico minestrone, esse tipo de feijão é excelente quando o assunto é cálcio: a cada 100 g do ingrediente cozido, temos 90 mg do mineral. O feijão-branco ainda é rico em flavonoides, ferro e diversas vitaminas.

4. Brócolis


Outro vegetal com folhas escuras que oferece cálcio é o brócolis, um ótimo ingrediente para refogados e molhos cremosos. A concentração é mais baixa do que a da couve: em 100 g do alimento cozido, a média de miligramas do mineral varia entre 40 e 51. Porém, a menor quantidade não diminui a importância do brócolis, já que a absorção do cálcio a partir dele é bem eficiente. 
Isso acontece porque o brócolis tem natureza alcalina, ajudando a estabilizar a acidez do sangue, um agente que, quando alto, tende a barrar a absorção de cálcio. O brócolis também oferece importantes vitaminas, como a K, que potencializa os dois processos sobre os quais falamos no início do artigo: a manutenção óssea e a coagulação sanguínea.

5. Tofu


O tofu ou o “queijo de soja”, é muito importante na alimentação natural, especialmente para quem adota rotinas alimentares vegetarianas e veganas, pois oferece alta quantidade de proteínas, sendo um bom substituto da carne.
Mas, além disso, também é uma excelente fonte de mineiras, como o cálcio. Em 100 g de tofu, as taxas do nutriente podem variar entre 70-200 mg (se coagulado com nigari, o cloreto de magnésio) e 120-300 mg (se coagulado com sulfato de cálcio). O ideal é consumir esse alimento na forma orgânica, de modo a evitar a ingestão de agrotóxicos, que são bastante usados na produção dos grãos de soja.

6. Amêndoas


As amêndoas, opções práticas para os lanches ao longo do dia, oferecem vários benefícios à saúde, como a regulação do colesterol, o estímulo à boa circulação e o controle dos processos inflamatórios. Além disso, as sementes fazem parte do grupo de fontes de cálcio alternativas ao leite. A proporção é de 50 mg do mineral para cada duas colheres de sopa. 
As sementes de amêndoas são tipos de frutos secos que, hoje, já estão se tornando mais comuns na alimentação, indo além dos recheios de chocolates. Uma possível razão para o aumento, tanto de conhecimento quanto de procura por esse alimento in natura, pode ser a busca por estilos de vida mais saudáveis, como o vegetariano e o vegano — que vêm crescendo nos últimos anos.

7. Sementes de gergelim


Já pincelamos um pouco sobre esse ingrediente quando falamos sobre o tahine, logo no início do artigo. O gergelim é uma planta originária do oriente que oferece uma série de benefícios medicinais à saúde. Os seus principais subprodutos são o óleo e as sementes, que são consumidas torradas. 
As sementes de gergelim contêm, principalmente, vitaminas A e do complexo B e, também, minerais essenciais, como o manganês, o cobre e, claro, o cálcio. Em duas colheres de sopa, são 176 mg do nutriente. 
Conhecidas pelo sabor incrível, que marca muitos pratos vindos do oriente, as sementes também são ótimos acompanhamentos para saladas e preparos assados, como pães, bolos e biscoitos. 
Neste artigo, você conheceu 7 fontes de cálcio diferentes do tradicional leite de vaca. Aqui, você viu que é possível sim, abastecer o seu organismo com um mineral que é indispensável à saúde, a partir da ingestão de uma boa variedade de alimentos de origem vegetal. Essa também é uma forma de inserir novidades e mais nutrientes no seu cronograma alimentar. 

31.5.20

5 BENEFÍCIOS DAS FRUTAS E 5 FORMAS DE INCLUÍ-LAS NA ALIMENTAÇÃO

Frutas: conheça os benefícios das frutas para a saúde - Brasil Escola

As frutas estão entre os principais alimentos de uma alimentação balanceada. O número de porções consumidas por dia varia de pessoa para pessoa, dependendo das necessidades do plano alimentar. Mas uma coisa é certa: as frutas não podem faltar no cardápio, pois oferecem substâncias que suportam as funções metabólicas, conferindo energia e vitalidade. 
Junto dos legumes e das verduras, as frutas compõem um grupo alimentar indispensável para a regulação do organismo — inclusive, a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda o consumo mínimo de 400 g desses alimentos por dia. E como são fontes de variados nutrientes, especialmente vitaminas, sais minerais e fibras, as frutas oferecem ganhos inegáveis para um cronograma alimentar equilibrado. 
Se você tem interesse em alimentação natural e busca sempre informações para organizar o seu cardápio, o post de hoje é um bom guia. Acompanhando a leitura, você conhecerá 5 benefícios das frutas e, ainda, 5 maneiras de incluí-las na rotina. Confira!

5 benefícios das frutas para a alimentação

Como já falamos, as frutas fazem parte de uma alimentação balanceada. A seguir, conheça algumas das principais vantagens que elas oferecem:

1. Ajudam na manutenção do peso

Geralmente docinhas e saborosas, as frutas funcionam bem tanto no paladar quanto na balança. Comendo uma porção, por exemplo, você consegue driblar a hora da fome com uma quantidade de calorias menor que a de muitos snacks, o que é ótimo para a manutenção do peso. 
Além disso, algumas frutas, como o morango, a uva, a maçã e a laranja, são ótimas fontes de antioxidantes. Essas substâncias têm alto potencial anti-inflamatório e, portanto, facilitam os processos de emagrecimento.

2. Oferecem boa quantidade de fibras

As frutas atuam na regulação do organismo porque elas oferecem bastantes fibras. Quando consumimos esse tipo de substância em quantidade adequada, os processos de digestão e excreção são bem regulares. 
As fibras se concentram principalmente nas cascas das frutas, então, sempre que possível, dê preferência para ingeri-las inteiras (menos em casos como o do abacaxi, por exemplo). Lembre-se de dar preferência aos orgânicos, pois os agrotóxicos ficam depositados, em grande parte, na parte externa dos alimentos.

3. Fornecem energia

As frutas estão entre os principais carboidratos de uma alimentação equilibrada. Como são altamente energéticas, oferecem gás para que o nosso corpo mantenha-se ativo. Apesar de todas as frutas oferecerem carboidratos, algumas delas se destacam nessa função. Um excelente exemplo é o abacate, que também é rico em gorduras boas — não é a toa que ele faz parte da dieta indicada para esportistas.

4. Previnem doenças

A potente combinação nutritiva de vitaminas, fibras e sais minerais e o grande potencial de hidratação das frutas — o limão, a melancia e o morango são exemplos de alimentos com alto teor de água — fazem com que a presença delas na alimentação auxilie a prevenir doenças.
Por exemplo, a alta quantidade de fibras pode ajudar a evitar o surgimento de problemas cardiovasculares e também de câncer de cólon. Já o potássio, bastante presente em frutas como a banana e o damasco, auxilia no controle da ansiedade e de problemas de pressão arterial. 

5. Mantêm a saúde da pele

Como comentamos na questão do peso, as frutas têm antioxidantes, substâncias que, além de ajudarem no controle de inflamações, também trabalham no combate ao envelhecimento celular. Assim, ao ingerirmos porções diárias de frutas, quem agradece é a nossa pele.
Mais do que o aspecto jovem e leve, livre de manchas e sinais de acne, por exemplo, os antioxidantes atuam nas defesas da cútis, pois fortalecem a imunidade das células. É por isso que eles são essenciais para a manutenção da pele saudável. Algumas das frutas mais indicadas para esse cuidado são as vermelhas, como a cereja e a framboesa.
E agora que você já viu alguns dos principais benefícios das frutas, veja, a seguir, como adicioná-las na alimentação do dia a dia.

5 formas de incluir frutas no cardápio

Para começar, saiba que, de longe, a melhor forma de inserir frutas no seu dia a dia é consumi-las cruas. Desse modo, sem interferência de processos de cozimento e secagem, a garantia é de que os nutrientes sejam potencializados. 
Porém, para que a alimentação seja equilibrada, o segredo é variar. Então, é um hábito bastante saudável preparar os alimentos de diferentes formas para montar um menu completo e balanceado. Abaixo, conheça algumas ideias para levar as frutas para a sua mesa:

1. Sucos e vitaminas

Em um país tropical como o Brasil, o consumo de bebidas geladas à base de frutas é super comum. E, além de beber suco ou vitamina na padaria, na praia ou no restaurante, que tal levar esse hábito para dentro de casa? Por exemplo, sucos de laranja e uva, algumas das frutas mais encontradas pelo país afora, são ótimos energéticos, podendo fazer parte de um desjejum nutritivo.

2. Saladas

Como já comentamos, verduras, legumes e frutas são amigos da boa saúde, pois atuam como reguladores. Então, que tal tornar as suas saladas mais coloridas combinando os três tipos de ingredientes? Só para dar um exemplo, uma salada à base de folhas verdes e tomate cereja combina muito bem com um molho de laranja e especiarias. Outra dica é fazer uma boa guacamole, com cebola, tomate, coentro e abacate, e combiná-la com vegetais escuros, como almeirão e agrião. E, claro, não se esqueça da salada de frutas, que é uma boa opção para o desjejum e jantar. 

3. Picolés 

Outra boa dica para aliviar o calor é usar as frutas para se refrescar com picolés. Mas não saia comprando doces industrializados por aí, porque a maioria dos produtos têm altas doses de açúcar. O ideal para consumir um picolé bem saboroso, mas com saúde, aproveitando todos os benefícios da fruta, é fazer a receita em casa. Imagina que praticidade bater abacaxi e hortelã antes de dormir, passar tudo para formas de picolé (ou de gelo mesmo) e deixar congelando durante a noite? No dia seguinte, é só aproveitar!

4. Geleias 

Para complementar um desjejum especial, principalmente de um dia que dá aquela vontade de comer doce, optar por geleia de frutas é uma ótima pedida. Você pode fazê-la em casa, mas, se preferir, também pode comprá-la pronta. Hoje, já há muitas opções mais naturais desse tipo de produto, sem adição de açúcares. A geleia pode servir, ainda, como base de molhos agridoces para saladas e até mesmo como destaque de uma entrada com pães. 

5. Granola

Aqui, as frutas caem bem tanto in natura quanto desidratadas. Ao montar a sua tigela de granola, basta escolher uma ou duas variedades de fruta fresca para misturar com leite vegetal, por exemplo, deixando o prato mais encorpado e nutritivo. E também há a opção de você fazer uma granola natural combinando diferentes tipos de sementes e grãos com frutas secas, como passas, cranberry e ameixas. 

Agora, depois de conhecer os benefícios das frutas e descobrir formas de adicionar esses alimentos no cardápio, basta colocar em prática o mantra da alimentação saudável: equilíbrio. Então, aproveite cada refeição priorizando uma boa variedade de nutrientes e porções adequadas.

5 DICAS DE PRATO PRINCIPAL PARA UM DELICIOSO JANTAR VEGANO


Moqueca de banana-da-terra - Receitas - Comida - Folha de S.Paulo
Fazer mudanças alimentares exige bastante disciplina. Se você é vegano, então, seja qual for o motivo de sua opção por essa filosofia, sabe o quanto pode ser complexo transitar de um estilo de vida onívoro para um  cronograma alimentar sem nenhum resíduo animal. 
Mas você conseguiu. A questão que aparece, agora, é como manter as refeições sem deixar de lado a sua vida social. Por exemplo, como organizar um jantar vegano delicioso para chamar seus amigos e familiares para uma visita? Que receitas selecionar para conquistar tanto o paladar de quem já é vegano quanto o de pessoas vegetarianas (ovo lacto ou lactovegetarianos, por exemplo) e o de quem ainda mantém uma dieta tradicional?
O post de hoje vai ajudar na montagem do cardápio. Separamos 5 dicas de pratos principais (que servem até 5 pessoas) para você surpreender com um jantar vegano. Além de bons planos para os eventos especiais, as ideias de hoje também são inspirações para variar nas refeições da semana, tornando a sua alimentação diversificada e saborosa. Anote aí:

1. Moqueca de banana-da-terra

Para começar, vamos com um clássico da cozinha do nordeste, a moqueca. Na versão vegana, saem os frutos do mar e entra, como ingrediente de base, a banana-da-terra, que é um acompanhamento tradicional do prato, seja no caldo ou na farofa. Para a receita totalmente vegetal, você vai precisar de:
  • 400 g de banana-da-terra (madura);
  • suco de 1 limão;
  • 1 cebola em rodelas;
  • 2 dentes de alho picados;
  • 2 tomates picados;
  • 1/2 pimentão verde e 1/2 pimentão vermelho em rodelas finas;
  • 1 xícara (chá) de leite de coco;
  • 5 colheres (sopa) de óleo de coco.
Comece cortando as bananas, cada uma em 4 pedaços. Tempere as polpas com suco de limão, alho picado e sal a gosto. Numa panela própria para moqueca — se você não tiver, use uma caçarola de fundo largo —, refogue a cebola e o tomate em 4 colheres de óleo. Na sequência, entram os pimentões. Por cima, disponha as bananas, uma a uma, como que imitando postas de peixe. Depois das frutas, coloque as rodelas de cebola. Adicione o leite de coco, uma pitada de sal e, se quiser, coentro fresco picado. Tampe a panela e deixe cozinhar de 10 a 15 minutos, finalizando com uma colher de óleo. 
Na hora de servir, complemente o prato com arroz integral, salada verde e farofa de castanhas.

2. Espaguete com shitake e brócolis

Aqui, misturamos duas influências: vamos preparar um espaguete ao estilo italiano e combiná-lo com um refogado de pegada asiática. Você vai precisar de:
  • 500 g de espaguete preparado al dente e com sal;
  • 2 xícaras (chá) de água;
  • 1 xícara (chá) de molho de soja;
  • 1 colher (sopa) de mel;
  • 1 1/2 colher (sopa) de aveia;
  • 1 colher (sopa) de óleo de coco;
  • 2 dentes de alho;
  • 1 cebola em tiras finas;
  • 2 colheres (chá) de gengibre ralado;
  • 3 xícaras de cogumelo shitake fresco ou desidratado em fatias;
  • 1 1/2 maço de brócolis em pedaços.
Comece misturando a água, o molho de soja, o mel e a aveia e reserve. Em uma panela, refogue o alho e a cebola e, quando eles estiverem levemente dourados, adicione o gengibre. Depois de alguns minutos, entre com o shitake e o brócolis. Refogue até que o brócolis fique al dente. Complete com o líquido preparado inicialmente e cozinhe até que o caldo engrosse. 
Para a montagem dos pratos, basta servir as porções de espaguete e, por cima, despejar o molho. Para deixar os sabores orientais bem marcantes, finalize com óleo de gergelim e cebolinha picada.

3. Abóbora recheada com carne vegetal

Abóbora com carne desfiada é uma receita tradicional onívora, que pode ser transformada em um bom prato vegano. A mudança está no recheio, feito com carne vegetal. Para o preparo, você vai precisar de:
  • 1 ‏abóbora moranga;
  • 1 ‏cebola picada;
  • 3 ‏dentes de alho amassados;
  • 1 lata ‏de carne vegetal;
  • 4 colheres (sopa) ‏de cream cheese vegano;
  • azeite de oliva;
  • sal;
  • manjericão.
Comece cortando uma tampa na parte superior da abóbora e retire as sementes. Em um pilão, amasse o manjericão, o sal e o azeite. Pincele essa mistura no interior da abóbora. Feche a tampa, envolva a abóbora em papel-alumínio e a leve para assar em forno médio por 30 minutos. Enquanto isso, refogue o alho e a cebola e, em seguida, adicione a carne vegetal desfiada (sem o molho). Quando o refogado estiver no ponto, adicione o molho da conserva e deixe ferver.
Verifique a abóbora: retire o papel-alumínio, abra a tampa e deixe o fruto assar até amaciar um pouco mais. Complete o molho com o tofupiry. Retire a abóbora do forno e raspe levemente a polpa com uma colher, sem furar a casca. Misture a polpa no molho e finalize recheando a abóbora com a carne.
Como esse prato é suculento, arroz integral é o acompanhamento certo. E o frescor pode vir com folhas verdes mais marcantes, como agrião e alface roxa, para equilibrar com a doçura da abóbora.

4. Petisco de queijo vegano

Se a pegada do jantar for Happy hour, um petisco salgado bem sequinho não pode faltar. E que tal testar uma receita ótima? O Stick de muçarela só leva três ingredientes: queijo vegano, farinha temperada e purê de batata.
Asse os palitinhos na hora para que sejam servidos bem quentes e crocantes. Organize ramequins com patês e maionese veganos para oferecer uma degustação bastante saborosa e variada. E, claro, não se esqueça de uma bebida geladinha — limonada refrescante com hortelã e água aromatizada com ervas frescas são boas ideias!

5. Falafel

Grão-de-bico é uma leguminosa rica em proteínas que não pode faltar no seu dia a dia. E o falafel, bolinho árabe feito com esse ingrediente, pode ser a estrela de um jantar vegano. Para fazer, você vai precisar de:
  • 2 xícaras de grão-de-bico hidratado (de 8 h a 12 h);
  • 1 cebola picada;
  • 2 dentes de alho picados;
  • 1 colher (chá) de cominho;
  • sal a gosto;
  • cheiro verde ou coentro picado a gosto.
É só misturar tudo em um processador até obter uma massa consistente e que possa ser moldada com as mãos. Se necessário, adicione um pouco de água para facilitar o preparo da massa. Depois de fazer os bolinhos, a finalização pode ser frita ou assada, mas a segunda opção é, com certeza, mais saudável.
Para guarnecer o falafel, que já é delicioso puro, a ideia é montar um self-service para que seus convidados se divirtam com a experiência de comer com as mãos. Não pode faltar o pão pita, que serve de base. E, como complementos, tomate, cebola, húmus, hortelã e alface são ótimas combinações. 

5 DICAS DE COMBINAÇÃO E ACOMPANHAMENTOS PARA PATÊ VEGANO

10 Receitas de Patê Vegano - MundoBoaForma.com.br

Se tem uma coisa que todo mundo gosta, é se reunir com os amigos para comer algo bem delicioso. E se a gente disser que, para encantar o paladar da galera, não precisamos nem de muito tempo na cozinha, nem de receitas difíceis? 
Uma boa opção para ganhar tanto em sabor quanto em praticidade é optar por fazer um patê vegano. Esse tipo de preparo geralmente aparece como entrada, mas pode ser também uma escolha interessante para lanches e refeições principais.
Os patês veganos são bem simples de fazer, e você pode utilizar variados ingredientes. O cuidado principal está na textura: o resultado final deve ser um creme homogêneo e consistente, perfeito para lambuzar pães, vegetais e petiscos variados.
Entre os tipos mais fáceis de preparar, estão o de abacate, o de azeitona e o de berinjela. As três receitas levam poucos ingredientes e apresentam sabores marcantes, mas nada enjoativos — por isso, são ótimos curingas, funcionando com diversos pratos.
Para o de abacate, você só precisará de: 
  • 2 abacates maduros;
  • suco de 1 limão;
  • 1 cebola ralada;
  • 1 fio de azeite de oliva;
  • 4 dentes de alho amassados.
No de azeitona, também vai pouca coisa:
  • 3 fatias de pão bastante esfarelado;
  • 1/2 xícara (chá) de azeitonas pretas sem caroço;
  • 3 colheres (sopa) de azeite de oliva;
  • 1/4 xícara (chá) de água ou leite vegetal.
Por fim, para o de berinjela, a lista também é pequena:
  • polpa de 1 berinjela grande assada;
  • 2 colheres (sopa) de tahine;
  • suco de 1 limão;
  • 2 dentes de alho picados.
E o modo de fazer de todos é simples: basta misturar os ingredientes de cada receita até obter cremes homogêneos e com textura para espalhar. Não se esqueça de temperá-los com sal e outros temperos à sua escolha; a medida é a gosto.
E, agora, para você se inspirar e ver como pode ser uma boa ideia servir patê vegano nos seus encontros, vamos mostrar 5 dicas de combinações e acompanhamentos que vão muito bem com as receitas que mostramos acima. Confira!

1. Sanduíches naturais

Além de facilitarem a hora de servir, os sanduíches são lanches geralmente bem fartos. Logo, são ótimas pedidas para reuniões mais longas, como um piquenique no parque, um dia na praia ou uma tarde na piscina.
Para que os pães não fiquem secos, a cobertura das fatias com patê é uma excelente pedida. E, para rechear os sanduíches, você pode adicionar os vegetais que preferir, como folhas verdes, tomate, cebola e pepino. 
Depois de fazer o patê, basta montar os lanches um pouco antes de sair e colocar tudo em uma bolsa térmica ou em um isopor.

2. Batatas assadas

Doce, baroa, inglesa, asterix… seja qual for o tipo escolhido, uma coisa é inegável: batatas assadas são tudo de bom! Porém, esse petisco não tem tanta graça sozinho. Um detalhe a mais para dar tempero e textura é sempre bem-vindo. E para você não depender sempre da maionese vegetal, optar por um patê saboroso é bem interessante.
Uma sugestão para variar na apresentação e na textura é, em vez de fazer as batatas nos formatos tradicionais — palito ou meia lua —, usar um ralador afiado para fazer rodelinhas bem finas, tipo chips. Depois, é só assar as batatas até ficarem sequinhas.

3. Cesta de pães

A dica, aqui, é que você escolha uma seleção dos seus pães veganos favoritos. Pode ser francês, multigrãos, australiano, sírio, pita, ciabatta, com ervas. Independentemente dos estilos escolhidos, não tenha dúvidas de que qualquer um deles vai acompanhar muito bem os patês que ensinamos neste post. 
O legal de uma cesta de pães é que essa é uma opção para oferecer algo gostoso e acolhedor antes do início de um jantar, por exemplo. Mas você pode também usar a ideia para servir um brunch, no intervalo entre o desjejum e o almoço, ou, então, um chá ao estilo colonial. Nesse último caso, além dos pães, aposte em outros quitutes, como torradas e biscoitos.

4. Tofu e vegetais grelhados

Fazer uma tábua de tofu e vegetais assados na grelha é uma ideia bem legal para almoços longos, como os de domingo. Você pode preparar espetinhos para cada variedade que será servida, cada uma com um tempero específico. E os assados acompanham muito bem os patês. O resultado da combinação ganha qualquer paladar: o contraste de crocância e maciez do tofu e dos vegetais com a cremosidade dos patês é extremamente saboroso.
Na hora de fazer a seleção de peças, prefira os tofus sem tempero, pois, assim, você garante que os patês não ficarão escondidos. E, para preparar os vegetais, pense naqueles mais consistentes e que oferecem um paladar adocicado ou neutro, como cenoura, cebola, chuchu, nabo, beterraba e pimentão — todos combinam muito bem com a potência salgada dos patês.

5. Saladas

Outro preparo que aceita muito bem os patês são as saladas. Aqui, os cremes veganos fazem o papel de molhos, realçando o sabor natural dos vegetais. Entre as melhores opções para a base de saladas com patê estão as folhas verdes, como rúcula, agrião, escarola, alface e repolho.

Para enriquecer a refeição, é possível adicionar sementes, oleaginosas, legumes ou leguminosas. A ideia é que você utilize a criatividade e, claro, não deixe de montar um prato bastante colorido. Assim, você deixará a salada muito convidativa.
Fazer patê vegano é uma ótima estratégia para montar refeições saborosas e com praticidade. Os cremes funcionam como um complemento essencial para alimentos mais secos, conferindo umidade e textura aos pratos.
E mais uma vantagem: além de levarem poucos elementos e serem fáceis de fazer, as receitas podem ser aumentadas com facilidade. A quantidade dos ingredientes dependerá do número de pessoas que forem servidas. Então, basta você fazer alguns testes em casa, observar as quantidades que a galera come e, aos poucos, organizar os preparos para os seus encontros. Bem simples!