Muitos brasileiros têm descoberto que são intolerantes à lactose (o açúcar presente nos alimentos lácteos). É possível que o aumento esteja ligado à grande presença do leite e de seus derivados na base da nossa alimentação. Esse problema pode se manifestar em qualquer fase da vida e estima-se que 70% da população do Brasil já é afetada por ele. E não são poucos os desconfortos causados. Dentre os incômodos, estão os sintomas de intolerância à lactose que se manifestam na pele, o maior órgão do corpo e um dos primeiros a sofrer com processos de reação alimentar. Sabendo do impacto desse transtorno na vida de muitas pessoas, listamos as principais manifestações dermatológicas que podem surgir. Acompanhe! Acne e problemas cutâneos em geralOs processos inflamatórios que atingem a pele podem se desenvolver a partir de um estresse gerado pela intolerância à lactose, ou então, ser agravados pelo consumo de alimentos ricos nesse açúcar. As pessoas que apresentam os sintomas desse transtorno são aquelas que possuem deficiência da enzima lactase, especialista na quebra do açúcar presente no leite e nos seus derivados. Esses alimentos já são de difícil digestão para qualquer pessoa, imagine para aquelas que apresentam limitações em absorvê-los? O resultado pode ser visto, literalmente, na pele: a alta secreção de insulina e a dificuldade do processo digestivo extravasam as toxinas sobre a cútis que, desse modo, tende a apresentar vermelhidão, edemas (inchaços) e feridas. No caso dos processos acneicos, o efeito pode ser ainda mais grave do que uma leve sobrecarga inflamatória. Como a condição é crônica, o consumo contínuo da lactose tende a dificultar ainda mais o controle e a cura da derme, que fica irritada e com aspecto de estar machucada. Urticárias e eczemasA urticária é uma reação inflamatória da pele que se caracteriza pelo aspecto avermelhado e por áreas de edema, que, geralmente, afetam a região da cabeça — lábios, pálpebras, língua e garganta. Os locais das feridas coçam muito, causando bastante desconforto. Já o eczema é um tipo de dermatite atópica, uma desordem de predisposição genética que é influenciada por agentes externos. Também de caráter inflamatório, essa condição é sinalizada por hiperemia (vermelhidão) e até bolhas na pele, que fica com aspecto ressecado e com crostas, causando coceira, ardência e dor. Esses dois distúrbios são bem complicados e podem ser estimulados por diversos motivos — predisposição genética, dificuldade do sistema imune em combater processos de inflamação ou hipersensibilidade a alguma substância, por exemplo. E dentre os fatores que podem influenciar consideravelmente a piora desses quadros, está a intolerância aos produtos lácteos. Além de propiciar os sinais já conhecidos (como náuseas, diarreia, vômitos e gases), a dificuldade em digerir o açúcar do leite atinge também a cútis, tornando-se um fator de complicação tanto para a saúde quanto para o bem-estar de modo geral. Afinal, os sintomas de intolerância à lactose sobre a pele também podem motivar o afastamento social, já que as pessoas acometidas pelas inflamações tendem a sentir vergonha do aspecto visual da derme. Portanto, o cuidado com a restrição alimentar, com uma dieta nutritiva e livre de componentes que ativam o problema, é essencial para não sobrecarregar o organismo e garantir que essa condição não prejudique a qualidade de vida. Gostou de entender melhor como os sintomas de intolerância à lactose podem afetar a pele? Quer ficar sempre por dentro das novidades que postamos aqui? Assine a nossa newsletter! |
Saúde no novo milênio. Não devemos esquecer a saúde pessoal. Afinal, é preciso evitar erros antigos para viver bem, não importa quanto tempo isso seja possível. Cada vez mais especialistas relacionam a qualidade da saúde à prevenção. E esse princípio está presente em cada linha desse blog.
24.7.21
QUAIS OS SINTOMAS DE INTOLERÂNCIA À LACTOSE MANIFESTADOS NA PELE?
10.7.21
3 DICAS PARA SE ADAPTAR MAIS RÁPIDO AO VEGETARIANISMO
A busca por uma alimentação saudável e a preocupação com o sofrimento animal estão entre as principais razões que têm feito com que muitas pessoas decidam parar de consumir carne.
Seja qual for a motivação para a escolha por esse estilo de vida, uma pergunta importante surge no centro do processo de transição: como se adaptar ao vegetarianismo?
E é justamente para facilitar o dia a dia de quem está vivendo esse momento que preparamos o post de hoje. Acompanhe as 3 dicas a seguir e veja como se ajustar ao vegetarianismo mais rápido e sem descuidar do seu bem-estar.
1. Use a criatividade na cozinha
Quem passa por uma renovação de hábitos alimentares, como a transição para o vegetarianismo, tende a ter mais atenção com o que come. A reeducação também estimula as pessoas a conhecerem melhor os alimentos e a quererem preparar as suas refeições com mais cuidado.
E a fim de que a mudança para o vegetarianismo seja facilitada e menos monótona, nada de comer só arroz, feijão e salada todo dia. Uma alimentação tão restrita, com pouca variedade de sabores e texturas, pode ser desestimulante e tornar a adaptação desnecessariamente árdua e demorada — além de pouco saudável devido à falta de nutrientes.
Então, aposte em grãos diferentes em seus caldos e saladas (como a lentinha e o grão-de-bico), valorize os legumes em uma torta colorida e bem-temperada, utilize nozes e castanhas para fazer uma farofa deliciosa — as opções são muitas, basta deixar que a criatividade flua na hora de cozinhar!
2. Abuse dos temperos
Além de inovar nas receitas e nos modos de preparo, parte de entender como se adaptar ao vegetarianismo mais rápido está em usar temperos variados na sua alimentação. Afinal, bons pratos não são feitos só de sal e mel.
Portanto, para intensificar a potência dos seus preparos, dê valor às ervas frescas (orégano, manjericão e salsa, por exemplo) e às especiarias (como canela, gengibre e noz-moscada). Esses ingredientes realçam o sabor de legumes, hortaliças, grãos e cereais e assim, tornam a alimentação mais aromática e apetitosa.
Com esse estímulo sensorial, a transição para o vegetarianismo se torna instigante e, consequentemente, mais fácil e rápida.
3. Conte a novidade para os amigos e familiares
Depois de entender como se adaptar ao vegetarianismo com saúde e começar a fazer as trocas no seu cardápio, não deixe de comunicar a decisão para quem vive ao seu redor.
Deixar clara a escolha pelo estilo de vida vegetariano para as pessoas próximas e contar com a compreensão delas fará com que a transição seja bem mais rápida. Além de conquistar apoio para levar o plano adiante, compartilhar o seu novo hábito alimentar pode ser uma fonte de inspiração para que outros também queiram conhecer os benefícios de uma alimentação vegetariana.
Gostou das dicas?
BENEFÍCIOS DA MAÇÃ: UMA FRUTA PODEROSA
Quem nunca ouviu a estória de que a maçã foi a fruta que atraiu os olhos de Eva lá no jardim do Éden? Talvez seja pela beleza da fruta, mas a verdade mesmo é que a maçã possui diversos benefícios à saúde, além de visualmente muito atrativa. De sabor delicioso e doce, a maçã apresenta um valor nutricional invejável perante outras frutas. Contém aproximadamente 85% de água e em torno de 50 calorias para cada 100g. Apresenta açúcares naturais da fruta e uma pequena quantidade de ácidos orgânicos, principalmente o málico, que juntos são responsáveis pelo sabor característico da maçã, levemente adstringente. Controle do colesterol e outras doençasA maçã é riquíssima em vitaminas, minerais e fibras, com destaque para o mineral potássio e a pectina que é um tipo de fibra solúvel que ajuda no controle das taxas de colesterol no sangue. Além de ser rica em antioxidantes – com destaque para os flavonoides – que ajudam a proteger alguns constituintes do corpo humano contra a oxidação e assim blindam a saúde, auxiliando no combate aos radicais livres. Alguns cientistas a classificam como “anti aging”, pois ajuda a retardar o envelhecimento das células, um verdadeiro elixir da juventude. Ela também é benéfica no combate ao câncer. Uma fruta rica em nutrientesUma maçã grande possui aproximadamente 5g de fibra, suprindo 20% da necessidade diária de fibras. Além das características nutritivas e nutricionais podemos destacar mais alguns importantes minerais e vitaminas como: fósforo, cobre, cálcio, potássio, ferro, celulose, carboidratos e vitaminas A, complexo B e um destaque para a vitamina C. Uma fruta tão rica e poderosa como esta, não pode ficar fora da sua dieta, seja in natura, como suco ou desidratada. Gostou do conteúdo? Aproveite para compartilhar e ajudar outras pessoas a descobrirem os benefícios que essa fruta pode proporcionar. |
ENTENDA A IMPORTÂNCIA DE BEBER ÁGUA PARA A SUA SAÚDE

Você já deve ter lido uma série de textos e ouvido inúmeros profissionais da saúde falando sobre a importância de beber água.
Pessoas que não se hidratam com frequência tendem a sofrer com problemas de saúde (como infecções de urina, intestino preso, entre outros).
Ainda tem dúvidas sobre os benefícios de beber água? Continue lendo este post! Separamos algumas informações essenciais sobre o consumo diário de líquidos e a sua importância para o seu organismo e bem-estar. Confira!
Os seres humanos e a sua relação com a água
A água não é apenas um líquido que precisamos ingerir. Ela faz parte de nós. Representa 75% da composição de um músculo, 95% da estrutura sanguínea e pouco mais de 20% de todos os tecidos ósseos. Ao todo, um ser humano adulto é composto por 65% de água!
Esses números incríveis explicam por que o nosso corpo não consegue suportar muito tempo sem água — além de salientar o motivo da importância da sua reposição. Uma pessoa corre sérios riscos ao ficar desidratada. Por isso é indispensável estar atento ao consumo regular.
Problemas causados pelo baixo consumo de água
Listamos alguns dos problemas relacionados ao consumo inadequado de água. Confira:
Fadiga
Ao consumir pouca água, nosso corpo fica com um déficit na hidratação, o que reduz a atividade enzimática e cria a sensação de fadiga — que é basicamente aquele cansaço persistente que nos deixa sem ritmo para fazer nenhum tipo de atividade, seja ela física ou mental.
Constipação intestinal
A água é um agente importante na formação do bolo fecal. Quando o consumo é pequeno, o intestino tem dificuldade para efetuar a excreção e formação das fezes, o que gera o desconforto conhecido como constipação ou prisão de ventre.
Eczemas
Eczemas são infecções cutâneas muito comuns tanto em adultos quanto em crianças. Existem diversos fatores ligados ao seu surgimento, sendo um dos principais a falta de hidratação da pele.
Reumatismo
Quem sofre de reumatismo ou artrite precisa ficar alerta quanto ao seu consumo de líquidos. A hidratação das juntas e ligamentos é imprescindível para reduzir os efeitos dessas doenças. Por isso, é preciso ficar muito atento e beber água com frequência.
Enxaqueca
A temida enxaqueca também se agrava conforme a ingestão de líquidos da pessoa. Quem toma pouca água sofre com o aumento da temperatura corporal, o que gera a dilatação dos vasos sanguíneos e capilares, que são uma das causas da enxaqueca.
Os benefícios de beber água na medida certa
Além de evitar os problemas citados acima, o consumo de água traz grandes benefícios para o corpo. Alguns deles são:
Mantém a pele jovem e saudável
Quanto mais você se hidrata, melhor será a saúde da sua pele. Isso significa que ela vai envelhecer numa velocidade mais lenta, além de manter um aspecto saudável, sem manchas ou marcas de ressecamento.
Ajuda no combate ao sobrepeso
A água auxilia na sensação de saciedade, algo que é muito importante para quem está com a alimentação controlada.
Regula a temperatura corporal
Com a temperatura regulada, nosso corpo tende a sofrer menos com as atividades físicas. Ao evitar altas temperaturas corporais, a chance de sentir algum mal-estar físico diminui.
Melhora a absorção e distribuição de nutrientes
Beber bastante água ajuda a absorver e distribuir melhor os nutrientes ingeridos durante a alimentação (como a glicose e os sais minerais). Esse procedimento é fundamental para manter nosso corpo saudável.
Essas são algumas informações essenciais para que você não se esqueça da relevância que o ato de beber água tem para o seu organismo. E lembre-se: é importante priorizar a água na hora de se hidratar, afinal, nem todos os líquidos possuem baixo teor calórico (como é o caso de alguns sucos).
20.6.21
VOLTANDO A TREINAR: COMO RETOMAR A ROTINA DEPOIS DE UMA PAUSA?

Praticar exercícios físicos é tudo de bom. Além de fazer muito bem para a autoestima, a prática regular nos deixa muito mais saudáveis e previne diversas doenças, garantindo mais qualidade de vida e longevidade. No entanto, mesmo os mais responsáveis com os treinos podem dar uma pausa. É o seu caso? Você está voltando a treinar?
Redescobrir os hábitos antigos e voltar à rotina da academia pode parecer complicado após um tempo longe da vida fitness, mas é possível retomar o caminho ao seguir algumas dicas básicas — e o mais importante: com muita saúde e sem riscos de desanimar!
Curioso para conhecer quais são essas dicas e saber exatamente como voltar a treinar de forma saudável e segura? Continue a leitura deste post e descubra como isso é possível!
O que pode levar alguém a parar de treinar?
Nossas vidas são repletas de imprevistos e de acontecimentos que estão fora do nosso controle. Por conta disso, mesmo aquelas pessoas mais empolgadas podem, eventualmente, precisar de uma pequena pausa nos treinos rotineiros.
Algumas das principais causas para isso acontecer são:
- dia a dia corrido e falta de tempo para se dedicar aos exercícios físicos;
- falta de determinação;
- cansaço;
- problemas de saúde;
- férias;
- festas de fim de ano;
- problemas emocionais.
Seja qual for a razão para que suas atividades físicas tenham sido interrompidas, não se desespere: é possível recuperar o foco e voltar a treinar. Isso, no entanto, dependerá da criação de novos hábitos.
Como ocorre a construção de um novo hábito?
De forma resumida, para o nosso cérebro não faz muita diferença se você costumava treinar anteriormente ou se essa é a primeira vez que os treinos são iniciados. No entanto, isso dependerá do quão longa foi a sua pausa das atividades físicas.
A razão para isso acontecer é bem simples: de acordo com alguns especialistas, nossa mente leva pouco mais de dois meses para se acostumar com uma nova realidade ou com um novo hábito — são 66 dias, para ser mais exato. Por isso, algumas pausas podem ser identificadas como uma rotina completamente nova pelo cérebro.
Esse também é o principal motivo para que a maioria das pessoas abandone novas empreitadas pouco depois de iniciá-las. O ânimo inicial normalmente se apaga após os primeiros dias e isso faz com que a mente não se acostume com a nova rotina.
Por conta disso, persistência é um fator fundamental para aqueles que querem tornar as atividades físicas um hábito, o que vale também para praticantes que tiraram uma folguinha dos treinos. Pouco a pouco, os costumes se tornarão automáticos e voltarão a fazer parte da sua rotina naturalmente.
Quais são as dicas importantes para quem está voltando a treinar?
Como podemos perceber, inserir um novo comportamento na nossa rotina é algo que leva um certo tempo. Por isso, é importante não dar “passos maiores do que as pernas” e respeitar os limites do nosso corpo e da nossa mente — para que as mudanças sejam duradouras e ultrapassem a barreira do famoso “fogo de palha”.
A seguir, passaremos algumas dicas incríveis para que essa transição para a volta aos treinos seja feita de forma segura e saudável, garantindo que seu organismo inteiro se readapte da maneira adequada.
Pegue leve
Dê um passo de cada vez. Repita isso como um mantra, se for necessário. A maior parte dos seres humanos tem uma grande tendência ao imediatismo e quer tudo “para ontem”. Esse é, sem dúvidas, um dos maiores erros cometidos por quem quer voltar a treinar.
Está lembrado dos 66 dias? Mantenha-os sempre em mente e dê pequenos passos, aumentando a carga lenta e progressivamente. Seguir essa dica é essencial para a prevenção de lesões sérias que podem mantê-lo longe dos treinos por um período ainda maior.
Faça alongamentos
Os alongamentos nunca devem ficar longe de uma rotina de treinos, mesmo que você esteja muito focado e pratique exercícios físicos diariamente. No entanto, eles são ainda mais importantes para quem está retomando a rotina após uma pausa.
Isso acontece porque seu organismo está um tanto quanto desabituado ao esforço extra. Por isso, alongar e preparar os músculos para o que está por vir é um ótimo meio de prevenir lesões e dores, como as lombalgias.
Defina metas realistas
Ainda falando sobre o imediatismo, é imprescindível lembrar que não devemos, em hipótese alguma, criar metas irreais. Propor a si mesmo um treino de três horas por dia no segundo dia de retomada das atividades físicas é pedir para se decepcionar e desanimar.
Crie objetivos realistas e progressivos, sempre tendo em mente o que você realmente pode fazer. Desse modo, a sensação de satisfação e de dever cumprido é garantida, o que fará com que o foco seja mantido em longo prazo.
Planeje o seu dia
Uma das principais causas de desistência ou desânimo nos treinos é a rotina caótica em que vivemos. Na correria do dia a dia, é difícil encontrar um tempo para se dedicar aos exercícios físicos.
Pensando nisso, o planejamento se torna essencial para evitar que novas pausas sejam feitas no futuro — a menos que sejam realmente necessárias. Use e abuse de planners (existem aplicativos para smartphones com essa proposta) e planeje-se de forma eficiente. Seus treinos e sua produtividade geral agradecem!
Cuide da alimentação
Por fim, uma das dicas mais importantes: não descuide, em hipótese alguma, da alimentação. Comer bem e investir em pratos coloridos é imprescindível para todos, mas para quem está voltando a treinar, a importância é ainda maior.
Planeje suas refeições semanais no fim de semana e faça preparos prévios para minimizar o trabalho durante os dias úteis, se necessário. Lembre-se também de caprichar nos prés e pós-treinos para fornecer a energia e os nutrientes que o seu organismo precisa para aguentar toda a carga a que está sendo exposto.
E aí, já está voltando a treinar? Agora que você já conhece as dicas essenciais para retomar os treinos de maneira segura e eficaz, as desculpas e os problemas acabaram! Respeite o seu corpo e os seus limites que os resultados estarão garantidos!
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AFINAL, O QUE É A INTOLERÂNCIA À LACTOSE?
Nos dias atuais, a intolerância à lactose é uma condição bastante comum, que atinge pessoas de todas as idades, afetando de forma direta na qualidade de vida delas.
Porém, com os cuidados certos, é possível fazer as mudanças necessárias na rotina e conviver com essa restrição alimentar sem grandes dificuldades.
Entenda, neste artigo, o que é esse distúrbio, quais são os seus sintomas e como lidar com essa condição no dia a dia. Confira!
O que é intolerância à lactose?
A intolerância à lactose, assim como outros tipos de restrição alimentar, afeta a qualidade de vida e interfere no dia a dia de pessoas de todas as idades.
Trata-se de um distúrbio digestivo causado pela dificuldade do organismo em absorver a lactose, que é um açúcar encontrado no leite e em seus derivados (queijo, manteiga e iogurte), bem como nos alimentos que têm laticínios em sua composição (como sorvete, biscoito, bolo e pão).
A principal causa dessa intolerância é a deficiência da lactase, uma enzima produzida no intestino delgado e que é a responsável por transformar a lactose em dois compostos menores, que podem ser digeridos: a glucose e a galactose.
Assim, o diagnóstico é feito a partir da identificação da ineficiência do organismo para digerir o leite e os alimentos feitos a partir dele.
Quais são os tipos e como é feito o diagnóstico?
A fim de se certificarem do diagnóstico, os médicos submetem os pacientes ao exame de sangue, o exame de hidrogênio expirado e o exame medidor de ácido lático.
De acordo com o momento em que a deficiência da enzima lactase passa a ocorrer, é possível classificar a intolerância à lactose em três níveis, conforme explicaremos abaixo:
- primária: ocorre com o envelhecimento do organismo, sendo muito comum em pessoas idosas;
- secundária: resulta de traumas, doenças ou outras condições anormais do sistema digestivo, que passa a não produzir a lactase;
- congênita: é observada ao nascimento, sendo muito comum em bebês prematuros.
Entretanto, o diagnóstico da intolerância à lactose é baseado, também, na observação de sinais clínicos. Muitas vezes, são exatamente essas queixas que levam a pessoa a procurar ajuda médica.
Veja, agora, quais são os principais indícios desse distúrbio e de que forma eles interferem na rotina alimentar.
Quais são os principais sintomas e como eles interferem nos hábitos alimentares?
Os sintomas da intolerância à lactose concentram-se no aparelho digestivo e são observados cerca de 30 minutos depois que a pessoa consome o leite ou seus derivados.
As principais queixas e incômodos apresentados por quem tem essa restrição são:
- diarreia ou constipação intestinal;
- náuseas;
- vômito;
- dor no estômago ou cólicas;
- excesso de gases;
- edema (inchaço) abdominal.
A quantidade e a intensidade dos sintomas varia de um indivíduo para o outro, de acordo com a capacidade de cada organismo em suportar a lactose.
Porém, algumas pessoas podem apresentar ainda, urticária, acne e outros problemas de pele como sinais dessa intolerância.
A qualidade de vida de quem sofre com essa restrição alimentar fica bastante comprometida. Devido ao desconforto digestivo, a execução de tarefas simples no trabalho ou a participação de um jantar comemorativo, por exemplo, podem ser grandes desafios.
Por isso, a fim de contornar os problemas causados pela intolerância à lactose, o tratamento inclui a mudança de hábitos alimentares, como você vai entender melhor agora.
Quais são os cuidados no tratamento?
Até o momento, a pesquisa em medicina não descobriu uma maneira de recuperar a capacidade do organismo para produzir a enzima lactase e eliminar a intolerância à lactose.
Assim, o tratamento dessa condição de saúde é baseado no uso de medicamentos feitos à base de lactase e na mudança de comportamento em relação aos alimentos feitos à base de leite e seus derivados.
De fato, os principais sintomas da intolerância à lactose podem ser facilmente controlados, desde que o paciente evite a ingestão de laticínios diariamente.
Uma boa dica a fim de suprir uma possível carência é incluir a couve, o espinafre, o brócolis e outros alimentos ricos em cálcio no cardápio diário.
Além disso é possível recorrer à suplementação alimentar e garantir o bom funcionamento do organismo na ausência do consumo de laticínios.
Para finalizar esse assunto, vamos mostrar algumas atitudes simples que podem tornar o dia a dia de quem tem essa restrição mais fácil. Confira e saiba como manter a qualidade de vida!
Como lidar com a intolerância à lactose no dia a dia?
O primeiro passo a fim de manter os sintomas desse distúrbio sob controle é encontrar alternativas saudáveis e saborosas para substituir o leite e seus derivados no cardápio diário.
Hoje em dia, com as facilidades oferecidas pela Internet, nem é preciso sair de casa para de ter acesso a bons produtos, feitos especialmente para quem precisa driblar os sintomas da intolerância à lactose e de outros problemas digestivos.
Nesse sentido, o leite vegetal pode ser uma excelente alternativa. Além de evitar os sintomas (por não ter lactose), ele contém vitaminas, proteínas e sais minerais que ajudam a manter o organismo saudável.
Até mesmo as receitas das sobremesas podem ser adaptadas, com a substituição do leite e da manteiga por outros ingredientes.
Com criatividade e bastante dedicação, é possível aprender novos hábitos alimentares e manter os sintomas da intolerância à lactose sob controle, desfrutando de mais qualidade de vida todos os dias!
Por fim, devemos lembrar o quanto a informação de valor é importante para quem precisa lidar com qualquer tipo de restrição alimentar no dia a dia. Essas pessoas precisam encontrar orientações seguras, que sejam um auxílio para compreender melhor as suas necessidades e para conquistar mais qualidade de vida com atitudes simples.
12.6.21
4 CUIDADOS QUE VOCÊ DEVE TER COM A INGESTÃO DE SAL
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Se você perguntar para grandes chefs de cozinha qual é o tempero mais importante do universo gastronômico, é bem provável que alguns deles respondam que é o sal. E essa conclusão faz todo sentido, afinal, quem gosta de comida sem sabor, não é mesmo? Apesar de ter um papel significativo a fim de realçar os demais temperos de um prato, o seu consumo precisa ser controlado pois o excesso pode trazer diversos males à nossa saúde. Se você faz parte dessa turma que não dispensa um “salzinho” extra na comida, preste atenção nos 4 cuidados que você deve ter com a ingestão de sal. Confira! 1. Consuma o sal na medida certaAinda que seja apontado como um dos grandes vilões da alimentação (o que de fato pode ser, caso não seja consumido em doses corretas), o sal tem um papel importante na nutrição humana. O sal de cozinha é enriquecido com iodo, elemento essencial no combate de algumas doenças (como bócio, anomalias congênitas e problemas mentais). Além disso, o sódio presente nele também é fundamental para certas funções do nosso corpo. Resumindo: o sal precisa ser consumido na medida certa. O excesso de cloreto de sódio causa hipertensão e osteoporose, além de comprometer o funcionamento dos rins. Por outro lado, ficar sem ele pode trazer inúmeros outros problemas. Se você ficou se sentindo meio perdido sem saber se está ingerindo a quantidade correta da substância, saiba que a Organização Mundial da Saúde recomenda um consumo diário maior que 2 g e menor que 5 g. Em termos de medidas, isso significa um pouco menos que uma colher de chá rasa ou 5 pacotinhos de 1 g (aqueles encontrados em lanchonetes). 2. Saiba diferenciar o sal e o sódioO sódio é um elemento químico presente na molécula do sal. Isso faz com que todo alimento salgado tenha uma quantidade dele. Um fato importante para se manter atento é que nem sempre o sal é o responsável pela presença do sódio em um alimento. Por exemplo: os refrigerantes possuem alta concentração desse componente, mesmo contendo açúcar. É fundamental conferir os rótulos dos alimentos, principalmente os industrializados, a fim de saber qual é a dosagem presente neles. E apesar do sal nem sempre ser o grande causador do alto teor de sódio, alguns alimentos salgados são verdadeiras bombas. Veja no próximo item. 3. Conheça os alimentos cheios de salAlém de realçar o paladar, o sal também funciona como uma espécie de conservante. Por isso, é comum encontrar altas concentrações em certos alimentos: embutidos, sopas industrializadas, biscoitos (salgados e doces), macarrões instantâneos, salgadinhos e vegetais enlatados ou em conserva. 4. Mude os seus hábitosEstá preocupado com a quantidade de sal no seu dia a dia? Alguns hábitos podem ajudar na hora de adequar o consumo da substância na sua vida. O primeiro deles é abandonar o saleiro. Deixe de lado o hábito de inserir mais cloreto de sódio e tente aproveitar o sabor natural dos alimentos. Apesar de ter papel importante para realçar certos gostos, sal demais reduz a capacidade do paladar. O segundo passo é investir em novos temperos. Use ervas, hortaliças e outros condimentos naturais. Você vai se surpreender com o número de possibilidades existentes para fazer uma boa comida sem colocar muito sal na receita. Essas são algumas dicas importantes para ficar alerta em relação à ingestão de sal. |
TIPOS DE VEGETARIANO: VOCÊ CONHECE AS DIFERENÇAS ENTRE OS GRUPOS?
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Parar de comer carne e derivados é considerado o ápice da consciência e da postura ética relativa ao sofrimento animal e aos problemas ambientais gerados pela pecuária e pela indústria “carnívora”. Quando o assunto é vegetarianismo, no entanto, existe uma gradação de padrões de consumo, já que muitas pessoas escolhem fazer uma transição lenta ou simplesmente reduzem a ingestão da forma como consideram compatível com sua rotina e suas demandas fisiológicas. No post de hoje, vamos explicar os tipos de vegetariano e quais são as diferenças entre eles. Vem com a gente! OvolactovegetarianosOs ovolactovegetarianos são a maioria absoluta entre os vegetarianos e, embora não consumam nenhum tipo de carne, continuam ingerindo leite e derivados (manteiga, queijo etc.) e ovos. Uma pergunta frequentemente ouvida por quem opta por esse estilo de vida é em relação aos peixes. Pode parecer óbvio, mas muita gente tem essa dúvida. Peixes e frutos do mar, embora brancos, são carne e, portanto, estão excluídos. Assim como a salsicha, o presunto, a mortadela e outros embutidos. Já ficou provado que, quando submetidos a um acompanhamento nutricional bem-planejado, vegetarianos conseguem cumprir a ingestão proteica apropriada. Apesar disso, algumas pessoas que querem cortar o consumo de carne podem optar por manter o leite e os ovos por terem dificuldades em atingir as cotas adequadas de nutrientes importantes (como proteínas e cálcio) ou simplesmente porque sentem prazer em consumir esses alimentos. LactovegetarianosConforme diz o próprio nome, esse estilo de vida aceita a ingestão de derivados do leite, mas exclui, além da carne, os ovos. Muitas vezes, esse tipo de vegetariano está associado a valores espirituais e religiosos (como no caso do hinduísmo e do budismo). Para essas religiões, que são regidas pelo princípio da não violência, a crueldade envolvida no abate dos animais condena os seres humanos ao sofrimento. Por isso, não comer carne é também uma forma de exercitar a compaixão e de atingir o equilíbrio mental e espiritual. Vegetarianos estritosEsse tipo de vegetarianismo representa um passo a mais em direção ao veganismo: além de nenhum tipo de carne, também não são consumidos laticínios (leite, manteiga, queijo, iogurte etc.), ovos e mel — sim, é um produto de origem animal, embora muita gente se esqueça. O cardápio dos vegetarianos estritos contém grãos, leguminosas (importantes fontes de proteínas), hortaliças e oleaginosas. VeganosTrata-se de um estilo de vida mais complexo que os anteriores, já que tem mais restrições. No caso dos veganos, nenhum derivado animal é aceito e, por isso, é preciso ficar atento à composição de alimentos industrializados. A gelatina, por exemplo, contém cartilagem e corantes feitos de insumos animais e, portanto, não é consumida por esse grupo. Produtos como couro, lã e cosméticos que são testados em animais também são boicotados pelos veganos, assim como qualquer outra atividade que envolva prejuízo animal, inclusive os zoológicos e aquários. Dentro desse grupo, alguns indivíduos são considerados frugívoros, isto é, só se alimentam de frutos. Além desses tipos de vegetarianismo, existem outros grupos que visam à redução do consumo de carne, mas que não são considerados vegetarianos de fato. Os semivegetarianos, por exemplo, consomem carnes, geralmente brancas, menos de três vezes na semana. Já os pescovegetarianos, fazem a ingestão de peixes, frutos do mar e vegetais. Outro grupo que costuma levantar questionamentos é o de pessoas que só se alimentam de produtos crus ou germinados — os crudívoros. Ao contrário dos frugívoros, esses indivíduos não são necessariamente veganos e podem fazer uso de derivados de animais, desde que estejam crus. Conhecer mais sobre as opções de vegetarianismo é importante para que você repense seu consumo e possa adaptá-lo de forma coerente à sua realidade. Vale a pena lembrar ainda que, apesar das diferenças entre eles, todos os tipos de vegetariano têm em comum a busca por uma vida mais saudável e em harmonia com o meio ambiente. |
7.6.21
3 DICAS PRÁTICAS PARA TER UMA VIDA MAIS SAUDÁVEL
15.5.21
6 MITOS E VERDADES SOBRE O VEGETARIANISMO ESTRITO QUE VOCÊ PRECISA CONHECER
Mundo afora, cada vez mais pessoas estão questionando os seus hábitos alimentares (e os de familiares e amigos), em um processo que está fazendo muita gente retirar a proteína animal do cardápio. A nova realidade de compartilhamento de informações por meio da Internet permitiu que mais indivíduos tomassem conhecimento do vegetarianismo estrito — e dos impactos positivos da sua adoção para o planeta e para o corpo. Isso impulsionou o número de vegetarianos estritos em países como o Brasil e os Estados Unidos, nações marcadas por um grande consumo de carne. Como toda corrente de pensamento que contradiz os costumes de um mercado de consumo, o estilo de vida vegetariano estrito é exposto a diversos rumores. Veja agora 6 mitos e verdades sobre o vegetarianismo estrito que você precisa conhecer para acabar de vez com as suas dúvidas! 1. Vegetarianos estritos têm deficiência em cálcioMito. Muitas pessoas acreditam que os vegetarianos estritos sofrem de deficit de cálcio no organismo, uma vez que eles não consomem leite e demais laticínios. Sem dúvidas, esses alimentos têm altos índices dessa substância, porém, não são as únicas fontes. Itens como a couve, o brócolis e o tofu também são ricos nesse elemento. 2. Vegetarianos estritos sofrem para obter proteínaMito. Encontrar fontes de proteína para substituir o consumo de carne não é nada complexo. Basta expandir um pouco o universo de alimentos e você encontrará opções, como as leguminosas (soja, lentilha, feijão, quinoa e trigo sarraceno). Não se deixe levar pelo senso comum! É bem simples encontrar proteínas de origem vegetal para substituir as carnes, os ovos e os laticínios. 3. Crianças podem adotar o vegetarianismo estritoVerdade. Apesar de ser um caso que demanda mais cuidados do que o de um adulto, é possível criar uma criança com uma alimentação vegetariana estrita, desde que haja um acompanhamento nutricional controlado. Isso porque é preciso ter bastante atenção para que não falte nenhum nutriente necessário para o desenvolvimento delas. 4. É muito difícil encontrar comida vegetariana estritaMito. Há alguns anos a afirmação acima estaria totalmente de acordo com a realidade, porém, de uns tempos para cá, esse mito foi se tornando cada vez menos procedente. Houve uma exponencial difusão da cultura vegetariana estrita, que resultou na existência de mais de 5 milhões de adeptos desse estilo de vida no país. Isso resultou em um crescimento de 40% para o mercado de artigos vegetarianos estritos. Todas essas mudanças econômicas fizeram com que o vegetarianismo estrito finalmente recebesse a devida importância por parte da indústria alimentícia, e hoje é possível contar com linhas completas de produtos voltados a esse público. 5. Adotar o estilo de vida vegetariano estrito pesa no bolsoMito. Há algum tempo, a indisponibilidade de produtos no mercado fazia com que os preços fossem muito altos. Porém, a ascensão de linhas especializadas em artigos vegetarianos estritos e o crescimento no cultivo dos vegetais (principalmente os orgânicos) fez com que o vegetarianismo estrito se tornasse mais acessível — as vezes até mais em conta do que a alimentação onívora. 6. O vegetarianismo estrito faz bem ao planetaVerdade. Além de garantir o bem-estar dos animais, o estilo de vida vegetariano estrito preserva o meio ambiente, evitando que mais áreas (como a floresta amazônica e o cerrado) sejam desmatadas para dar espaço às criações da indústria de carne. Ademais, o espaço utilizado para pastagem dos rebanhos seria muito mais bem-aproveitado se fosse ocupado por culturas vegetais. Por isso, o vegetarianismo estrito se apresenta como uma solução viável para questões alimentícias e ambientais do Brasil e do restante do planeta. Essas são algumas informações importantes que é preciso ter em mente quando o assunto é os mitos e verdades sobre o vegetarianismo estrito. |
8.5.21
AGENDA DE ALIMENTAÇÃO: VEJA COMO ORGANIZAR SUA ALIMENTAÇÃO DO DIA A DIA

Emagrecer nem sempre é uma tarefa fácil. Manter o autocontrole e seguir regrado na reeducação alimentar requer uma dedicação e tanto, porém, existem alguns recursos que podem ajudar neste momento, como a agenda de alimentação.
Mas o que é isso? É, basicamente, um diário em que se anota tudo o que é consumido. Esse simples hábito contribui para uma maior consciência da qualidade e da quantidade dos alimentos que são ingeridos, além de ajudar no controle da dieta e facilitar o processo de emagrecimento.
Esse método contribui para que você permaneça focado no seu objetivo, tendo mais responsabilidade nas suas ações para alcançar a meta estabelecida.
Assim, se você estiver seguindo a reeducação alimentar e, ao final do mês, perceber que não perdeu nenhum quilo, conseguirá conferir, com facilidade, o que atrapalhou o seu objetivo, como aqueles deslizes de fim de semana ou aquele produto alimentício do happy hour.
Os resultados da agenda alimentar são cientificamente comprovados. Uma pesquisa, apresentada pelo American Journal of Preventive Medicine, sobre mudanças de hábitos comportamentais no processo de emagrecimento, comprovou a eficiência dessa técnica, sendo a maior influenciadora na perda de peso dos participantes.
Quais são os benefícios da agenda de alimentação?
Então, se você quer emagrecer, ter um diário alimentar pode ser um grande aliado nesse objetivo porque:
- é um modo eficaz de autoavaliação de tudo o que consome;
- ajuda a manter o foco no seu objetivo e evitar deslizes;
- faz você ser mais responsável por sua saúde e os resultados que quer atingir;
- proporciona maior consciência sobre as calorias que ingere diariamente;
- aumenta o seu conhecimento sobre o valor nutricional de cada alimento;
- auxilia a ter uma alimentação balanceada e mais saudável.
Como criar uma agenda de alimentação?
Confira o passo a passo de como montar o seu diário:
1. Crie o seu método
Para criar o seu diário alimentar você precisará apenas de uma caneta ou papel. Porém, caso seja adepto às tecnologias, existem sites e aplicativos destinados a essa finalidade.
O My Fitnesse Pal, por exemplo, é um dos aplicativos de controle de peso mais usado no mundo todo. Ele tem um sistema inteligente, com um banco de dados imenso de alimentos. Por isso, basta selecionar o que consumiu e a quantidade, e ele calculará automaticamente as calorias consumidas em cada refeição.
Se não quiser usar aplicativos e ser ainda mais prático, você pode simplesmente fotografar todas as refeições diárias e, ao final do dia, anotar em uma caderneta o que consumiu, apenas para ter consciência.
2. Anote tudo o que comer e beber
Procure anotar tudo o que você consome. Inclusive, a quantidade de água ingerida. Sabendo que é necessário beber, no mínimo, dois litros de água por dia, o hábito de registrar, também o ajudará a ter mais disciplina.
3. Registre a quantidade de alimento
Mesmo que não tenha noção certa do peso de cada alimento, coloque o que tiver mais ou menos noção, por exemplo, duas colheres, meia xícara, apenas para ter consciência da quantidade ingerida.
O ideal é sempre anotar, logo após a refeição, o que comeu para evitar esquecer de alguma coisa.
4. Identifique os horários das refeições
É muito importante comer três vezes ao dia (no máximo), principalmente para quem quer emagrecer. Ter uma alimentação regrada, nos horários certos, também ajudará na perda de peso. Por isso anote ainda os horários das suas refeições. Assim, você saberá se não estiver comendo nos momentos corretos.
5. Anote como se sente
Ao fazer as suas anotações, lembre-se também de apontar a forma como se sente após cada refeição. Pode parecer algo tolo, mas registrar os seus sentimentos após 10 ou 20 minutos de comer, o ajudará a identificar as suas necessidades alimentares e como o seu cérebro está se comportando com essa nova rotina.
No começo pode parecer complicado anotar tudo em sua agenda de alimentação mas, com o tempo, isso acabará se tornando um hábito saudável e que ajudará você a emagrecer com saúde.
E aí, este post foi útil para você? Ficou com alguma dúvida? Conte para mim nos comentários!
1.5.21
QUAL É A IMPORTÂNCIA DOS CARBOIDRATOS PARA UMA ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL?
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A concepção de que comer com saúde é essencial para garantir mais qualidade de vida já não é segredo. E para que a rotina do dia a dia se mantenha equilibrada, não podemos subestimar a importância dos carboidratos. Erroneamente vistos como vilões, eles constituem, na verdade, um dos principais grupos alimentares. Os carboidratos são macronutrientes que fornecem energia e uma série de componentes básicos ao bom desenvolvimento e à manutenção das funções do organismo. É por isso que eles não são inimigos. Pelo contrário: são excelentes aliados quando consumidos de forma correta. Para que você entenda melhor o papel desse grupo na alimentação saudável, acompanhe este post. Vamos mostrar a função dos carboidratos, os motivos para consumi-los e ainda, boas fontes desses macronutrientes. A função dos carboidratos no organismoA importância dos carboidratos é tanta para a nossa saúde que eles formam a base da nossa alimentação. Constituídos por moléculas de carbono, oxigênio e hidrogênio, esses macronutrientes são as nossas principais fontes energéticas, abastecendo o sistema nervoso central, mantendo o bem-estar do cérebro e dando aquele gás para os nossos membros. A importância dos carboidratos para a saúdeSe você já fez alguma dieta radical ou então conviveu com alguém que passou por um processo desse tipo, sabe que os carboidratos estão entre os grupos alimentares mais riscados do cardápio. O motivo disso é que a ingestão desequilibrada de fontes energéticas geralmente é a culpada pelo aumento de peso, aqueles famosos “quilinhos a mais” sobre os quais muito se fala por aí. Porém, como já vimos, os carboidratos regulam funções básicas do corpo e, além de serem amigos de uma alimentação balanceada, também são importantíssimos, inclusive, para quem quer emagrecer com saúde. Já a falta de consumo adequado pode representar vários problemas. A escassez de carboidratos causa desde mau hálito, tonturas, dores de cabeça e cansaço físico até alterações de humor. Além disso, provoca a irregularidade na síntese das proteínas, já que, sem esses macronutrientes, o corpo precisa encontrar outra fonte de energia para a sua manutenção. Os tipos diferentes de carboidratosPara uma boa alimentação estabelecer prioridades e escolher o tipo de carboidrato é uma das questões fundamentais. Existem dois grandes grupos, os simples e os complexos, como você verá a seguir: Carboidratos simplesSão aqueles que têm apenas um ou dois açúcares em sua composição, apresentando estrutura química curta e, portanto, sendo metabolizados rapidamente pelo corpo, causando explosões de energia. Esse processo gera picos de glicemia no organismo, levando ao conhecido “efeito rebote”: tão logo ocorre a metabolização, o corpo sente falta de energia, e isso causa uma sensação de fome, que pode motivar uma ingestão excessiva de carboidratos. Como resultado, consumimos calorias desnecessárias que se transformam em gorduras. Carboidratos complexosIntegram os alimentos formados por três ou mais açúcares, com estrutura mais longa, o que favorece um processo metabólico equilibrado. Desse modo, estimulam uma digestão mais lenta, que atua no transporte de energia pelo corpo de forma gradual. Assim os carboidratos complexos não geram um pico glicêmico, auxiliando o organismo a entender a sensação de saciedade, o que evita uma ingestão desmedida de calorias. Além disso os alimentos desse grupo são bem mais nutritivos, oferecendo fibras, vitaminas e minerais. A hora de montar refeições saudáveis com carboidratosComo já vimos até aqui, uma alimentação equilibrada demanda o consumo de carboidratos. Porém para que esse grupo alimentar cumpra a sua função reguladora e não cause problemas de saúde relacionados ao seu excesso, como obesidade e doenças cardiovasculares, é essencial fazer uma ingestão correta e dar preferência aos carboidratos bons, ou seja, os complexos. Então fuja do arroz branco, de farinhas e açúcares refinados, dos refrigerantes, dos biscoitos e das bolachinhas. Na hora de organizar as suas refeições, escolha produtos integrais, como pães, arroz e massas, e também invista em alimentos nutritivos e cheios de vitaminas, como o farelo de aveia, a batata-doce e a lentilha. E aí, gostou das informações sobre a importância dos carboidratos para o organismo? Quer receber mais dicas para cuidar da sua alimentação? Assine a nossa newsletter! |
24.4.21
3 OPÇÕES DE DESJEJUM REFORÇADO E SAUDÁVEL PARA ESPORTISTAS
Fazer exercícios logo pela manhã é muito bom para despertar e começar o dia cheio de disposição. Porém, a fim de garantir o bom desempenho das atividades físicas, é muito importante que a primeira refeição do dia seja balanceada e nutritiva. E, para que você possa começar sua rotina cheio de energia, separamos algumas opções de desjejum ideais para atletas.
Enquanto dormimos, o nosso corpo continua em atividade. Por isso, precisamos repor as energias quando acordamos para que o organismo possa continuar trabalhando de forma eficiente ao longo do dia.
Além disso, para quem pratica esportes, o cuidado duplica, pois o jejum pela manhã pode causar a queda do nível glicêmico, prejudicando o desempenho do atleta durante a atividade física.
Então, a fim de começar o dia bem, cheio de disposição e encarar as atividades físicas com gás e energia, separamos 3 receitas práticas e saudáveis para o seu desjejum. Confira!
3 opções de desjejum para atletas
Para uma alimentação matinal balanceada é ideal incluir no cardápio carboidratos, frutas e proteínas magras.
Vale lembrar que quanto mais intensa for a atividade física, maior deverá ser a quantidade de carboidrato ingerida, pois é ele que fornece a maior quantidade de energia para o nosso corpo, enquanto as proteínas fazem a regeneração dos músculos e células.
Então, vamos às opções:
1. Crepioca com queijo vegano e suco
Para fazer a massa da crepioca, você só precisa de dois ingredientes: leite vegetal e farinha pronta de tapioca. O preparo também é simples, basta misturar os itens da massa e colocar em uma frigideira antiaderente, aquecida em fogo médio.
Quando a massa desgrudar do fundo da frigideira, vire e espere o outro lado assar, como se fosse uma panqueca.
Recheie a crepioca com o cream cheese — e você pode variar entre o sabor tradicional e os temperados.
Acompanhe com um suco de sua escolha. As frutas além das vitaminas, também fornecem açúcar e carboidratos, que são ideais para dar energia ao nosso corpo.
2. Vitamina de abacate, banana e whey protein
As vitaminas de frutas são ótimas opções, principalmente para quem não gosta muito de comer pela manhã ou prefere uma refeição mais rápida e prática.
Para essa receita você precisará de:
- 500 ml de leite vegetal;
- ½ abacate pequeno;
- 1 banana-prata;
- 1 medida de whey protein (com ou sem sabor);
- mel ou melado para adoçar.
Para preparar, basta bater todos os ingredientes no liquidificador! Essa receita traz a combinação de duas frutas ricas em carboidrato e uma boa dose de proteína, além do mel, que também é fonte de energia ou o melado, rica fonte de ferro.
3. Torrada com queijo vegano, geleia e suco
O pão e a torrada são grandes fontes de carboidrato e são muito bem-vindos no café da manhã, desde que sejam na versão integral que, além de ser rica em fibra, é mais saudável.
A combinação de queijo vegano com geleia de frutas (sem açúcar) é muito saborosa, além de fornecer a quantidade de açúcares e proteínas necessários para um desjejum balanceado.
Acompanhe com suco ou mesmo um copo de leite vegetal com café de milho, se preferir.
Essas são só algumas dicas, mas você pode criar várias opções de café da manhã incluindo cereais, frutas, castanhas, sementes, entre outros. É importante lembrar de balancear os alimentos entre carboidratos, proteínas e frutas, optando sempre por produtos naturais, ricos em vitaminas e com menos gorduras.
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