O
texto abaixo foi integralmente extraído do blog do Dr. Victor
Sorrentino que, na minha opinião, presta um grande serviço à sociedade
ao disponibilizar informações úteis e bem embasadas que permitem melhor
reflexão, crítica, sobre nossa própria saúde.
Fonte: http://www.blogdodrvictorsorrentino.com/2012/11/estudo-revela-que-criancas-vacinadas.html
Fonte: http://www.
ESTUDO REVELA QUE CRIANÇAS VACINADAS TÊM 500% MAIS ENFERMIDADES QUE AS NÃO VACINADAS!
Continuando com minha missão de levar
informação a vocês, hoje conversaremos a respeito de um tema delicado.
Desde o dia em que tomei conhecimento dos incríveis interesses das
indústrias farmacêuticas sobre o desenvolvimento de vacinas (participei
de um estudo ativamente), além de ter tido conhecimento de fatos
"misteriosos" que acontecem com contratos entre governos e tais
indústrias, que condicionam compras de tratamentos e vacinas, obrigando
que entrem nos contratos termos velados obviamente do tipo "ou vocês
compram estes também, ou não damos a vocês aqueles outros...", passei a
ouvir a opinião daqueles médicos que considero mais evoluídos no mundo,
através de artigos, vídeos, palestras, cursos e etc...
Conheci neste meio tempo inclusive uma
médica que não só argumentou incrivelmente o não uso das vacinas, como
também mudou de área na medicina e quase abandonou esta profissão,
depois de ter uma filha quase falecida devido a efeitos colaterais de
vacinas.
É vacina pra gripe tal, outra pra outra
coisa e aí por diante. Quanto dinheiro não "rola" por trás disso tudo?
Como bom questionador, nunca aceitei esta história facilmente, pois é
papel do médico comprovar de fato através de estudos, o que aprende da
boca de outrém. Dezenas de estudos médicos e antropológicos afirmam que
grande parte das doenças que assombraram a humanidade, para as quais
muitas foram criadas vacinas, tiveram seu curso e seu ciclo terminados
independentemente das próprias vacinas. Mas não vou me alongar muito a
respeito deste tema desta vez, porque teria que entrar em muitos termos e
conhecimentos técnicos e dificultaria a compreensão de grande parte dos
que me acompanham.
Quero lembrar aqui que não sou contra
todas as vacinas e não emitirei opinião pessoal a respeito de nenhuma em
específico, pois infelizmente a respeito deste tema sou realmente
impedido pela ética médica. Entretanto, trazer a vocês o resultado de
pesquisas e também dizer que não deixarei que vacinas sejam feitas em
meus filhos, nem farei em mim mesmo, acho que já estou sendo bem claro,
não é mesmo?
Bom, minhas suspeitas foram realmente
confirmadas e existe de fato um lado obscuro por trás desta indústria.
Todos os estudos os quais pesquisei, independentes e confiáveis ao meu
ver, mostravam que as crianças vacinadas têm duas a cinco vezes mais
doenças infantis, alergias e outras enfermidades do que as não
vacinadas.
Abaixo, simplesmente traduzirei um artigo trazido a público pela NaturalNews:
"Originalmente,
esse recente estudo ainda em curso comparava crianças não vacinadas
contra um inquérito de saúde nacional alemão conduzido por KiGGS
envolvendo mais de 17.000 crianças até aos 19 anos de idade. Essa
pesquisa atualmente em curso foi iniciada pelo clássico homeopata
Andreas Bachmair.
No entanto, a conexão americana com o estudo Bachmair pode ser encontrado no siteVaccineInjury.info que
adicionou um link para pais de crianças vacinadas para participar do
mesmo. Até agora, esta pesquisa em andamento tem bem mais de 11.000
pessoas, principalmente americanos. Outros estudos tinham entrevistado
pequenos grupos de famílias.
Contudo,
os resultados tem sido semelhantes. Naturalmente nenhum desses estudos
foram acompanhados pela mídia de massas. Nenhum deles foi financiado
pelos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) ou da Organização
Mundial da Saúde (OMS) ou qualquer agência de saúde nacional ou
internacional ou grupo de profissionais de medicina (http://healthimpactnews.com).
Eles
não ousam comparar a saúde de crianças não vacinadas com crianças
vacinadas de forma objetiva para perturbar a sua “vaxmania” (mania de
vacinação). O foco de todos os estudos foi principalmente sobre as
doenças que ocorrem na infância até as crianças ficarem mais maduras.
Complicações
mais dramáticas, debilitantes ou mesmo mortais devido às vacinas, não
foi o foco desde acompanhamento, pois menos de 5%, na verdade, são
reportados ao VAERS nos EUA (Sistema de Informe de Reações Adversas das
Vacinas, órgão americano), por várias razões, incluindo:
* É um sistema complicado que demanda tempo do horário de trabalho de um médico.
* A maioria dos pais não o conhece.
* Apenas as reações adversas que ocorrem imediatamente após a vacinação são consideradas.
* Uma vez que o VAERS
é prática voluntária, a maioria dos médicos não quer incriminar-se com
problemas com a vacinação, mantendo-se a sua negação a respeito dos
perigos da vacina.
Consequentemente,
mesmo as mais terríveis reações adversas são minimamente reconhecidas,
enquanto que em longo prazo problemas de saúde negativos resultantes das
vacinas não são sequer considerados relevantes."
Sumários de diferentes pesquisas:
As doenças da
infância geralmente colocadas pelos entrevistados nas pesquisas
independentes envolvem a asma, a bronquite recorrente, a amigdalite
crônica, a sinusite, as alergias, os eczemas, as infecções de ouvido,
diabetes, distúrbios do sono, enurese noturna, dislexia, enxaquecas,
hiperatividade e DDA, epilepsia, depressão, e o retardo no
desenvolvimento da fala ou de habilidades motoras.
Em 1992, a Nova
Zelândia grupo chamado Sociedade Consciência da Imunização (IAS)
pesquisou 245 famílias com um total de 495 crianças. As crianças foram
divididas em 226 vacinados e 269 não vacinados. Oitenta e uma famílias
tinham ambos: crianças vacinadas e não vacinadas.
As diferenças foram
dramáticas, com as crianças não vacinadas mostrando incidência muito
menor de doenças comuns da infância em relação às crianças vacinadas (http://www.vaccineinjury.info/images/stories/ias1992study.pdf ).
A
partir de outra pesquisa na Ilha Sul da Nova Zelândia, cidade de
Christchurch, entre as crianças nascidas durante ou depois de 1977,
nenhuma das crianças não vacinadas apresentaram eventos de asma enquanto
quase 25% das crianças vacinadas foram tratadas para asma até a idade
de dez anos. (http://www.vaccineinjury.info/images/stories/ias1992study.pdf ).
Muitos dos comentários de pais de não vacinados ao VaccineInjury.info para
a investigação Bachmair em curso mencionaram preocupações com os
perigos de vacinação e o desenvolvimento de uma imunidade verdadeira, de
forma natural (http://www.vaccineinjury.info).
A imunologista e PhD que escreveu o livro “Illusion Vaccine” (A ilusão das vacinas),
Drª. Tetyana Obukhanych, foi contra o dogma de sua formação médica. Ela
afirma que a verdadeira imunidade para qualquer doença não é conferida
por vacinas. A exposição à doença, seja contraindo-a ou não é o que o
faz (http://www.vaccinationcouncil.org ).
Talvez o mais informal levantamento de dados que está em andamento atualmente é aquele realizado por Tim O'Shea, DC, autor de Vaccination is Not Immunization (A
vacinação não é a imunização). Ele simplesmente tem contato por e-mails
com pais de não vacinados com comparações de saúde de seus filhos com
amigos e familiares de crianças vacinadas. Isso e muito mais está
disponível em seu site (http://www.thedoctorwithin.com ).